A abundância de microplásticos nos oceanos e lixo plástico em terra parece ter induzido uma adaptação evolutiva em várias espécies de micróbio, que aprenderam a produzir enzimas capazes de decompor o plástico. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado por cientistas suecos, que analisaram amostras de DNA coletadas em 38 países (1).
Os pesquisadores encontraram 30 mil enzimas, que são capazes de degradar 10 tipos diferentes de plástico. Segundo eles, há uma relação direta entre a poluição plástica em cada local avaliado e a quantidade de enzimas decompositoras encontradas nele.
Nos oceanos, as bactérias mais adaptadas a comer plástico são as das classes Alphaproteobacteria e Gammaproteobacteria. Atualmente, a humanidade produz mais de 300 milhões de toneladas de plástico por ano, dos quais apenas 7,7 milhões são reciclados.
Fonte 1. Plastic-Degrading Potential across the Global Microbiome Correlates with Recent Pollution Trends. J Zrimec e outros, 2021.
Poluição ambiental leva à evolução dos microorganismos – que já são capazes de digerir 10 tipos de plástico
Moradores e turistas do balneário de Alter do Chão, localizado em Santarém, veem crescimento da mineração como causa do fenômeno Fonte: Garimpo ilegal: barro escurece águas do ‘Caribe Amazônico’ em Alter do Chão – Rede Brasil Atual Garimpo ilegal: barro escurece águas do ‘Caribe Amazônico’ em Alter do Chão — Brasdangola Blogue
Incorporar essa prática no dia a dia é essencial, já que a exposição excessiva ao sol é a principal causa de tumores malignos nesse órgão. Estudos apontam que a utilização do produto nos primeiros 20 anos de vida reduz o risco de câncer de pele em 78%.
“Há outros fatores para o câncer de pele, mas eles são bastante específicos e ocorrem com imunossuprimidos, como pessoas que realizaram transplantes, passaram por radioterapia ou têm raros tipos de infecção de pele”, explica Gerson Geraldo de Paula, dermatologista da Abrale.
O sol proporciona inúmeros benefícios à saúde, mas, para aproveitar o lado bom desse astro é preciso se proteger com filtros solares, evitar a exposição entre 9 e 15 horas, além de usar camiseta, óculos e chapéu.
“Durante 15 ou até 20 minutos tiramos vantagem do sol para a saúde da pele e absorvemos a vitamina D e outros nutrientes. Ultrapassando esse limite, ele começa a ser prejudicial”, avisa de Paula.
Apenas 69% de mil pessoas entrevistadas afirmam que utilizam o filtro solar com regularidade; homens são os mais imprudentes