Quem nunca?!
É incrível,mas se não prestarmos atenção caímos sempre na armadilha da auto piedade…
Monja Coen aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Quem nunca?!
É incrível,mas se não prestarmos atenção caímos sempre na armadilha da auto piedade…
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“A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes.”

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Cientistas das universidades americanas de Harvard e Emory construíram o primeiro “peixe” artificial que usa as contrações de células cardíacas para nadar por conta própria – projeto que representa um avanço nas pesquisas de tratamentos cardíacos.
O peixinho “biohíbrido” foi construído a partir de papel, gelatina, uma barbatana de plástico e duas tiras de tecido muscular cardíaco – derivado de células-tronco humanas. Uma camada de tecido fica no lado esquerdo da cauda do peixe, a outra no lado direito, e as contrações musculares impulsionam o peixe na água.
Os pesquisadores se inspiraram no movimento de natação dos peixes-zebra para criar o dispositivo, em que cada contração muscular resulta em um alongamento do lado oposto da cauda.
Eles também projetaram uma espécie de marca-passo, que controla o ritmo e a frequência das contrações espontâneas. Com esse sistema, o peixe se moveu de forma autônoma por mais de cem dias – o que equivale a 38 milhões de batimentos.
Os resultados do experimento foram publicados na revista Science. Confira a natação do peixe biohíbrido no vídeo abaixo.
As contrações musculares impulsionaram o dispositivo na água por mais de cem dias. Objetivo final dos pesquisadores é construir um coração artificial humano. Assista ao vídeo
Cientistas constroem peixe artificial a partir de células cardíacas humanas.
publicado originalmente em superinteressante
Book of Days…⏳📜
Um dia, uma noite, um momento,
One day, one night, one moment,
Meus sonhos podem ser, amanhã.
My dreams could be, tomorrow.
Um passo, uma queda, um vacilo,
One step, one fall, one falter,
Leste ou oeste, sobre a terra ou oceano.
East or west, over earth or by ocean.
Uma maneira de ser minha jornada,
One way to be my journey,
Esse caminho pode ser meu Livro dos Dias.
This way could be my Book of Day.
Ó lá vai lá, mo thuras,
Ó lá go lá, mo thuras,
An bealach fada romham.
An bealach fada romham.
Ó oíche go hoíche, mo thuras,
Ó oíche go hoíche, mo thuras,
Na scéalta nach mbeidh a choích.
Na scéalta nach mbeidh a choích.
Sem dia, sem noite, sem momento,
No day, no night, no moment,
Pode me impedir de tentar.
Can hold me back from trying.
Eu vou cair, vou cair, vou vacilar,
I’ll flag, I’ll fall, I’ll falter,
Eu descobrirei que meu dia pode ser, Longe e Longe.
I’ll find my day may be, Far and Away.
Longe e distante.
Far and Away.
Um dia, uma noite, um momento,
One day, one night, one moment,
Com um sonho em que acreditar.
With a dream to believe in.
Um passo, uma queda, um vacilo,
One step, one fall, one falter,
E uma nova terra em um vasto oceano.
And a new earth across a wide ocean.
Este caminho se tornou minha jornada,
This way became my journey,
Este dia termina juntos, Longe e Longe.
This day ends together, Far and Away.
Este dia termina juntos, Longe e Longe.
This day ends together, Far and Away.
Longe e distante.
Far and Away.
⏳✨📜✨
Fonte: LyricFind
Compositores: Eithne Ni Bhraonain / Nicky Ryan / Roma Shane Ryan
Letra de Book Of Days © Sony/ATV Music Publishing LLC

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“Primeiro vieram as flores
Sem elas, nenhuma chance
Depois cogumelos e a verde grama
Então de um sonho tão lindo
Nasceram as criaturas mais doces
Esses amores tão puros
Voam alto, cantam e sussurram
Colorindo e perfumando o mundo
Quem acredita em fadas,
Sabe bem do que estou falando…”


Camboriú SC Brasil
Sinto minh’alma pesada
Meu ânimo abalado
Minha essência carente…
Mais um dia,
E para tantos só mais um
Mas para quem sofre?!
Quem é sensível?!
Me sinto parte de tudo
Impotente diante do caos
Indignada neste absurdo
Nesse precipício sem fundo
Vou estender as mãos
Tentar alcançar a borda
Meu espírito pensante,
Acredita na Luz
Meu ego machucado
Quer justiça a qualquer preço…
Quer a vida de volta
Novamente procuro nas palavras
Motivos para acreditar
Que amanhã será melhor
Que o ser humano vale a pena
A beira do poço está perto
Quase posso tocar
Prossigo ✨✨

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“Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.”
🌻Dalai Lama

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A fauna brasileira é riquíssima e bela.
Hoje vamos conhecer o graxaim…que fofo!
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Por Fabiana Schiavon
Crianças em todo o mundo tiveram de ficar longe de creches e escolas por períodos diferentes durante o isolamento devido à pandemia de coronavírus. Elas também deixaram de passear e conviver com amigos e parentes. Pois pesquisadores de 13 países se uniram para descobrir como essas medidas impactaram no aprendizado de bebês de 8 até 36 meses.
O estudo começou em março de 2020, quando pais forneceram dados básicos sobre seus filhos, como idade, número de irmãos, exposição a diferentes línguas e desenvolvimento de vocabulário. Novas perguntas foram feitas após o fim do lockdown, dessa vez sobre as atividades realizadas no isolamento, tempo de tela e quantidade de palavras aprendidas nessa fase.
Os países participantes foram Canadá, França, Alemanha, Israel, Noruega, Polônia, Arábia Saudita, Suíça, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos e Bulgária. Não houve comparações em relação à duração ou severidade do isolamento, que foram diferentes em cada país.
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Como esperado, pais que leram mais para seus filhos relataram o aprendizado de mais palavras do que aqueles que não se dedicaram tanto a esse hábito. E crianças com maior exposição às telas aprenderam menos palavras em relação àquelas que passavam menos tempo diante de televisão, tablets e afins.
O que surpreendeu é que os pequenos que não tinham tanto o hábito de ficarem conectados e aumentaram esse consumo durante a pandemia também tiveram ganhos de linguagem.
“Embora isso sugira que o isolamento relativamente curto não afetou negativamente o desenvolvimento da linguagem de crianças pequenas, devemos ser cautelosos ao assumir que isso se aplicaria a tempos normais ou a bloqueios mais longos, dadas as circunstâncias extraordinárias que as crianças e seus pais enfrentaram durante esse período”, avaliou Natalia Kartushina, professora da Universidade de Oslo, na Noruega, que liderou essa parte da pesquisa, publicada na revista Language Development Research.
Um segundo braço do trabalho se dedicou a avaliar exclusivamente o aumento no tempo de exposição às telas durante o lockdown e a aquisição da linguagem. A iniciativa foi liderada pela Universidade de Göttingen, na Alemanha, com o Instituto Max Planck de Psicolinguística, na Holanda, e a Universidade de Ciências Aplicadas e Artes da Suíça Ocidental.
Pesquisadores de 13 países investigaram o impacto da quarentena na aquisição de linguagem. Bebês que tiveram contato com livros se deram melhor
Estudo avalia aprendizado de bebês que ficaram isolados na pandemia
publicado originalmente em Veja saúde