“Olhando bem de perto ninguém é normal, nem santo, nem justo, nem correto ou virtuoso. Mas é exatamente aí que mora a beleza, a luta, a garra e a vontade de transpor obstáculos e superar as mazelas de caráter e personalidade.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Olhando bem de perto ninguém é normal, nem santo, nem justo, nem correto ou virtuoso. Mas é exatamente aí que mora a beleza, a luta, a garra e a vontade de transpor obstáculos e superar as mazelas de caráter e personalidade.”

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A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!
Eu creio! Assim é! 🌷

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Respeito à todas as crenças? Sim!
Um carinho especial por algumas? Também!
Fatos Desconhecidos aqui!

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Camboriú SC Brasil
MISTERIOSA DIVA ESTA
QUE NOS CÉUS DE INVERNO
VEM ME VER…
ESPELHO DE MIL TEMPOS
MOTIVOS A MAIS
PARA MINHA ALMA CANTAR
QUE TUA COR SEJA A MINHA
TEU RESPIRO…MEU PULSAR
NOS ETERNOS MISTÉRIOS DA VIDA
SONHO UM DIA EM TI POUSAR
SE PROCURO…EM TI ME ACHO
SE ME PERCO
NEM QUERO ENCONTRAR
SÓ PRECISO…EM DESESPERO
TEU TERNO,MEIGO E SINGELO
BRILHO DOCE E FUGAZ
MÃE LUA
DEUSA AMADA
ETERNA CHAMA QUE ARDE EM MEU ESPÍRITO
VOU TE ENCONTRAR…
✨✨✨

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“Porque é tamanha bem-aventurança
O dar-vos quanto tenho e quanto posso,
Que, quanto mais vos pago, mais vos devo.”
✨Luís de Camões

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Uma sensação gostosa
Um sentimento que brota à toa
Uma visão,uma palavra
Um aroma, um jardim
Um raio de sol que cai
Daquele jeito,naquela folha
A chuva se formando ao longe
Aquele cheiro de terra molhada
Direto da nossa infância …
Também pode ser um toque suave
Uma música ao longe
A cena do filme que te toca
Uma imagem esmaecida,
Porém presente …
A lembrança do ente querido
Que partiu,mas está logo ali
Atrás do véu…
Enfim, lembranças…
Sejam boas,ou nem tanto
Fazem de nós o que somos
Prontos ou não
Aceitemos ou não
A existência é um ciclo
De acontecimentos, lições
Aprendizado , recordações
Quanto mais longa a jornada
Maior bagagem,mais lembranças
Feliz de quem as têm…
Somos feitos delas,
Do hoje,e do amanhã…
… que certamente vêm…

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Um terremoto sacudiu o sul da Espanha há 200 anos. A consequência inesperada foi uma descoberta arqueológica: os tremores revelaram a entrada da Cueva de Ardales, um sistema de cavernas que tem mais de mil obras de arte rupestre em suas paredes.
O lugar foi explorado já em 1821. Mas ainda não estava claro quem – e quando – fez os desenhos em vermelho de animais, humanos, formas abstratas e impressões de mãos. Agora, novas escavações e análises trouxeram ideias mais precisas aos cientistas.
Há cerca de 58 mil anos, neandertais e, mais tarde, os primeiros humanos modernos teriam pintado a Cueva de Ardales. A conclusão está em um estudo publicado este mês na revista PLOS One, conduzido por José Ramos-Muñoz, da Universidade de Cádiz (Espanha).
Há mais de mil obras de arte rupestre na Cueva de Ardales, que teria sido visitada por neandertais e por antigos humanos.
Caverna espanhola era estúdio de arte há mais de 58 mil anos
publicado em superinteressante

Várias espécies de golfinho têm assobios específicos para cada indivíduo – como se fossem um nome. Eles os usam para se identificarem, se comunicarem e manterem vínculos, e são capazes de imitar os assobios de amigos e familiares próximos.
Um novo estudo revelou que a localização e a demografia dos golfinhos têm influência maior nas diferenças desses assobios de assinatura do que a genética.
Os cientistas coletaram 188 horas de gravações de golfinhos nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) no Mar Mediterrâneo e analisaram as diferenças nos assobios de seis populações diferentes. Assim como temos sotaques, os golfinhos tinham semelhanças em seus apitos de assinatura de acordo com onde viviam. Golfinhos de regiões com algas marinhas tinham assobios mais agudos e mais curtos, se comparados com os de áreas onde o fundo do mar era lamacento, por exemplo.
“A transmissão do som em águas rasas é altamente variável e depende de sedimentos, profundidade e inclinação, mas também de eventos de maré, gradientes de temperatura, entradas de água doce, obstáculos no caminho do som e a interação entre o sedimento e as plantas ou animais que vivem no fundo,” escrevem no artigo.
O tamanho dos grupos também altera os assobios – quanto menores as populações, maiores as mudanças de tom. Os cientistas, então, concluíram que tanto as condições ambientais quanto a demografia influenciam fortemente os apitos próprios; enquanto a variação genética não apresenta o mesmo poder.
Golfinhos usam assobios para se comunicarem uns com os outros, e esses apitos variam entre ambientes e populações – como sotaques do reino animal.
O assobio dos golfinhos varia de acordo com o lugar em que vivem
publicado em superinteressante
Vem, vamos caminhar
Passear no campo
No campo florido da primavera
Relaxar ao som do riacho
Colorir a retina
Com as flores da campina
Parar para admirar os raios de sol
Inspirar fundo os aromas matinais
Vem, vamos caminhar
A natureza nos chama
A descansar a mente,o espírito
Feche os olhos, vamos meditar
A comunhão com tudo e todos
É disso que precisamos
É o que nos faz falta…
Se solta e vem
Que tua alma quer voar
Dançando nos Campos Elísios…
Desenvolta, esvoaçante
Brincando solta no ar…

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