“Que os primeiros raios de sol iluminem teus passos e teus caminhos. Que o Universo repleto de possibilidades sorria e te estenda a mão, convidando para mais um dia de desafiadores acontecimentos. E sobretudo, que tua alegria por mais essa chance, se sobreponha a toda e qualquer dificuldade que possa surgir em teu horizonte.”
Quem vê aquela imensidão líquida não deve imaginar que cristais microscópicos estejam vagando pelas ondas e correntezas. Pois a estrutura (ou escultura) aí ao lado é feita de sal marinho.
Seu ingrediente básico é o cloreto de sódio, mas pode haver traços de outros elementos agregados. Tem gente que prefere o sal marinho processado para temperar a comida e o utiliza em rituais de cuidado com a pele.
35 gramas
É a quantidade de sal presente, em média, numa bacia com aproximadamente 1 litro de água do mar.
Todos os animais são capazes de regenerar tecidos – uns mais, outros menos. Lagartos e salamandras, por exemplo, não precisam se preocupar com a perda de uma perna ou cauda, porque conseguem logo produzir uma nova. Mamíferos, por outro lado, não são exatamente experts nesse assunto.
Embora o fígado humano impressione por sua capacidade de regeneração (até 75% de sua forma original), geralmente reconstituímos apenas pequenas porções de pele (por exemplo, quando você sofre um arranhão), vasos sanguíneos e nervos. Quem nos acompanha nas limitações é a rã-de-unhas-africana (Xenopus laevis).
Esse anfíbio pode reconstruir membros antes de sua metamorfose, mas perde capacidade regenerativa quando se torna adulto. Por isso, pesquisadores usam a espécie em experimentos que visam restaurar a forma e a função de tecidos – estratégias que, talvez, possam ajudar pacientes humanos no futuro.
Cientistas já tentaram usar implantes de células-tronco e terapia genética desencadear a regeneração nas rãs. Mas uma abordagem relativamente mais simples é estimular o próprio organismo do animal a reconstruir um membro amputado. Esse foi o objetivo de uma equipe de pesquisadores americanos em um estudo publicado recentemente no periódico Science Advances.
A rã-de-unhas-africana não consegue regenerar membros depois de adulta. Mas uma combinação de cinco substâncias conseguiu reconstituir pernas amputadas dos animais em 18 meses.
Seis tentativas. Cinco letras. Uma palavra. O jogo online Wordle pode ser descrito como uma mistura de forca com palavra-cruzada. Nada revolucionário, mas foi suficiente para dominar o Twitter e grupos de WhatsApp em janeiro. Ontem (31), o The New York Times anunciou a compra do Wordle, que irá migrar para o site e aplicativo do jornal americano. O preço pago não foi revelado pela empresa, mas ela afirma que o valor ficou na casa dos “poucos milhões de dólares”.
O jogo não poderia ter um conceito mais simples: os usuários entram em um site (não existe aplicativo) e tentam acertar uma palavra de cinco letras. São seis tentativas, e o jogo só aceita palpites de palavras que existem na língua inglesa. A primeira tentativa sempre é uma palavra qualquer, como “apple”. Se a palavra misteriosa começar com a letra A, ela ficará verde. Se ela tiver a letra E, mas em outra posição, a letra ficará amarela. E se a palavra final não tiver P ou L, essas letras ficarão cinzas (ou pretas, se você ativar o modo noturno).
Só há um enigma por dia, e todos os usuários do mundo precisam desvendar a mesma palavra. Ao contrário de um CandyCrush, o jogador não pode ficar viciado e passar horas do dia no Wordle – todo mundo precisa esperar até a meia-noite para acertar a nova palavra. Assim, o jogo só consome alguns minutos (ou segundos, se você for bom) do dia.
Mas o grande diferencial é a interatividade: o que tornou o Wordle popular é a possibilidade de compartilhar o seu desempenho com seus amigos, sem revelar a palavra final. Você deve ter visto algo assim no seu feed ultimamente.
Os quadrados coloridos são as letras certas e erradas em cada palpite. No exemplo acima, o jogador acertou a palavra na terceira tentativa, já que todos os quadrados da última linha estão verdes.
O jogo online de acertar palavras viralizou no Twitter. Entenda como ele surgiu – e o que o fez saltar de dezenas para milhões de usuários em três meses
O óleo de copaíba, árvore comum no território brasileiro, é aclamado pela medicina popular e tem sido alvo de experimentos científicos.
De olho em suas aplicações, a biomédica Mariana Brentini Santiago desenvolveu, em seu mestrado junto à Universidade de Franca (SP) e à Universidade Federal de Uberlândia (MG), uma cartilha com as principais espécies de Copaifera spp do país e as propriedades estudadas de sua oleorresina.
A maioria ajuda a combater bactérias, vermes e outros parasitas, e algumas têm efeitos anti-inflamatórios. Para ler a cartilha, clique aqui.