Cientistas encontram fóssil de dinossauro que teria morrido no mesmo dia da queda de asteroide

Nos Estados Unidos, paleontólogos encontraram o fóssil da perna de um dinossauro herbívoro e bípede chamado tescelossauro. Ela está muito bem preservada e ainda possui restos de pele, mas não só é isso que faz dessa uma descoberta extraordinária: o animal em questão pode ter morrido, há 66 milhões de anos, no mesmo dia do impacto do asteroide que eliminou os dinossauros da face da Terra.

Não há sinais de que o tescelossauro foi morto por um predador ou por doença – ele teria morrido instantaneamente. “Como um cientista, não posso dizer [com certeza] que nós temos um animal que morreu na onda causada pelo impacto”, afirma Robert DePalma, paleontólogo da Universidade de Manchester (Inglaterra) que liderou as escavações. “Mas é compatível.”

A perna foi encontrada no sítio paleontológico de Tanis, no estado de Dakota do Norte. É a primeira evidência direta de como o asteroide de aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro afetou a vida na Terra, causando uma grande extinção em massa.

Perna de tescelossauro encontrada nos EUA não apresenta sinais de que o animal foi morto por predador ou doença; ele teria morrido há 66 milhões de anos, no mesmo dia do impacto do asteroide que varreu os dinossauros da face da Terra

Cientistas encontram fóssil de dinossauro que teria morrido no mesmo dia da queda de asteroide

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Os desafios da dor crônica em tempos de pós-Covid

Por Diogo Sponchiato

dor crônica vive um paradoxo. Talvez não haja condição mais incômoda para quem sofre com ela e, ao mesmo tempo, tão menosprezada pelos outros (às vezes, até por profissionais de saúde). “Invisível”, “subjetiva” e “complexa”, como se rotula por aí, ela é um dos principais desafios de saúde pública hoje. E, se não bastassem as dificuldades para o diagnóstico e o tratamento − que envolvem falta de exames específicos, abuso de algumas medicações, carência de outras e ainda terapias sem comprovação científica −, a Covid-19 veio meter o bedelho na história. É significativo o número de pessoas que, após a remissão da infecção, ficam com dores pelo corpo. Para entender o cenário atual da dor crônica, um problema que afeta ao redor de 20% da população adulta mundial (30% entre os idosos), e o que ela tem a ver com a Covid longa, entrevistamos uma médica brasileira radicada no Canadá que se tornou uma das maiores experts na área, Andrea Furlan. Professora da Universidade de Toronto e cientista sênior do Instituto de Reabilitação de Toronto, a fisiatra atuou na elaboração das últimas diretrizes para o tratamento da condição e o uso de opioides no Canadá e participa, neste dia 6 de abril, de um debate sobre novas tecnologias para o diagnóstico e o controle da dor crônica (clique aqui para se inscrever) em um evento online de aquecimento da Hospitalar, principal feira do segmento da América Latina.

Autoridade no assunto, médica brasileira radicada no Canadá conta o que precisa evoluir no controle da dor crônica, uma das sequelas na Covid longa

Os desafios da dor crônica em tempos de pós-Covid

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Atenção aos suplementos esportivos “naturais”

Faz parte do cotidiano de muitos praticantes de esportes tomar suplementos para auxiliar no desempenho físico. Tendo uma prescrição correta e um acompanhamento profissional, tudo certo! Mas a entidade europeia que elabora as diretrizes sobre o coração ( Sociedade Europeia de Cardiologia – ESC) soou um alarme sobre o uso indiscriminado desses produtos, inclusive os “naturais”. Não são poucos os atletas de alta performance que julgam poder tomar sem controle e orientação médica. “Alguns suplementos nutricionais, incluindo vários extratos vegetais e naturais, podem representar um sério risco à saúde, e os competidores até arriscam violar as regras antidoping”, diz o comunicado. E o coração é um dos órgãos que podem ser afetados pelo abuso desses suplementos. A ESC também chama a atenção para substâncias experimentais, que ainda não foram devidamente testadas pela ciência. Sua utilização pode ser ainda mais perigosa e gerar danos irreversíveis à saúde. E isso vale não só para os atletas. 

+Leia Também: Estudo revela lesões no fígado causadas por suplementos naturais

Para que servem

Quais são e o que fazem os suplementos mais consumidosProteicos Na quantidade certa, contribuem para a construção e o reparo muscular. Exageros podem acarretar sobrecarga nos rins. Colágeno Proteína que dá sustentação a pele, músculo e osso, repõe a falta da versão naturalmente produzida pelo corpo. Multivitamínicos Especialistas indicam só mesmo quando há confirmação da carência de nutrientes e antioxidantes. Cafeína Reduz a fadiga e melhora o desempenho. Só que o excesso prejudica os resultados e ameaça o coração. Ômega-3 Minimiza a inflamação a que o corpo do atleta estaria mais sujeito. Mas cabe consultar o profissional antes.

O uso do termo “natural” não permite o consumo indiscriminado destes produtos, alerta Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC)

Atenção aos suplementos esportivos “naturais”

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Aromas em frascos de 3,4 mil anos revelam banquete funerário da “elite” egípcia

O mestre de obras Kha e sua esposa Merit foram sepultados há mais de 3,4 mil anos com tudo o que tinham direito. Entre os mais de 440 objetos encontrados junto ao rico (e mumificado) casal egípcio, havia potes de comida que ainda guardam, cada um, cheiros específicos. Agora, cientistas investigaram esses aromas para descobrir os segredos da tumba.

Chamada de Tumba de Kha ou TT8, ela foi encontrada em 1906, na necrópole Deir el-Medina (na cidade egípcia de Luxor), pelo italiano Ernesto Schiaparelli. Na época, Ernesto era diretor do Museu Egípcio da Itália, em Turim – e foi para lá que o conjunto funerário foi levado para exibição. (Você pode até conferi-lo neste tour virtual do site do museu.)

Das pessoas que não pertenciam à realeza, esse é o conjunto mais abundante e bem preservado já encontrado no Egito, com móveis, ferramentas, tecidos e cerâmicas diversas – algumas com alimentos, promovendo os tradicionais banquetes funerários.

Cientistas investigaram o interior de frascos fechados dentro da tumba de um casal para descobrir quais alimentos estavam guardados lá. Confira.

Aromas em frascos de 3,4 mil anos revelam banquete funerário da “elite” egípcia

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Por que os tiranossauros tinham braços curtos? Estudo sugere nova hipótese

Por Maria Clara Rossini

Os minúsculos braços dos Tyrannosaurus rex costumam ser motivo de piada entre paleontólogos (e não paleontólogos também). Afinal, como um dos maiores predadores que já andou pela Terra tinha membros tão pouco ameaçadores?

A proporção é bizarra: cada braço do T-Rex media cerca de um metro, enquanto o corpo chegava a 14 metros de comprimento. É como se um humano de 1,80 metro tivesse braços de 12 centímetros.

A teoria mais comum diz que os braços do T-Rex são órgãos vestigiais. As pernas traseiras davam conta de sustentar o peso do animal, e a mandíbula gigante era suficiente para destroçar as presas. Assim, os braços perderam a função, e acabaram atrofiando.

Uma outra teoria diz que os braços poderiam auxiliar em ataques de presas a curta distância. O tiranossauro puxaria a presa pela boca e usaria os bracinhos de um metro para rasgar e perfurar o animal. Uma das principais evidências dessa teoria são as garras presentes nos braços, que chegam a 10 centímetros de comprimento.

A terceira teoria relaciona os braços à vida sexual dos animais. Eles usariam os pequenos membros para se agarrar às parceiras durante o sexo, numa posição semelhante à dos cães.

Agora, pesquisadores da Universidade da Califórnia sugerem que o tamanho dos braços evitava que eles fossem amputados por outros tiranossauros durante um banquete. Imagine a cena: vários T-Rex famintos devorando a carcaça de uma presa. As mandíbulas gigantes poderiam cortar os braços de outros tiranossauros por acidente. Com membros menores, as chances de acabar amputado diminuem.

A teoria mais comum diz que os membros se tornaram órgãos vestigiais. Mas uma pesquisa da Universidade da Califórnia aponta para um novo caminho.

Por que os tiranossauros tinham braços curtos? Estudo sugere nova hipótese

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Seu cão é capaz de entender seu humor

Muitos pais de pet já não tinham dúvidas: os cachorros compreendem seu tutor apenas pelo olhar. Para testar isso, pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Lincoln, na Inglaterra, analisaram 90 cães. E as conclusões foram além: eles não só entendem a expressão dos donos como tomam decisões prevendo seu comportamento. No experimento, os animais observavam duas atrizes com expressões faciais neutras, de alegria ou de raiva. Depois, elas ficavam com ração na mão e o bicho era solto para interagir. Resultado: todos iam pedir comida àquela que não tinha esboçado expressões bravas — ou seja, interpretaram que suas chances seriam menores com ela. “Os cães adquirem informações a partir de pistas produzidas pelas pessoas e fazem uso funcional disso para resolver problemas”, pontua o estudo.

 +Leia Também: Estudo traça relação mais precisa entre a idade dos cães e a dos humanos  

Falando a língua dos outros

Animais da mesma espécie reconhecem expressões e ações uns dos outros e se comportam com base nisso. Regra da natureza. Mas a pesquisa da USP comprova que um bicho pode entender a linguagem corporal de outra espécie e agir a partir dessa informação. Antes, acreditava–se que só nós, humanos, éramos capazes de tal abstração. Porém, pelo visto, os cães também compreendem mais que sua própria língua.

Essa percepção canina foi atestada em um estudo brasileiro e inglês. Entenda

Seu cão é capaz de entender seu humor

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Relatório aponta vantagens de tributar produtos não saudáveis

Por Thais Manarini

A organização não governamental ACT Promoção da Saúde acaba de publicar um documento no qual revela como o aumento de impostos em cima de bebidas e alimentos não saudáveis tem impactos positivos em diversas frentes. Para ter ideia, além de nos proteger individualmente — reduzindo o risco de obesidade e outras doenças crônicas —, a medida gera mais economia aos países, um dinheiro que pode ser distribuído em serviços de saúde e programas sociais. Fora isso, a indústria é incentivada a lançar produtos mais balanceados. Como define o relatório, é uma “política de ganha-ganha-ganha”

Se refrigerantes e afins ficassem mais caros, teríamos ganhos individuais e também coletivos

Relatório aponta vantagens de tributar produtos não saudáveis

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Vírus Epstein-Barr pode estar por trás da esclerose múltipla

Por Thais Manarini

Depois de anos de investigação, um estudo vem apontar o dedo para a íntima relação entre o vírus Epstein-Barr e a esclerose múltipla, doença neurodegenerativa capaz de gerar fadiga crônica e prejuízos à visão e à locomoção. A análise envolveu dados de 10 milhões de militares americanos em um período de 20 anos. Conclusão: depois do contato com o patógeno, explodia o risco de ser diagnosticado com a condição. “A teoria é que a ação do vírus em nosso genoma interfira no sistema imune, favorecendo a agressão do próprio corpo ao cérebro”, explica o neurologista Mateus Boaventura, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A expectativa é que, no futuro, vacinas possam deter o agente e reduzir o risco da esclerose múltipla. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp]

O Epstein-Barr

Vírus é extremamente comum:

  • O que ele causa? Provoca a doença do beijo, ou mononucleose, que atinge mais jovens e dá dor de garganta, inchaço nos gânglios, tosse e perda de apetite.
  • Como é transmitido? Pela saliva, e é bem difícil não pegar. Estima-se que 95% das pessoas tenham tido contato com ele alguma vez na vida.
  • Sempre dá sintomas? Não, mas o novo estudo revela que o risco de esclerose múltipla (EM)é maior entre quem chegou a desenvolver manifestações da infecção.
  • Ele provoca EM? Aqui cabe uma ponderação: a doença é multifatorial. O vírus atuaria como um gatilho em pessoas geneticamente suscetíveis a ela.

Presença de patógeno está ligada a aumento de 32 vezes no risco da doença

Vírus Epstein-Barr pode estar por trás da esclerose múltipla

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Guia orienta sobre cuidados com o glaucoma durante a pandemia

Por Thais Manarini

A pandemia do coronavírus piorou o diagnóstico, tratamento e controle de muitas doenças, gerando apreensão em médicos de diversas especialidades. Oftalmologistas, por exemplo, estão especialmente preocupados com o avanço do glaucoma, que é a principal causa de cegueira evitável em todo o mundo. Devido à baixa adesão a exames oculares e check-ups, especialistas de 90 países ligados à World Glaucoma Association (WGA) elaboraram um guia completo com orientações aos pacientes com essa doença. Se o glaucoma estava bem controlado na última consulta, a WGA avisa que o adiamento do check-up por alguns meses provavelmente não afetará a visão. De qualquer maneira, ressalta que é preciso continuar com o uso de todos os colírios recomendados pelo médico. Agora, caso o indivíduo já tenha sido operado de glaucoma e note sintomas como perda de visão, dor ocular ou secreção, aí a visita ao oftalmo precisa acontecer o mais rapidamente possível. “ Check-ups regulares e comparações contínuas dos resultados dos exames ajudarão a determinar se o seu glaucoma está bem controlado ou se um tratamento adicional é necessário”, esclarece a WGA. A entidade alerta ainda que há casos em que lasers e colírios não são suficientes para controlar a doença – aí é recomendado não ficar adiando a cirurgia. Para baixar o material completo, clique aqui. [

Documento foi elaborado por oftalmologistas de 90 países

Guia orienta sobre cuidados com o glaucoma durante a pandemia

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Assista a “O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE LÚCIFER” no YouTube

Será mesmo que o diabo é tão feio quanto a religião pinta?

Qual o significado de “Lúcifer” ?

Poder do Eu Superior aqui!

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