Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
Quem não vive de olhos fechados para a realidade já tem a perfeita noção de que a fome transbordou para fora dos seus redutos tradicionais das áreas rurais mais pobres da região Nordeste para alcançar todo o território nacional. Agora, o II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil […]
Nas entrelinhas do que (e como) falamos, está nossa visão de mundo. Afinal, as línguas se desenvolvem de acordo com o ambiente em que estão inseridas e com a cultura de seus falantes.
Até aí, tudo bem. O problema é que, por conta disso, aspectos nada louváveis das sociedades podem acabar aparecendo em uma série de palavras e expressões – que, às vezes, usamos sem perceber.
Um exemplo é o capacitismo: a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência (PCD) física ou mental. A mentalidade capacitista pressupõe que esses indivíduos são necessariamente menos aptos a realizar tarefas do cotidiano ou incapazes de vivenciar determinadas experiências.
Isso se manifesta no oferecimento de tratamento desigual – desfavorável ou favorável demais. Sabe quando alguém despreza as PCD ou fala como se fossem indivíduos “especiais”, dignos de pena ou ajuda? Esses são comportamentos capacitistas a serem evitados – e não só porque ofendem essas pessoas (embora isso já seja motivo suficiente).
“O preconceito e o estigma colocam diversas barreiras no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais”, diz o psiquiatra Thiago Rodrigo, professor colaborador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Isso porque essa mentalidade constrange e afasta do convívio social quem tem esses transtornos – ou mesmo pessoas próximas a eles – e dificulta a adesão ao tratamento.
A língua carrega preconceitos enraizados na sociedade. Mas é possível mudar: entenda o que é capacitismo e como escrever (e falar) de forma mais inclusiva.
Cientistas descobriram que mosquitos sonolentos preferem recuperar o sono perdido a procurar comida no dia seguinte. O estudo mostra que até mesmo insetos dependem de um sono adequado.
Essa ação de recuperar o sono perdido é chamada de “rebote do sono”. Quando um indivíduo não dorme a quantidade necessária de horas, ou fica sob estresse elevado quando acordado, o corpo pode precisar de mais horas de sono no dia seguinte. O rebote de sono acontece com humanos e animais, inclusive insetos como moscas de fruta e mosquitos.
Os pesquisadores tomaram precaução extra ao desenvolver os protocolos para o estudo. A observação pode afetar o resultado do experimento, especialmente ao analisar os mosquitos.
Esses pequenos insetos sentem a presença de pessoas através do nosso calor corporal, movimento, vibrações e até do gás carbônico que exalamos ao respirar. É difícil observar o sono deles quando eles te enxergam como uma ceia de Natal.
Os cientistas montaram o experimento em uma parte mais tranquila do campus da Universidade de Cincinnati, onde não havia circulação de pessoas, e instalaram câmeras e sensores infravermelhos para gravar os movimentos dos insetos sem incomodá-los.
Mosquitos dormem muito em laboratório. Algo entre 16 e 19 horas por dia, dependendo da espécie. Mas não é fácil reconhecer um mosquito cochilando – quando não estão rondando atrás de alimento, eles se empoleiram por longos períodos para conservar energia.
Os insetos também sentem os efeitos da privação do sono – e não ficam muito dispostos quando dormem mal.
“Desisti de entender a vida… é complicada demais. De agora em diante vou me dedicar a sentir. Respirar com a pele, falar com os olhos, degustar com os ouvidos , inspirar e expirar as melodias. E o mais importante, deixar o racional de lado, e dar asas à sabedoria do meu eterno espírito.”
“Eles seguiram o caminho coberto de bruma e rodeado de velhos carvalhos. Quando deram por si, a Terra das Fadas já se destacava à sua frente, a neblina havia desaparecido e o que se via era o brilho do sol misturado ao mais colorido arco-íris que eles já tinham presenciado. De volta ao lar, finalmente.”
“A maioria pensa com a sensibilidade, e eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar.”
Quando o segundo sol chegar Para realinhar as órbitas dos planetas Derrubando com assombro exemplar O que os astrônomos diriam se tratar De um outro cometa
Quando o segundo sol chegar Para realinhar as órbitas dos planetas Derrubando com assombro exemplar O que os astrônomos diriam se tratar De um outro cometa
Não digo que não me surpreendi Antes que eu visse, você disse e eu não pude acreditar Mas você pode ter certeza De que o seu telefone irá tocar Em sua nova casa que abriga agora a trilha Incluída nessa minha conversão
Eu só queria te contar Que eu fui la fora e vi dois sóis num dia E a vida que ardia sem explicação
Quando o segundo sol chegar Para realinhar as órbitas dos planetas Derrubando com assombro exemplar O que os astrônomos diriam se tratar De um outro cometa
Não digo que não me surpreendi Antes que eu visse, você disse e eu não pude acreditar Mas você pode ter certeza De que o seu telefone irá tocar Em sua nova casa que abriga agora a trilha Incluída nessa minha conversão
Eu só queria te contar Que eu fui la fora e vi dois sóis num dia E a vida que ardia sem explicação
Seu telefone irá tocar Em sua nova casa que abriga agora a trilha Incluída nessa minha conversão
Eu só queria te contar Que eu fui lá fora e vi dois sóis num dia E a vida que ardia sem explicação
Explicação Não tem explicação Explicação, não Não tem explicação Explicação, não tem Não tem explicação Explicação Não tem explicação Não tem, não tem…