Muita gente não usa protetor solar, mesmo sabendo de sua importância

O uso do protetor solar é o método mais importante na prevenção do câncer de pele. Quase todo mundo sabe disso, mas apenas 69% levam esse hábito a sério, segundo pesquisa feita pela HSR Health em parceria com a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale). Foram ouvidas mil pessoas de todas as regiões do Brasil.

Incorporar essa prática no dia a dia é essencial, já que a exposição excessiva ao sol é a principal causa de tumores malignos nesse órgão. Estudos apontam que a utilização do produto nos primeiros 20 anos de vida reduz o risco de câncer de pele em 78%.

“Há outros fatores para o câncer de pele, mas eles são bastante específicos e ocorrem com imunossuprimidos, como pessoas que realizaram transplantes, passaram por radioterapia ou têm raros tipos de infecção de pele”, explica Gerson Geraldo de Paula, dermatologista da Abrale.

O sol proporciona inúmeros benefícios à saúde, mas, para aproveitar o lado bom desse astro é preciso se proteger com filtros solares, evitar a exposição entre 9 e 15 horas, além de usar camiseta, óculos e chapéu.

“Durante 15 ou até 20 minutos tiramos vantagem do sol para a saúde da pele e absorvemos a vitamina D e outros nutrientes. Ultrapassando esse limite, ele começa a ser prejudicial”, avisa de Paula.

Apenas 69% de mil pessoas entrevistadas afirmam que utilizam o filtro solar com regularidade; homens são os mais imprudentes

Muita gente não usa protetor solar, mesmo sabendo de sua importância

publicado originalmente em Veja saúde

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Revoada de pássaros no Estreito em São José do Norte RS Brasil

Um lugar lindo…de natureza bruta e selvagem.

O Estreito em São José do Norte RS é assim…os pássaros, nem precisa comentar… espetáculo ! 👏👏👏

imagens do arquivo pessoal

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Seca no Parque Nacional da Lagoa do Peixe Tavares RS Brasil

Berçário com 60 milhões de ninhos de peixes é descoberto na Antártida

Imagine ter um sangue tão transparente quanto vodca. Os peixes da família Channichthyidae – conhecidos em inglês como icefish ou “peixes do gelo” – não carregam uma única molécula de hemoglobina no sangue. Em humanos, essa proteína presente nas hemácias é responsável por transportar oxigênio e dar a cor avermelhada ao sangue. 

Os “peixes de gelo” não precisam de hemoglobina ou hemácias, já que toda sua pele funciona como um grande pulmão, absorvendo oxigênio diretamente da água ao redor. Isso permite que eles suportem temperaturas em torno de 1 ºC – apenas o suficiente para a água não congelar. Nessas temperaturas, os glóbulos vermelhos se tornam mais difíceis de bombear, e poderiam congelar facilmente.

O hack adaptativo deu certo. Esses peixes vivem relativamente escondidos dos humanos no mar da Antártida. Pesquisadores do Instituto Alfred Wegener, na Alemanha, descobriram um berçário de icefish no fundo do Mar de Wenddell, próximo à península antártica. Estima-se que a área esteja coberta com mais de 60 milhões de ninhos – caracterizando-o como o maior berçário de peixes já descoberto. A pesquisa foi publicada no periódico Current Biology.

A colônia de peixes foi encontrada pela primeira vez em fevereiro de 2021. A embarcação RV Polarstern filmou o fundo do Mar Wenddell enquanto enviava as imagens à equipe de pesquisadores. A embarcação encontrou mais de 16 mil ninhos durante quatro horas de navegação. Após mais duas pesquisas de campo, os cientistas estimaram uma área de 240 quilômetros quadrados coberta por ninhos – separados por apenas 25 centímetros entre si.

Cada ninho tem 1,7 mil ovos e é protegido por um peixe adulto. Até então, pesquisadores só haviam encontrado berçários com, no máximo, 40 ninhos dessa espécie. Os cientistas acreditam que a abundância de ninhos tenha a ver com a temperatura da água no local, que é 2 ºC mais alta do que os arredores. Essa porção de água também tem muitos plânctons, que servem de comida aos filhotes quando os ovos racham.

Localizado no Mar de Wenddell, esse pode ser o maior berçário de peixes já descoberto. Entenda como esses animais sobrevivem às temperaturas congelantes.

Berçário com 60 milhões de ninhos de peixes é descoberto na Antártida

publicado originalmente em superinteressante

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