Desmatamento e seca se somam em nova temporada de fogo na Amazônia —

Há quase 5 mil quilômetros quadrados de área, quase quatro vezes o município de São Paulo, com vegetação derrubada e seca só esperando alguém chegar com o fogo. A estação seca de 2021 na Amazônia traz uma sobreposição de fatores que podem levar a um aumento na incidência do fogo. Uma nova análise feita por […] […]

Desmatamento e seca se somam em nova temporada de fogo na Amazônia —

Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

Há 66 milhões de anos, um asteroide causou uma extinção em massa na Terra. Ele caiu na Península de Yucatán, no México, e seu impacto desencadeou uma devastação ambiental levantando uma grande nuvem de poeira e bloqueando parte da luz solar. O evento resultou na extinção de cerca de 70% das espécies presentes na Terra, incluindo os dinossauros não-aviários – restaram apenas aqueles que deram origem às aves modernas.

Há milhões de anos um asteroide causou uma extinção em massa que desapareceu com quase todos os dinossauros. Mas cientistas defendem que esse teria sido apenas o golpe final.

Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

publicado originalmente em superinteressante

Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

A pandemia e o isolamento social influenciam – e muito – nossa saúde mental. Mas você já parou para pensar como os animais de estimação são afetados por esse contexto?

Um novo estudo, liderado por cientistas das Universidades de York e de Lincoln (ambas do Reino Unido), investigou mudanças no bem estar e no comportamento dos bichinhos a partir de relatos de seus respectivos donos. O estudo analisou associações entre essas mudanças e as alterações ocorridas na rotina diária e na saúde mental das pessoas com o lockdown.

Pesquisadores do Reino Unido entrevistaram mais de 5 mil pessoas para investigar o impacto do isolamento nos animais de estimação. Os cães apresentaram as piores mudanças no comportamento.

Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

publicado originalmente em superinteressante

Mágicas Imagens ✨✨

Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil

Mágicas Imagens ✨✨✨

Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil

Somos todos Xokleng pelo meio ambiente e contra o “marco temporal”

Por Joenia Wapichana, deputada federal (Rede/RR), nascida na Raposa Serra do Sol, Sonia Bone Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e Ana Patté, integrante da Apib e do povo Xokleng

O Supremo Tribunal Federal pode definir neste dia 30 os critérios definitivos para demarcação de terras indígenas, além de exorcizar de vez uma assombração que há anos nos persegue: a tese do “marco temporal”. O espectro se materializou durante o governo Michel Temer, quando a Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu o Parecer 001/2017, prevendo sua adoção. Bandeira criada por ruralistas, ela prega que só teriam direito à posse de suas terras os povos que nelas estivessem vivendo até o dia da promulgação da Constituição, 5 de outubro de 1988. Esse atropelo inconstitucional busca restringir o artigo 231 que trata do tema, para acabar com o reconhecimento dos “direitos originários” sobre nossos territórios. Ele está sendo usado para inviabilizar, retardar e reverter processos de demarcação, ajudando o presidente Bolsonaro a cumprir a promessa de campanha de não demarcar “nem um centímetro a mais” de terras indígenas. As conseqüências podem ser catastróficas. Há exemplos.

A Mata Atlântica foi tratada como “mato”. Hoje, reduzida a 12,4% do seu tamanho original, ela virou uma espécie de anúncio fúnebre do que pode vir a acontecer com a Amazônia. A história recente dos Xokleng está diretamente ligada a essa tragédia e serve de exemplo para a trajetória da maioria dos povos indígenas brasileiros, desde 1500. O STF nos aproximou ainda mais, ao tornar ação envolvendo a Terra Indígena (TI) Ibirama-Laklanõ, onde vivem, caso de repercussão geral. 

[…]

Somos todos Xokleng pelo meio ambiente e contra o “marco temporal”

publicado originalmente em blog do pedlowski

Decreto renova atuação das Forças Armadas na Amazônia — Ecoamazônia

Militares voltarão a atuar na repressão de delitos ambientais O presidente Jair Bolsonaro editou nesta segunda-feira (28) o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que autoriza novamente o emprego das Forças Armadas na repressão a delitos ambientais na Amazônia. 24 more words Decreto renova atuação das Forças Armadas na Amazônia — Ecoamazônia

Decreto renova atuação das Forças Armadas na Amazônia — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Assista a “Pedro Fruet | Brazil | A film narrated by Sir David Attenborough for the 2021 Whitley Awards” no YouTube

Em 2021, seis cientistas foram reconhecidos pela entidade internacional Whitley Fund for Nature. População de 90 botos na Região Sul do RS é ameaçada pela pesca. Iniciativa busca achar solução para reduzir mortalidade dos animais.

O biólogo brasileiro Pedro Fruet foi um dos seis vencedores do Prêmio Whitley 2021, distinção conhecida como “Oscar verde”, entregue pela entidade britânica Whitley Fund for Nature (WFN) em maio. O cientista atua na preservação da população de botos ameaçados pela pesca em Rio Grande, na Região Sul do Rio Grande do Sul.

O prêmio de 40 mil libras, o equivalente a cerca de R$ 300 mil, será destinado a ações de conservação dos cetáceos da região. O especialista afirma que há aproximadamente 90 botos vivendo nas águas do Sul do RS. A meta do projeto é reduzir a mortalidade dos animais em 40% nos próximos cinco anos.

Leia mais em G1

imagens da internet

Mágicas Imagens ✨✨✨

Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil

Assista a “Repórter Eco | 27/06/2021” no YouTube

A vida dos polvos… surpreendentemente inteligentes,eles ensinam e cativam pesquisadores pelo mundo…

Também as notícias da semana,com destaque para saída do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles.

Isso e muito mais,no Repórter Eco 💚

imagens do Pinterest