Um mundo paralelo onde tudo prospera ,e o governante ama e cuida do seu povo…
Que história linda, só que não!
Bob Fernandes em sua análise cirúrgica.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Um mundo paralelo onde tudo prospera ,e o governante ama e cuida do seu povo…
Que história linda, só que não!
Bob Fernandes em sua análise cirúrgica.

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Professora Lúcia Helena Galvão,nossa inspiradora mestra , em uma conversa muito produtiva.
Nova Acrópole no Mágica Mistura!

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Surpresa?…nem um pouco.
Enojada com as mentiras?…pode apostar.
Envergonhada?…sem palavras para expressar.
É o Brasil sendo mais uma vez humilhado pelo mito. Normal… só que não!
Henry Bugalho por aqui!

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Estima-se que 1% da população mundial sofra com epilepsia. Cerca de 70% das pessoas afetadas conseguem controlar o problema com auxílio de medicamentos, enquanto o resto não obtém sucesso nos tratamentos. Quando isso ocorre, a condição recebe o nome de epilepsia refratária.
Mas talvez exista uma intervenção não medicamentosa promissora para o tratamento desses pacientes: a Sonata para Dois Pianos em Ré Maior (K. 448) de Mozart. Em 1993, os pesquisadores americanos Gordon Shaw e Frances Rauscher demonstraram que essa música em particular melhorava o desempenho de crianças em tarefas envolvendo raciocínio espacial e temporal. Cinco anos depois, o neurologista John Hughes notou que pessoas com epilepsia, quando ouviam a sonata, apresentavam uma redução da atividade epileptiforme – impulsos elétricos que servem como biomarcadores epilépticos.
Durante estudos, pesquisadores notaram que a alternância entre as melodias da música “Sonata para Dois Pianos em Ré Maior (K. 448)” diminui a atividade epileptiforme – impulsos elétricos associados às crises epiléticas
Mozart acalma o cérebro de pessoas com epilepsia, mostra estudo. Veja por que
publicado originalmente em superinteressante

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)
– Pakyî e Tamandua, os dois únicos habitantes conhecidos que vivem na terra indígena Piripkura, tiveram um respiro. A portaria de restrição de uso da terra em Mato Grosso, na qual eles vivem isolados, venceria neste sábado (18), e o temor era de que a Funai (Fundação Nacional do Índio) não… Funai […]
Funai prorroga por 6 meses proteção legal da terra dos piripkura, indígenas isolados em MT — Ecoamazônia
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro
Talvez o maior escândalo da saúde na história do Brasil…sim, e com respaldo do desgoverno que está jogando o país cada vez em um buraco mais fundo.
Alucinações e fanatismo, charlatanismo e más intenções, é o Brasil de 2021.
Manda no zap por aqui !

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Praça central de Tavares RS Brasil
A vida já é doce,com essa banana deliciosa então…
Acompanhem com a Isamara Amâncio ❣️

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Para alguns cientistas, um pedregulho contendo pegadas e marcas das mãos é tão importante quanto uma escultura de Michelangelo. O que está em jogo não é o refinamento da obra, mas a história por trás da criação: as marcações surgiram muito antes do que qualquer artista – na verdade, podem ter surgido antes de qualquer humano moderno.
Uma pesquisa publicada no periódico Science Bulletin descreve o que pode ser a arte pré-histórica mais antiga do mundo. Marcações de pés e mãos fossilizadas no Planalto Tibetano datam de 169 mil a 226 mil anos a.C., segundo pesquisadores da Universidade de Guangzhou, na China. De acordo com a análise, elas devem ter sido feitas por crianças.
A datação ultrapassa qualquer registro de arte pré-histórica conhecido. Para efeito de comparação: uma intervenção artística recentemente atribuída aos neandertais foi feita há 64,8 mil anos, enquanto o desenho de um javali, tido como a arte figurativa mais antiga do mundo, tem 45,5 mil anos.
As marcações encontradas no Planalto Tibetano datam de 169 mil a 226 mil anos a.C. – e parecem ter sido feitas intencionalmente por crianças de 7 e 12 anos.
Impressão de mãos infantis pode ser a arte pré-histórica mais antiga do mundo
publicado originalmente em superinteressante
Como administrar o estresse do dia a dia no ambiente de trabalho?
Monja Coen tem a dica…

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