A Maldição do Farol … Bem vindos ao lar (parte um)

Nada como um passeio a beira mar para espantar o tédio. Mas cuidado, algumas tardes amenas podem tomar rumos totalmente surpreendentes, e sinistros.
O casal enamorado havia decidido deixar o agito para trás e partir em busca de natureza selvagem e aventura. Um feriado prolongado foi a deixa para colocar o plano em prática. Nando e Beto estavam apaixonados e a praia de areias brancas e água doce pareceu o cenário ideal para o clima de romance. Decidiram não comentar a viagem com ninguém, e embarcaram empolgados no carro rumo a lagoa.
Tudo estava perfeito naquela sexta-feira a tarde, Nando havia recebido uma nova oportunidade na agência e estava muito, muito feliz, os dois tinham gostos parecidos e a companhia um do outro sempre era muito bem vinda. A estrada de terra e areia por vezes era de difícil acesso, mas o 4×4 dava conta do recado, deixando a aventura mais emocionante.
Depois de escolher bastante na internet, eles preferiram uma pousada que ficava há uns cinco quilômetros da praia, pois tinha mais espaço e infraestrutura…se bem que os planos, na verdade, era só dormir lá mesmo, eles queriam aproveitar muito a natureza. Só não optaram por barracas porque Beto tinha dificuldade para dormir, e talvez os barulhos noturnos o afetassem de alguma forma.
Chegaram ao vilarejo no início da noite, a Lua estava estupenda, e o jantar romântico fechou esse dia com chave de ouro. No sábado pela manhã, bem cedo, os rapazes colocaram as coisas no carro e foram se aventurar na orla da lagoa, ansiosos por conhecer melhor a região. A visão da lagoa calma e mansa era de encher os olhos e o coração, e eles deram as mãos, enlevados.
Pássaros em seu habitat, muito junco, aguapés…o céu limpo…o paraíso é aqui! Era exatamente isso que Nando estava pensando quando uma pessoa apareceu do nada, acenando.
-Bom dia!
-Bom dia, em que podemos ajudar? Perguntou Nando.

  • Vocês estão indo aonde?
  • Conhecer a região… porque a curiosidade?
  • Amigos, essa época do ano não é aconselhável se aventurar por aqui …
  • Sério?! Porquê? Vai atrapalhar sua pescaria? Perguntou Beto, irritado.
  • Quisera fosse isso, mas não, ninguém pesca durante a maré negra…
  • Maré negra, como assim?
  • Já ouviram falar em areia movediça? Questiona Pedro, nativo dali.
  • Claro, colega…mas na África, Amazônia… não aqui…
  • Devo alertar que é muito perigoso, que muitos nunca sequer foram encontrados, e os raros que voltaram, nunca mais foram os mesmos…disse Pedro, e se afastou.
  • Obrigado amigo, não esquenta, não! Grita Nando, enquanto Pedro se afasta.
  • Fiquem longe das bocas d’água… responde Pedro já longe…
    Os namorados deram muita risada disso, confiantes que estavam no seu amor, na juventude, e no jipe…

continua…

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Myers-Briggs: a real sobre o teste das 16 personalidades

Gustav Jung e Sigmund Freud eram grandes amigos no começo do século 20. Os pesos-pesados da psicologia moderna se conheceram pessoalmente em 1907, em Viena. O austríaco Freud, 19 anos mais velho, encantou-se com a genialidade do suíço Jung, que, aos 32, trabalhava como psiquiatra e professor universitário.

Eles continuaram a se encontrar e a trocar centenas de cartas. Pelo trabalho de Jung, Freud o considerava seu sucessor na recém-criada psicanálise: ele seria o jedi; Jung, o padawan.

Mas não foi bem assim. Jung não concordava que as motivações da mente partiam da sexualidade, enquanto Freud (ateu convicto) se opôs completamente ao misticismo que há na psicologia de Jung. Essas divergências teóricas levaram, em 1912, a um rompimento digno de música sertaneja. O suíço passou os três anos seguintes na sofrência: recluso, sem ler, escrever ou dar aulas.

Nesse período dark, Jung refletiu sobre a sua relação com Freud. E chegou a uma conclusão: as divergências rolaram porque os dois tinham personalidades diferentes. Concluiu que Freud era um extrovertido – alguém que se sente à vontade em uma multidão, e que prefere compartilhar com outras pessoas os seus problemas para resolvê-los; e que ele, Jung, seria introvertido – alguém que opta pelo mundo interior, que usa a solidão como combustível para recarregar as energias.

INTP, ESTJ, ESFP… O questionário que classifica pessoas em categorias demarcadas por quatro letrinhas é tratado como algo sacrossanto por departamentos de recursos humanos e parte dos psicólogos. Mas, afinal: ele funciona mesmo?

Myers-Briggs: a real sobre o teste das 16 personalidades

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “DEPOIS DA TEMPESTADE DE AREIA, CHUVA TÓXICA” no YouTube

Nosso planeta está respondendo à altura toda degradação e desrespeito? Ou são eventos totalmente normais?

Tenho minha opinião… No Brasil as coisas estão bem complicadas, e é só o começo…

Meteoro Brasil!

 

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Assista a “A VOZ DO SILÊNCIO de Helena Blavatsky – Comentários Filosóficos Prof. Lúcia Helena Galvão” no YouTube

A. Professora Lúcia Helena Galvão trazendo a tona grandes verdades sobre a vida e obra da grande Helena Blavatsky. Imperdível!

Nova Acrópole aqui!

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Mágicas Imagens ✨✨

Farol Cristóvão Pereira… Mostardas RS Brasil

Gratidão…por Fernando Pessoa

‘Quero ignorado, e calmo
Por ignorado, e próprio
Por calmo, encher meus dias
De não querer mais deles.

Aos que a riqueza toca
O ouro irrita a pele.
Aos que a fama bafeja
Embacia-se a vida.

Aos que a felicidade
É sol, virá a noite.
Mas ao que nada espera
Tudo que vem é grato.”

🌻 Fernando Pessoa

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O bruxismo está à solta

A tensão dos últimos tempos não poupou ninguém. Nem a boca. Um dos reflexos de toda a reviravolta que enfrentamos por causa da Covid-19 foi o aumento nos casos de bruxismo, uma condição que faz a pessoa pressionar e desgastar inconscientemente os dentes, inclusive ao dormir.

A constatação vem de estudos mundo afora. Um deles reuniu pesquisadores poloneses e israelenses e analisou quase 1 800 cidadãos desses dois países. Os cientistas apuraram e cruzaram os efeitos da ansiedade e da preocupação despertadas pela pandemia com os índices de bruxismo e disfunção temporomandibular (DTM), quadro que provoca alterações e dores na articulação que liga a mandíbula ao crânio. O resultado foi claro: ambos foram intensificados.

Especialistas brasileiros chegaram a conclusões semelhantes examinando os próprios… dentistas. Num trabalho envolvendo a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade de São Paulo (USP) em Bauru, observaram, entre 641 profissionais de odontologia, que ficar confinado teve mais repercussões negativas no estado dos entrevistados do que trabalhar ativamente. De modo geral, a situação levou a uma piora na qualidade do sono e a sintomas de bruxismo em mais da metade do grupo.

Na mesma linha, um levantamento englobando 50 alunos de pós-graduação em odontologia e psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) revela, em seus achados preliminares, que os casos de bruxismo durante o sono mais que triplicaram (pulando de uma incidência de 8 para 28% no período pandêmico) e os do chamado bruxismo de vigília, aquele que ocorre com a pessoa acordada, dobraram (mudança de 6 para 12%).

Os profissionais têm sentido o impacto detectado pelos estudos no seu dia a dia de consultório. “Não há dúvida de que este momento tão complicado que estamos encarando tem ligação com esse tipo de problema. Inclusive, uma análise feita pela Associação Americana de Odontologia indica que queixas de bruxismo tiveram um aumento de mais de 50% por lá, e aqui não é diferente”, diz a dentista Juliana Stuginski Barbosa, pesquisadora da USP de Bauru e membro da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.

Apertar e ranger os dentes tem tudo a ver com estresse. E a incidência do problema deu um salto! Saiba o que ele pode aprontar e como escapar dos seus danos

O bruxismo está à solta

publicado originalmente em Veja saúde

Prêmio internacional é lançado para prestigiar enfermeiros brasileiros

Eles estão na linha de frente, nos bastidores, na retaguarda e ao lado dos pacientes. São os enfermeiros, um grupo de mais de 1,6 milhão de brasileiros que, sobretudo na pandemia de Covid-19, demonstraram seu papel crucial no ecossistema de cuidado à saúde.

Para prestigiar esses profissionais e reconhecer quem trabalha para fazer a diferença, chega ao Brasil o Prêmio de Enfermagem Rainha Silvia da Suécia, uma iniciativa internacional que, idealizada pela majestade sueca, já conta com edições nesse país escandinavo, na Alemanha, na Lituânia, na Polônia, na Finlândia e nos Estados Unidos.

Organizada no Brasil pela healthtech Vibe Saúde, a premiação tem como temática em seu primeiro número “ideias, ações, projetos ou soluções transformadoras que impulsionam impacto social para a sociedade brasileira e que possibilitem um cuidado mais próximo e humanizado aos pacientes, além de projetos que envolvam cuidados especiais com idosos.”

A distinção é voltada a enfermeiros formados e estudantes de enfermagem do estado de São Paulo (a partir do ano que vem, outras regiões também serão contempladas). As inscrições acontecem pelo site oficial do prêmio e vão até 1º de novembro deste ano. As submissões serão avaliadas por um júri multidisciplinar e o profissional vencedor será anunciado no dia 23 de dezembro.

Prêmio de Enfermagem Rainha Silvia da Suécia ganha edição brasileira e vai revelar profissionais que fazem a diferença nos cuidados com a saúde

Prêmio internacional é lançado para prestigiar enfermeiros brasileiros

publicado originalmente em Veja saúde

Sonda lançada pela Nasa irá visitar oito asteroides ao longo de 12 anos

No último sábado (16), a sonda Lucy, da Nasa, decolou rumo aos asteroides próximos de Júpiter, conhecidos como Trojans ou asteroides troianos. A sonda passará por oito asteroides ao longo dos próximos 12 anos: Patroclus, Menoetius, Polymele, Orus, Leucus, DonaldJohanson, Eurybates e Queta. 

O objetivo da missão é explorar esses objetos cósmicos para entender como os planetas foram formados. Acredita-se que os asteroides troianos tenham surgido no início do Sistema Solar. Eles compartilham a mesma órbita que Júpiter – ou seja, estão à mesma distância do Sol. Os asteroides troianos estão divididos em dois grupos: um que fica “na frente” de Júpiter, chamado L5, e outro que fica “seguindo” o planeta, chamado L4. Veja abaixo.

 Os asteroides do grupo L4 são batizados em homenagem aos personagens homéricos do lado grego da Guerra de Tróia (como Euríbates, Polímelo e Leuco). Já os asteroides do grupo L5 recebem os nomes de personagens troianos (como Patroclus e Menoetius).

A sonda irá estudar a composição, densidade e estrutura de cada asteroide. O nome “Lucy” é uma homenagem ao hominídeo mais antigo já encontrado, batizado Lucy. O esqueleto de 3,2 milhões de anos levou às principais descobertas sobre a evolução humana. Da mesma forma, a Nasa acredita que os asteroides troianos podem revelar segredos sobre a evolução do Sistema Solar.

A sonda segue em direção a asteroides próximos a Júpiter. Acredita-se que eles sejam fragmentos de planetas – e possam explicar a evolução do Sistema Solar

Sonda lançada pela Nasa irá visitar oito asteroides ao longo de 12 anos

publicado originalmente em superinteressante

Bengala utiliza tecnologia de veículos autônomos para guiar deficientes visuais

Há cerca de 250 milhões de pessoas com deficiência visual no mundo. Muitas utilizam bengalas para se guiar, batendo o objeto no chão a fim de encontrar buracos ou obstáculos no caminho. Agora, engenheiros da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, resolveram recriar estes instrumentos, tornando-os mais modernos e autônomos.

O objetivo dos pesquisadores não era apenas adicionar sensores que apitam quando um objeto está atrapalhando a passagem. Na verdade, eles queriam desenvolver um acessório capaz de identificar o obstáculo, dizer o que ele é e desviar dele. Mais do que isso, o produto recém desenvolvido também deveria funcionar como um guia, levando o usuário até o destino planejado, fosse ele uma cafeteria no bairro ou uma loja no shopping.

Para chegar em algo do tipo, os pesquisadores utilizaram o sensor LIDAR (sigla em inglês para detecção de luz e alcance). Essa tecnologia é aplicada em carros e aeronaves autônomas, e utiliza lasers para identificar objetos próximos e medir a distância até eles. Foram adicionados também sensores comumente empregados em smartphones, como GPS, acelerômetros, magnetômetros e giroscópios, usados para monitorar posição, velocidade e direção do usuário.

O objeto, que custou US$ 400 aos pesquisadores da Universidade Stanford, ajudou a aumentar a velocidade da caminhada de deficientes visuais em 18%.

Bengala utiliza tecnologia de veículos autônomos para guiar deficientes visuais

publicado originalmente em superinteressante