A startup brasileira In Situ Terapia Celular desenvolveu, com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da Fapesp, um biocurativo para o tratamento inteligente de feridas e queimaduras.
O produto, que tem a aparência de uma lente de contato, é obtido a partir de células-tronco e de um hidrogel, impresso a partir em uma bioimpressora 3D. Ele pode ser aplicado diretamente sobre a pele, de forma mais eficiente em relação às opções atuais.
Da Vinci não se casou e nem teve filhos. Mas os pais dele garantiram que o DNA da família fosse passado para frente: seu pai, Ser Piero, um notário florentino, teve outros 17 filhos. Já a mãe, uma jovem camponesa chamada Caterina di Meo Lippi, contribuiu com outros cinco. Em resumo, da Vinci tinha 22 meios-irmãos.
Os historiadores italianos Alessandro Vezzosi e Agnese Sabato passaram boa parte dos últimos anos organizando a árvore genealógica do pintor. A dupla foi capaz de traçar 690 anos de história, passando por 21 gerações da família. E, para a surpresa de muitos, encontraram agora 14 pessoas vivas que possuem parentesco com da Vinci. O estudo foi publicado na revista científica Journal of Human Evolution.
Para fazer isso, os pesquisadores desenvolveram uma árvore genealógica que atravessa 21 gerações. Cientistas pretendem estudar o DNA da família em busca de relações com certas características do artista
Petra é uma cidade pré-histórica, muitas vezes chamada de Cidade Rosa. Este sítio arqueológico esculpido nas falésias de arenito vermelho é localizado no deserto da Jordânia que durante o século 4 aC, foi um próspero centro comercial da civilização nabateia.
Atualmente o local conta com 102 quilômetros quadrados, mas isso significa apenas 15% do total, já que 85% do lugar ainda está enterrado no subsolo.
Petra é uma cidade pré-histórica, muitas vezes chamada de Cidade Rosa
Homens Yanomami com arcos e flechas, pintura corporal e enfeites de penas, Amazonas, Venezuela – foto: Barbara Brändli
« Você não entende por que queremos proteger nossa floresta? Me pergunte, eu vou te responder! Nossos ancestrais foram criados com ele no início dos tempos. Desde então, nosso povo comeu sua caça e seus frutos. Queremos que […]
A mensagem contra Jair Bolsonaro que o professor Luiz Carlos de Oliveira e a pedagoga Dirlene de Oliveira estampavam em suas camisas por pouco não os impediu de receber a segunda dose da vacina AstraZeneca, nesta segunda (12). Eles foram avisados por um militar que, por ordem do comando, não seriam ser imunizados no quartel dos Bombeiros da Avenida Ayrton Senna, na Barra, se não trocassem de roupa.
Local da imunização era o quartel do Corpo de Bombeiros, na Barra; comandante diz que abrirá sindicância para apurar o que houve