Através das mudanças climáticas, da perda da biodiversidade e da poluição, os humanos estão destruindo a Terra e tornando-a um planeta cada vez mais inabitável, afirma um relatório das Nações Unidas divulgado na data 18/02/2021. Jornal Grande Bahia Diferente de relatórios anteriores da ONU, que costumam focar num problema e evitam orientar os governos sobre […] […] […]
Ter uma visão irreal do próprio corpo, padecendo com isso, é o que define o transtorno dismórfico corporal (TDC). E uma pesquisa conduzida pelo médico Alexandre Kataoka, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), com 38 mulheres submetidas a plásticas, constatou que 44% delas ainda apresentam sintomas do distúrbio após a intervenção. “Se a insatisfação persiste depois das mudanças, significa que é preciso avaliar melhor a indicação do procedimento”, afirma o cirurgião. Segundo ele, o ideal é ter um psicólogo envolvido no processo antes da operação, porque, se o paciente tiver TDC, a cirurgia deve ser postergada até o tratamento efetivo do transtorno. “Nunca o corpo da pessoa vai ficar igual ao que ela vê na mídia. E não podemos realizar mudanças em alguém que não consegue enxergar sua própria realidade”, esclarece o especialista.
Cientistas franceses descobriram que pessoas com narcisismo patológico — outra condição que altera a autoimagem — apresentam uma redução na região da massa cinzenta responsável pela compaixão. Com base nessas pistas, pesquisadores começam a investigar agora se pessoas com TDC também teriam mudanças cerebrais.
Muitas mulheres que já fizeram cirurgias estéticas ainda sofrem em frente ao espelho, conclui estudo