Como são calculadas as calorias de um alimento?

valor calórico da comida é, literalmente, a quantidade de calor (ou energia) gerada por ela. O teor dos alimentos é contado em quilocalorias (kcal). Portanto, a cada 1 000 cal, temos 1 kcal. Mas você sabe como se descobre esse número? Descubra a seguir:

1. Bota na panela

O jeito clássico — e já nem tão usado hoje em dia — de determinar as calorias de um alimento é usar um equipamento chamado calorímetro. Tudo começa inserindo o item em questão dentro de uma câmara selada, fechando o compartimento e inundando os arredores com água.

2. Pega fogo

Essa câmara recebe oxigênio numa quantidade superior à atmosférica, e um fio de ignição, conectado a uma rede elétrica, promove um curto-circuito para queimar o alimento. O calor gerado pela combustão aquece a água ao redor. E esse aquecimento é medido por um termômetro.

3. Sai calor

Uma caloria é a energia necessária para aquecer 1 grau de temperatura em 1 grama de água. Por exemplo, se a água aqueceu 20 graus, o item contém 20 calorias. A medida é um pouco limitada, pois considera todo o calor gerado, e nem tudo é consumido pelo organismo.

Como é feito na prática

Caloria não é tudo

Essa é uma máxima famosa no mundo da nutrição — e faz todo o sentido. O número é importante, especialmente num programa de emagrecimento, que vai obedecer à regra de gastar mais e consumir menos energia. Mas cada caloria é uma caloria. 

+ Leia também:O que a contagem de calorias pode esconder

 Vejamos o pão integral e o pão branco: ambos têm uma quantidade similar delas, mas o primeiro traz mais fibras, que desaceleram a digestão e ainda promovem benefícios à saúde. É por isso que refrigerante, salgadinho e outros ultraprocessados são considerados fontes de “calorias vazias”. Eles trazem calorias — e mais nada!

Saiba como a indústria determina esse número e como interpretá-lo no mercado

Como são calculadas as calorias de um alimento?

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Fortaleza de 2 mil anos pode fazer parte da cidade perdida de Natounia

Uma fortaleza de pedra encontrada no Iraque pode ser parte de Natounia, uma cidade perdida do Império Parta que se estendia pelo Oriente Médio há aproximadamente 2 mil anos.

A fortaleza de Rabana-Merquly foi construída nas encostas do Monte Piramagrun, na Cordilheira de Zagros, onde hoje fica o Iraque. Ela compreende fortificações de quase quatro quilômetros de extensão e dois assentamentos menores.

O lugar foi alvo de campanhas de escavação entre 2009 e 2022, além de ter sido registrado em fotografias com a ajuda de drones. As estruturas sobreviventes incluem restos de edifícios que podem ter servido de quartel e um complexo religioso. 

A fortaleza de Rabana-Merquly, na Cordilheira de Zagros (Iraque), era um dos principais centros regionais do Império Parta, segundo novo estudo.

Fortaleza de 2 mil anos pode fazer parte da cidade perdida de Natounia

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“Necrobótica”: Aranhas mortas viram garras mecânicas em laboratório.

O laboratório de Daniel Preston, na Universidade Rice (Estados Unidos), está cheio de pequenos cadáveres de aranhas-lobo. Ele e a estudante de engenharia Faye Yap transformaram os aracnídeos em garras mecânicas, dando início à chamada “necrobótica” – junção de “necro”, cadáver ou morte, e “robótica”.

“O conceito de necrobótica aproveita designs únicos criados pela natureza que podem ser complicados ou até impossíveis de replicar artificialmente”, eles explicam no estudo publicado na última segunda-feira (25) na revista Advanced Science.

Os pesquisadores inseriram uma seringa no cadáver para injetar ou retirar ar de uma câmara próxima à cabeça das aranhas, que comanda a movimentação de suas pernas. Assim, mostraram que uma aranha morta poderia manusear objetos pequenos e eletrônicos delicados – e suportar o peso de outra aranha do mesmo tamanho. 

Com uma seringa cheia de ar, pesquisadores acionaram uma câmara que comanda a movimentação das pernas das aranhas.

“Necrobótica”: Aranhas mortas viram garras mecânicas em laboratório.

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Nasa enviará mais dois helicópteros para Marte

São diferentes dos helicópteros que você conhece. E estarão de prontidão, como plano B, para resgatar amostras do solo marciano. Isso caso o plano A falhe.

Nasa enviará mais dois helicópteros para Marte

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Crustáceo pode ser exemplo raro de polinizador marinho

Em terra firme, as plantas recebem uma mãozinha de polinizadores como pássaros e abelhas. No oceano, elas geralmente se viram sozinhas. Daí a surpresa dos cientistas ao descobrirem um crustáceo de quatro centímetros que pode ajudar algas a se reproduzirem.

É o primeiro caso conhecido dessa interação animal-alga e ocorre entre o crustáceo da espécie Idotea balthica e a alga vermelha Gracilaria gracilis. A reprodução dessa planta é incomum por si só. Organismos que vivem no mar costumam liberar gametas masculinos ou femininos para que se encontrem na água, mas este não é o caso da alga Gracinha – como vamos apelidá-la de agora em diante.

Entre as Gracinhas, as plantas fêmeas não liberam seus gametas na água. Os machos até liberam, mas suas células não têm caudas que facilitem a locomoção – como acontece com os espermatozoides humanos, por exemplo.

É o primeiro caso conhecido de um animal que ajuda algas a se reproduzirem – uma relação que é benéfica para ambas as partes.

Crustáceo pode ser exemplo raro de polinizador marinho

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Cresce consumo de energéticos no país. Exagero é ligado a riscos

Por Diogo Sponchiato

Um levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir) mostra que a produção e o consumo de energéticos vêm se elevando por aqui. Ao comparar os dados de 2010 e 2020, a entidade registrou crescimento na fabricação — de 63 milhões de litros por ano para 151 milhões — e um salto na compra. O consumo foi de 300 mililitros por habitante ao ano para 710 mililitros em uma década. Os energéticos são utilizados principalmente para ampliar o pique no trabalho ou na vida social. No entanto, médicos advertem que a ingestão frequente ou abusiva pode sabotar o sono, o coração e o bem-estar mental. O limite vai variar de acordo com as características e as condições físicas de cada um. 

+ LEIA TAMBÉM: A mania dos supercafés. Vale a pena?

Tira-dúvidas sobre energéticos

Há riscos para o coração? Depende do seu estado de saúde, sensibilidade à bebida e volume ingerido, mas há relatos de arritmias e outros reveses.

 Atrapalha mesmo o sono? O alto teor de cafeína e outras substâncias que nos deixam ligadões é capaz de dificultar a entrada no sono ou sua manutenção.

 Quem não deve tomar? Vale pedir a opinião do médico que o acompanha. Presença de insônia, ansiedade e doenças cardíacas costuma ser contraindicação. 

Pode misturar com álcool? Especialistas afirmam que, em pessoas mais suscetíveis, o combo é particularmente perigoso ao coração.

Bebida é usada para aumentar pique e produtividade. Mas abuso pode cobrar preço à saúde

Cresce consumo de energéticos no país. Exagero é ligado a riscos

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Insônia: entenda o sono que não vem

Você já se perguntou por que dormimos? Por que passamos um terço de nossa vida de olhos fechados? Bem, como todo processo natural no organismo, o repouso noturno desempenha tarefas essenciais para a saúde: renovar a energia, fazer manutenções pelo corpo e consolidar a memória. O sono é um estado de repouso físico e mental, em que ocorre um período de inconsciência total ou parcial. É nessa calmaria que as nossas células aproveitam para se regenerarabsorver informações e fazer uma faxina geral. Enquanto dormimos, o organismo descarta células mortas e se livra de uma porção de detritos, que, ao se acumular, podem provocar doenças. Diversos sistemas, como o nervoso e o imunológico, utilizam essas horas de paz para se organizar e estarem prontos para o serviço quando a pessoa despertar. Sem isso, não vamos em frente! “Ainda precisamos derrubar a impressão generalizada de que dormir é perda de tempo”, afirma o cardiologista Luciano Drager, presidente da Associação Brasileira do Sono (ABS). “ Dormir é fundamental para a vida, e algo que se deve respeitar”, completa. +Leia Também: Dicas para dormir melhor Infelizmente, o sono do brasileiro anda ruim, para não dizer sofrível. Um novo estudo, publicado no periódico Sleep Epidemiology, calcula que 66% da população do país (cerca de 130 milhões de pessoas) dorme mal. As mulheres são as mais afetadas: apresentam um padrão de sono até 10% pior do que o dos homens. Para medir a qualidade do descanso noturno, a pesquisa usou quatro critérios: duração (quantidade de horas dormidas), regularidade (se acorda durante a noite ou não), alcance dos estágios do sono (leve, profundo e REM) e satisfação pessoal (se o indivíduo sente que dorme o suficiente para ficar bem).

Como você anda dormindo?

Pistas do dia a dia indicam se o sono está bom ou ruimCansaço diurno Se você está com sonolência e raciocínio lento de dia, tendo dificuldades em tarefas simples, pode ser falta de descanso adequado. Apetite Anda com mais fome ou vontade de comer alimentos calóricos? Estudo estima consumo de 400 kcal a mais após uma noite ruim. Humor e memória Irritabilidade e esquecimento são sintomas clássicos de poucas horas de sono, além da baixa retenção de informações. Libido Gozar dá sono, enquanto dormir mal resulta em baixa libido. Preste atenção se a sua vontade sexual está normal ou prejudicada. Tecnologia amiga Não consegue se analisar? Aplicativos como Sleep Cycle, Pillow e AutoSleep (que pede um smartwatch) ajudam a avaliar as noites. É fato que muita gente vive uma privação intencional de sono. Seja por necessidade, seja por achar que sono é perda de tempo, o sujeito reserva poucas horas para o encontro com o travesseiro. Mas um problema que vem atingindo cada vez mais cidadãos é a insônia: a pessoa quer dormir, mas não consegue. “É um distúrbio que se caracteriza pela dificuldade para iniciar o sonomanter o sono durante a noite ou despertar muito antes do normal, sem conseguir voltar a dormir”, define a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, em São Paulo. “Para o diagnóstico, isso deve estar se repetindo pelo menos três vezes por semana por no mínimo três meses, levando a consequências como fadigairritabilidade e redução do desempenho”,

Cresce o número de brasileiros com dificuldade para dormir. Em paralelo, melatonina e outras soluções invadem as farmácias. Afinal,o que realmente funciona?

Insônia: entenda o sono que não vem

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Proteína é associada à demência em idosos, aponta estudo

É natural. Com a idade avançada, há um declínio progressivo das funções cognitivas. Nossa memória e raciocínio deixam de operar com a eficiência de sempre. Mas, em alguns casos, a perda é catastrófica, mais rápida e com uma intensidade maior. E aí já estamos falando de demência: uma série de sintomas neurológicos que podem destruir a capacidade de comunicação, de entendimento e provocar uma amnésia completa no indivíduo, como acontece nos que têm Alzheimer. 

Genética e hábitos de vida contam para determinar quem vai desenvolver demência senil. Mas um novo estudo identificou um fator que associa esses transtornos a uma roleta-russa. É a presença da proteína TDP-43. Em excesso, ela contribui para um risco maior de se ter doenças degenerativas nos idosos. 

Em excesso no cérebro, a TDP-43, envolvida com o DNA, aumenta o risco de desenvolver doenças neurodegenerativas.

Proteína é associada à demência em idosos, aponta estudo

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Já imaginou ser atingido por lixo espacial? Cientistas calcularam o risco

Mais de 27 mil detritos espaciais são de conhecimento da NASA e estão sob a vigilância de um setor do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Só que não são os únicos. A própria agência admite a existência de fragmentos pequenos demais para serem rastreados, mas que ainda apresentam um risco potencial para missões espaciais.

Dentre esses fragmentos estão asteroides e fragmentos de rocha: detritos naturais do espaço, que atingem a Terra e vão e vêm nos radares; e também os detritos artificiais: objetos colocados em órbita por humanos e que não têm mais utilidade, como satélites desativados e estágios de naves abandonadas.

Mas e aqui embaixo? Estamos em perigo? Um estudo levou em conta dados do passado, o caminho de objetos na órbita e a demografia dos territórios abaixo deles para quantificar os riscos que eles possivelmente apresentam de cair aqui na nossa cabeça.

Primeiro, os pesquisadores filtraram por satélites cujas órbitas tinham o ponto mais perto da Terra, chamado de perigeu, com até 600 quilômetros de distância da superfície. Esses corpos, formados principalmente por partes antigas de foguete, têm certa inclinação em sua órbita quando comparados à Linha do Equador. Somadas à densidade populacional debaixo de cada órbita, eles calcularam a probabilidade de que um desses tecos de foguetes atinja alguém.

Eles dizem que a chance é ridícula, mas pode aumentar nos próximos anos conforme há mais lançamentos de foguetes.

Já imaginou ser atingido por lixo espacial? Cientistas calcularam o risco

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Salsicha, hambúrguer e nugget: pesquisa identifica agrotóxicos em alimentos

Campeão de veneno foi o empanado de frango, com resíduo acima do permitido; pesquisadores acharam agrotóxicos potencialmente cancerígenos nos alimentos Hélen Freitas, Agência Pública/Repórter Brasil Uma pesquisa inédita publicada nesta quarta-feira (27) revela que alimentos de origem animal consumidos todos os dias por milhares de brasileiros, como mortadela, requeijão industrializado e linguiças, contêm resíduos de […]

Salsicha, hambúrguer e nugget: pesquisa identifica agrotóxicos em alimentos

publicado em blog do pedlowski