Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetivio gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.
A minocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública –, trata-se de uma condição muito comum: um estudo recém publicado no periódico especializado Scientific Reports mostrou que um terço da população é misocinésica.
Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.
Não somos nós que podemos acabar com o agronegócio, mas ele mesmo Por Sonia Bone Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)* Minha língua materna é a ze’egete, que significa “a fala boa”. Sou formada em Letras, pela Universidade Estadual do Maranhão, também conheço muito bem o português e sei interpretar suas […]
Um experimento feito por cientistas do Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos, e da Universidade de Murcia, na Espanha, demonstrou que comer chocolate pela manhã ou à noite não fez diferença no peso das participantes. Mas, e aí vem o pulo do gato, os benefícios foram pronunciados naquelas que consumiram 100 gramas pela manhã.
No estudo com 19 mulheres, a ingestão por duas semanas esteve atrelada à redução da cintura e a menores níveis de açúcar no sangue. “Só que a amostra é pequena, com uma população específica e avaliada por pouco tempo, o que ainda não permite extrapolações de causa e efeito”, pondera a nutricionista Mônica Beyruti, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).
A resposta seria “sim”, pelo menos para mulheres que passaram pela menopausa