Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
“Um mantra de gratidão Um perfume suave no ar Uns momentos de tranquilidade… A alma repleta de luz e calor A intenção mais elevada No agito do seu dia, reserve só para você Um carinho, um sorriso, um momento É disso que o caminho é feito.
“Flores em profusão Coloridas, cheirosas e mágicas Campo fértil para um baile de fadas Grilos e sapos, harpas de teias Talentosos elfos entoam canções Na dança encantada Ninguém fica imune Tudo acontece neste bailar… Cai a noite, com ela a lua Brilhos e formas enchem o ar A festa não para… Chegaram as bruxas, melhor vai ficar!”
É de sonho e de pó, o destino de um só Feito eu perdido em pensamentos Sobre o meu cavalo É de laço e de nó, de gibeira o jiló Dessa vida, comprida, a só
Sou caipira pira pora, Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida Sou caipira pira pora, Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida
O meu pai foi peão, minha mãe solidão Meus irmãos perderam-se na vida a custa de aventuras Descasei e joguei, investi, desisti Se há sorte, eu não sei, nunca vi
Sou caipira pira pora, Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida Sou caipira pira pora, Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida
Me disseram porém que eu viesse aqui Pra pedir de romaria e prece, paz nos desaventos Como eu não sei rezar só queria mostrar Meu olhar, meu olhar, meu olhar
Sou caipira pira pora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida Sou caipira pira pora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida Sou caipira pira pora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda, o trem da minha vida
Uma pesquisa da Universidade do Arizona indicou que dormir acompanhado pode melhorar a qualidade do sono. Cerca de mil adultos dos Estados Unidos responderam a pesquisas sobre a sua rotina de sono, bem como questionários de qualidade de vida.
Comparados com as pessoas que dormiam sozinhas, os que dividiam a cama com um cônjuge relataram menos cansaço e mais facilidade para dormir – também apresentaram índices mais baixos de depressão, ansiedade e estresse.
Por outro lado, os que compartilhavam a cama com filhos na maioria das noites relataram insônias mais severas e menos controle do sono do que os solitários.
Geralmente, as pessoas em bons relacionamentos amorosos apresentam melhor saúde física e mental do que os solteiros. Sendo assim, não está claro se as melhorias são fruto do sono conjunto ou da qualidade do romance em geral.
A maioria dos estudos que discutem as diferenças na companhia do sono se baseiam em auto relatos – assim como este. Os próprios participantes contam como percebem seu descanso. São poucas as pesquisas que abordam a influência nas fases neurológicas do sono. Mas elas existem.
Pesquisa da Universidade do Arizona indica que quem passa as noites acompanhado tende a dormir melhor e ter mais saúde mental – mas ainda não está claro se existe um efeito direto, ou apenas uma correlação, entre as coisas. Entenda por que.
Um misterioso enterro em massa está intrigando arqueólogos na Inglaterra. Mais de oito mil ossos de sapos e rãs foram encontrados dentro de uma vala próxima a Cambridge, cerca de 75 quilômetros ao norte de Londres.
A descoberta foi feita pelo Museu de Arqueologia de Londres (Mola) e aconteceu em escavações realizadas entre 2016 e 2018, em uma área de 234 hectares. Essas investigações rolaram em meio à construção de uma estrada inglesa chamada A14 – que também revelou ossos de mamutes e rinocerontes pré-históricos.
Acredita-se que os ossos encontrados pertençam a cerca de 350 anfíbios. Enterrados em uma vala de 14 metros de comprimento, eles estavam próximos ao que restou de um assentamento que existiu por ali entre 400 a.C. e 43 d.C. (durante a chamada Idade do Ferro).
Os restos mortais de cerca de 350 anfíbios estavam em uma vala, perto de um assentamento da Idade do Ferro; pesquisadores tentam entender a descoberta misteriosa.