Minha vida é andar por esse país Pra ver se um dia descanso feliz Guardando as recordações das terras onde passei Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Chuva e sol, poeira e carvão Longe de casa, sigo o roteiro Mais uma estação E alegria no coração
Êh, saudade!
Minha vida é andar por esse país Pra ver se um dia descanso feliz Guardando as recordações das terras onde passei Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Mar e terra, inverno e verão Mostro o sorriso, mostro alegria Mas eu mesmo, não E a saudade no coração
Êh, saudade
Lula, olha o trem chegando!
Minha vida é andar por esse país Pra ver se um dia descanso feliz Guardando as recordações das terras onde passei Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Chuva e sol, poeira e carvão Longe de casa, sigo o roteiro Mais uma estação E alegria no coração
Ah, saudade, meu filho! Diga Lula Diga
Olha o trem chegando na estação É, tá cheio de gente! E o trem tá cheinho, meu filho Olha o povo lá É sinal de casa cheia Isso é bom, isso é bom
Lulinha!
Diga lá
Olha o povão Um dia eu chego lá devagar Não esquece do povão, meu filho Ah, sem pressa, sem pressa
Tá com saudade de vovô Januário?
Tô, mas sei que ele tá tocando lá em cima No forró animadissímo, deixa ele
Não se esqueça que tudo começou com ele, meu filho
E como é que é a história?
Ah, de pai pra filho (hein?)
De pai pra filho, desde 1912
Ih, deixa que eu levo pra frente Essa que é a história!
“A chuva sempre me fascinou , amo dias assim, tem muito jeito de bolinho com café, e, gente…cai água do céu, não é maravilhoso? Aproveitando para levar a alma e as ideias…a natureza é perfeita!”
O Dia Internacional dos Povos Indígenas é comemorado anualmente em 9 de agosto. O principal propósito desta data é conscientizar sobre a inclusão dos povos indígenas na sociedade, alertando sobre seus direitos, pois muitas vezes são marginalizados ou excluídos da cidadania. Outra finalidade é garantir a preservação da cultura tradicional de cada um dos povos indígenas, como fonte primordial de sua identidade. […] […]
“Parecia que finalmente o entardecer havia chegado e o violeta do horizonte trazia o prenúncio de uma doce noite que se aproximava…Maravilhada, ela deixou-se ficar um pouco mais na areia morna da praia, olhando aquele mar esmeralda que a luz do crepúsculo tingia de variados tons de magia. Ao longe, um solitário veleiro sumia e consumia os últimos raios de sol, e tal um amante apaixonado, se lançava entorpecido de amor rumo à charmosa Lua, dama encantada que a noite vinha enfeitiçar.”
“Foi em um amanhecer. Não um amanhecer qualquer, desses de cinema ou romance. Não, era um alvorecer especial, o vento uivava inclemente e a chuva batia com força nas janelas. Lá fora, as folhas dançavam loucas e dentro da cabeça dela tudo começava a tomar forma…uma ideia louca, um estalo. Sim, era isso, a busca iniciava ali. Com a certeza de que não teria um fim, ela sorriu satisfeita. E após se reconhecer inteira, viu ser impossível não continuar nesta caminhada infinita rumo ao autoconhecimento e ao Todo.”