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“A autoridade se baseia na razão.”
🦋 Antoine de Saint-Exupéry

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Aquela dificuldade em perder gordura abdominal ou emagrecer não é culpa da chegada aos 30 anos, como se diz por aí. Segundo um estudo publicado pela revista Science, o funcionamento do metabolismo se mantém quase o mesmo entre os 20 e 60 anos.
“Acreditava-se que, por volta da meia-idade, as pessoas tinham a tendência de ganhar peso devido a uma redução do gasto energético basal, aquele que usamos para nos manter vivos. Esse estudo aponta que estávamos errados”, explica William Festuccia, professor do departamento de fisiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP).
Para chegar a esse resultado, pesquisadores do Pennington Biomedical Research Center (PB), nos Estados Unidos, analisaram a queima média de calorias durante o dia a dia de cerca de 6 mil pessoas, entre nascidos há uma semana até indivíduos com 95 anos, de 29 países diferentes.
A taxa de gasto calórico não pode ser culpada pelo ganho de peso na meia-idade, segundo pesquisa
Metabolismo só começa a desacelerar após os 60 anos, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde

No centro dos nossos olhos, ficam localizadas as pupilas – orifícios responsáveis pela passagem da luz do meio externo à retina. Elas regulam a entrada de luz a partir de movimentos que nos são involuntários: os músculos da íris diminuem ou aumentam o tamanho da pupila, dependendo da quantidade maior ou menor de iluminação no ambiente.
Nós não temos controle direto pela dilatação ou contração da pupila. Mas, agora, um jovem está fazendo alguns pesquisadores quebrarem a cabeça: ele pode encolher e aumentar suas pupilas voluntariamente.
O rapaz de 23 anos é estudante de psicologia na Universidade de Ulm, na Alemanha, e não teve seu nome revelado. Ele é identificado apenas pelas iniciais D.W., e seu caso foi relatado recentemente na revista International Journal of Psychophysiology.
Os cientistas consideravam impossível o controle direto do tamanho das pupilas; agora, um estudante da Alemanha está fazendo isso ser reavaliado.
Jovem de 23 anos é capaz de contrair e dilatar as pupilas dos olhos, mostra estudo
publicado originalmente em superinteressante
Ousada,me lanço
Permito-me voar
Subo e desço com o vento
Etérea…extasiada com a Lua
Inebriada com os perfumes da madrugada
Tenho estrelas nos olhos e asas de fada
Pés descalços, um manto de bruma
Brilho nos cabelos, vontade de voar
Passeio fagueira entre flores noturnas
Corujas , mariposas, morcegos,
Sou só o momento ,me deixo levar
Não sei se sou moça, menina, mulher
Fada sem memória,da idade do tempo
Magia e momento, misturados num só
Floresta escura, enxergo com a alma
Agora nem durmo,vestida de Lua
Menina com asas
Só quero voar…

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Palavras sábias e confortantes com a querida Lúcia Helena Galvão…
Nova Acrópole aqui!

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Camboriú SC Brasil
“Para viajar basta existir.”
🦋Fernando Pessoa

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A médica Maria de Lourdes Teixeira da Silva sabe bem como fica o corpo depois da Covid-19. No ano passado, precisou de 15 dias de internação para lidar com a forma grave da doença, mas levou alguns meses para superar totalmente o quadro, hoje chamado de pós-Covid.
“Me recuperei devagarzinho, mas tive muita sensação de fadiga e uma queda de cabelo horrível”, relembra a diretora do GANEP Nutrição Humana. Ela não está sozinha: estudos revelam que uma em cada três pessoas que contraem o coronavírus podem apresentar alguma queixa a longo prazo.
Em um bate-papo com VEJA SAÚDE, Maria de Lourdes conta como a alimentação pode auxiliar quem está nesse processo. Confira!
Médica explica como o cardápio ajuda a resgatar a massa muscular perdida e a lidar com outras consequências do coronavírus
Entrevista: “A alimentação tem papel importante na recuperação pós-Covid”
publicado originalmente em Veja saúde

Quando o bebê nasce antes de completar 37 semanas de gestação, o parto é considerado prematuro. Na maioria dos casos, o recém-nascido é transferido para a UTI neonatal, onde deve ficar por alguns dias ou até semanas ganhando peso, sendo monitorado e realizando exames – que podem incluir alguns procedimentos dolorosos, como coletas de sangue e até a inserção de tubos para alimentação e respiração.
Não dá para driblar esses cuidados, mas pesquisadores buscam formas de torná-los menos agonizantes para os pequenos, sem ter que recorrer a intervenções medicamentosas. Um estudo publicado na revista Scientific Reports mostra que a solução pode estar mais próxima do que os cientistas imaginavam: na voz das mães. Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, analisaram 20 bebês prematuros que estavam internados no Hospital Parini, na Itália. Eles acompanharam várias coletas de sangue desses recém-nascidos, avaliando como a presença da voz da mãe interferia nos níveis de dor e na liberação do hormônio ocitocina (ligado ao vínculo e relaxamento) nas crianças.
De acordo com cientistas, o som da voz materna ajuda a diminuir a dor dos recém-nascidos e aumentar seus níveis de ocitocina enquanto eles passam por procedimentos na UTI neonatal.
Ouvir a voz da mãe pode diminuir a dor em bebês prematuros, sugere estudo
publicado originalmente em superinteressante