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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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“Hoje não podeis ver e nem ouvir, e é melhor assim. Mas um dia, o véu que cobre os vossos olhos será retirado pelas mãos que o teceram, e a argila que obstrui os vossos ouvidos será retirada pelos dedos que a amassaram. Então vereis, então ouvireis. E não deplorareis ter conhecido a cegueira e a surdez, pois,naquele dia, conhecereis a finalidade oculta de todas as coisas e bendireis as trevas como bendireis a luz.”
🌷Khalil Gibran

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“…Ela pensou em desistir, quando achou que tudo tinha terminado e que a Terra das Fadas havia mergulhado para sempre no esquecimento. Foi então que, em algum lugar do mundo, uma criança olhou com os olhos da alma um pôr do sol, e podendo ver no horizonte o sobrevoar mágico dos elementais, deu Graças ao Universo pela beleza que existe em tudo e em todos… Neste momento singelo, a Terra das Fadas renasceu, e é assim a cada nascer e pôr do sol desde então…”

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Camboriú SC Brasil
A semana começa bem.
Ecologia, ativismo e natureza…
É o Repórter Eco!

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Antropólogo, professor de história, especializado na Antiguidade egípcia e greco-romana, o americano Travis Rupp soma ao currículo um ofício surpreendente – e que deve ser divertido: arqueólogo de cerveja.
Ele não se limita a pesquisar vestígios para descrever receitas e costumes antigos relacionados à bebida. Entre 2016 e 2020, Travis liderou um projeto científico especial na Avery Brewing: ressuscitar cervejas do passado. Com base na documentação sobrevivente, pesquisa de contexto histórico e até estimativas de como seriam as águas em cada tempo e lugar, ele entrou em laboratório para descobrir se o que nossos antepassados bebiam poderia ser chamado de cerveja hoje. E se a coisa era palatável. (Spoiler: era.)
Nesse projeto, chamado “Cervejas da Antiguidade” (o nome em inglês é mais interessante: Ales of Antiquity é um trocadilho com Tales of Antiquity – “Contos da Antiguidade”), ele recriou cervejas vikings, do período Inca no Peru e, indo mais longe, até do Egito Antigo. Mas o projeto que mais deu trabalho nessa série foi o que recuperou, em 2019, um tipo de bebida que se espalhou pelo mundo a partir do fim do século 18 e que, hoje, é praticamente sinônimo de cerveja artesanal: a India Pale Ale (IPA).
Séculos atrás, essa cerveja premium ganhou mais álcool e lúpulo para suportar as navegações da Inglaterra até a Ásia. Conheça a história da India Pale Ale.
A amarga saga da IPA
publicado originalmente em superinteressante

Nosso genoma é formado por sequências de quatro bases nitrogenadas, representadas pelas iniciais A, C, G e T — obra da natureza. Mas estudiosos criaram duas letras a mais em laboratório para maximizar o potencial de produção de proteínas com capacidade terapêutica.
Quem está por trás é a plataforma Synthorin, adquirida pela Sanofi, que utiliza mais duas bases artificiais, X e Y, para confeccionar medicamentos.
A primeira frente de batalha é o câncer. Um dos remédios que é fruto dessa tecnologia já passa por pesquisas de fases 1 e 2 com pacientes oncológicos graves.
“Ele tem se mostrado muito seguro e já temos dados de eficácia, embora não seja o efeito comparado ao de outros tratamentos”, conta Bernardo Soares, diretor médico da Sanofi Genzyme do Brasil.
A estratégia, que poderá ser combinada a outras terapias, avança nos testes com a perspectiva de receber aval regulatório nos próximos anos.
+ Leia também: A revolução genética
A tecnologia pode revolucionar a oncologia. Entenda:
Cientistas ampliam as bases genéticas e conseguem montar remédios inovadores
Novas letras no DNA para combater tumores
publicado originalmente em Veja saúde
Vamos aprender um bolo de côco super prático?
Isso, vai passar um cafezinho…
Isamara Amâncio aqui!

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“Tartarugas conhecem as estradas melhor do que os coelhos.”
🌻Khalil Gibran

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Por Maria Clara Rossini
A Austrália é o paraíso do surfe. A costa leste do país tem até uma cidade com esse nome, Surfers Paradise. Mesmo assim, eles têm uma conquista esportiva associada a lugares gelados – que o Brasil nunca chegou perto de alcançar: uma medalha de ouro numa Olimpíada de Inverno.
Nos Jogos de Salt Lake City (EUA), em 2002, o australiano Steven Bradbury competia na final da patinação de velocidade, em que os atletas devem completar dez voltas em uma pista oval. Durante nove delas, ele não saiu do último lugar. Até que a sorte (ou o azar dos outros) lhe sorriu. A poucos metros da linha de chegada, um dos atletas caiu, causando uma reação em cascata que derrubou todos os outros. Ou quase todos. Esse tombo coletivo deixou o caminho livre para Bradbury deslizar para a vitória. Até hoje, a Austrália é o único país do Hemisfério Sul a ganhar um ouro em Jogos de Inverno.
As Olimpíadas de Inverno de 2022 começam no dia 4 de fevereiro, em Pequim. Dez atletas olímpicos e seis paralímpicos irão representar os brasileiros. Entenda como o Brasil (e outros países tropicais) passaram a competir nos esportes em que o frio faz parte da regra.
Como os países tropicais conquistaram as Olimpíadas de Inverno