“Uma flor nasceu na rua! Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu. É feia. Mas é flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.”
Em meio a manifestações dos povos originários pelos seus direitos , talvez fiquem algumas dúvidas sobre o que estes irmãos já passaram e continuam passando.
Meteoro Brasil dá uma aula de história , são fatos e fotos reais que nos dão uma dimensão da crueldade com que foram dizimados nossos antepassados ,sim, nossos antepassados…pois quem não têm sangue indígena ( como eu ) com certeza é humano ,e faz parte da mesma saga.
Que nos sirva de alerta e lição… ninguém nunca deveria ter de abrir mão de sua cultura, crenças e terras na base do facão, arma de fogo e todo tipo de barbaridade.
O Tiranossauro Rex nem sempre foi o rei dos dinossauros. Na verdade, durante a maior parte da existência dos dinossauros, ele nem estava lá (os primeiros dinos surgiram há 230 milhões de anos, e o T. Rex só apareceu há 70 milhões de anos). Antes dele, um dos répteis que botava medo dos outros bichos era o Ulughbegsaurus uzbekistanensis, uma espécie de carcarodontossauro descrita recentemente.
Carcharodontosaurus é um gênero de dinossauro que viveu há cerca de 100 milhões de anos. O nome vem do latim e significa “lagarto com dente de tubarão”, justamente pelos dentes afiados característicos desses animais. Ele andava nas duas patas traseiras e tinha braços curtinhos. Os tiranossauros já existiam nessa época, mas eram bem menores quando comparados aos carcarodontossauros ou mesmo ao T. Rex, que surgiu depois.
O Ulughbegsaurus uzbekistanensis era duas vezes maior que os tiranossauros da sua época. Sua extinção abriu espaço para que a concorrência aumentasse de tamanho.
Mas que pampa é essa que eu recebo agora Com a missão de cultivar raízes Se dessa pampa que me fala a história Não me deixaram nem sequer matizes
Passam as mãos da minha geração Heranças feitas de fortunas rotas Campos desertos que não geram pão Onde a ganância anda de rédeas soltas
Se for preciso, eu volto a ser caudilho Por essa pampa que ficou prá trás Porque eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai
Que pampa é essa que eu recebo agora Com a missão de cultivar raízes Se dessa pampa que me fala a história Não me deixaram nem sequer matizes
Passam as mãos da minha geração Heranças feitas de fortunas rotas Campos desertos que não geram pão Onde a ganância anda de rédeas soltas
Se for preciso, eu volto a ser caudilho Por essa pampa que ficou prá trás Porque eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai Eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai
Herdei um campo onde o patrão é rei Tendo poderes sobre o pão e as águas Onde esquecido vive o peão sem lei De pés descalços cabresteando mágoas
O que hoje herdo da minha grei chirua É um desafio que a minha idade afronta Pois me deixaram com a guaiaca nua Para pagar uma porção de contas
Se for preciso, eu volto a ser caudilho Por essa pampa que ficou prá trás Porque eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai Eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai
Se for preciso, eu volto a ser caudilho Por essa pampa que ficou prá trás Porque eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai Não, não eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai Não eu não quero deixar pro meu filho A pampa pobre que herdei de meu pai
A pampa pobre que herdei de meu pai
🐴 Fonte: MusixmatchCompositores: Gaucho Da Fronteira / Vaine Darde
Os mercenários do mercado editorial são os ghost writers: escritores profissionais pagos para escrever trabalhos que serão assinados por outras pessoas.
Esses redatores-fantasma são mestres do ofício: enquanto autores comuns se esforçam para forjar um estilo cativante e facilmente reconhecível, ghost writers são camaleões, capazes de emular diferentes vozes conforme as exigências da encomenda. Por exemplo: Tom Clancy, que escrevia best sellers com histórias de espionagem da Guerra Fria, ficou tão famoso que usou assombrações editoriais para multiplicar sua produção nos bastidores.
O tema veio à tona nesta quinta-feira (9), quando Bolsonaro pediu desculpas pela balbúrdia no Dia da Independência em uma nota oficial. A internet teve um ligeiro surto ao saber que o texto teve uma mãozinha – ou melhor, um braço inteiro – de Michel Temer. “Ele colaborou com algumas coisas na nota, eu concordei e publicamos”, disse o atual presidente à imprensa. Seu antecessor não foi um camaleão muito eficaz: a redação é exatamente a que se espera de um professor de Direito.
A internet veio abaixo ao descobrir que Temer redigiu a nota de desculpas de Bolsonaro. Mas a história dos ghost writers deixa claro: difícil é encontrar um poderoso que seja autor das próprias falas.
O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.
A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.
A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização