Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
“Trilhar um caminho novo é como um salto no escuro, pode ser suave ou te fazer quebrar as pernas. Nas duas alternativas as descobertas te levarão a experimentar a diversidade, você terá ainda mais curiosidade do que têm pela frente, e mais cuidado ao fazer suas escolhas.”
A proteínaalfa-sinucleína é uma velha conhecida de doenças degenerativas: seu acúmulo no cérebro causa lesões que culminam em Parkinson e Alzheimer. Agora a ciência suspeita que ela também tem culpa no cartório quanto à perda da sensibilidade da pele com a idade. Em 2019, foi detectada pela primeira vez a presença de aglomerados proteicos no tecido cutâneo de idosos. Para investigar melhor o significado disso, experts da L’Oréal Brasil, em parceria com o Instituto D’Or e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), usaram um modelo de pele humana reconstruída em laboratório e atestaram que a abundância da proteína barra a multiplicação celular e afina o tecido. “Nossa hipótese é que ela pode matar terminações nervosas da pele, gerando perda de sensibilidade”, conta Rodrigo De Vecchi, gerente de pesquisa da L’Oréal Brasil.
Além de nos apresentar ao mundo e permitir que nos relacionemos com ele, o tato é um sentido caro à autoproteção. É ele que nos faz tirar a mão de uma panela pelando ou sentir a dor que denuncia um machucado. A perda de sensibilidade, portanto, eleva o risco de sofrer acidentes em casa, de não sentir lesões e elas se agravarem e de não perceber variações de temperatura que nos deixam mais expostos a problemas. Direta ou indiretamente, ela afeta a qualidade de vida.
Experimento constata que acúmulo de proteínas ligadas ao Alzheimer pode estar relacionado. Entenda:
A população de pombos está em grave declínio. Não se trata, como você pode imaginar, daqueles que encontramos aos montes nas cidades, mas de seus ancestrais selvagens: a espécie Columba livia, encontrada originalmente na Europa, no Oriente Médio, no norte da África e na Ásia Ocidental.
Os pombos selvagens estão extintos na Inglaterra e no País de Gales, mas agora foram encontrados grupos desses indivíduos em ilhas isoladas da Escócia e da Irlanda. Pesquisadores liderados por membros do Departamento de Biologia da Universidade de Oxford (Reino Unido) fizeram a descoberta a partir de testes de DNA e publicaram o estudo no periódico iScience.
Eles estão ameaçados de extinção por pombos descendentes de linhagens domesticadas. Saiba como os pombos se tornaram animais urbanos.
Quando o Rei Arthur derrotou um gigante em uma batalha, diz a lenda, este foi ao chão e deixou a impressão de seus cotovelos em uma pedra. O local é chamado de “Pedra de Arthur”, está a cerca de 200 quilômetros ao noroeste da atual Londres – e será alvo de escavações pela primeira vez.
A Pedra é uma tumba com mais de 5 mil anos e um dos maiores monumentos pré-históricos da Inglaterra. Hoje restam apenas as grandes pedras da câmara interna, que foi coberta por terra. São nove pedras verticais, cobertas por uma horizontal de 25 toneladas.
Uma investigação anterior, realizada fora da tumba, mostrou que a Pedra de Arthur se estendia ao sul e passou por duas fases distintas de construção. Agora, serão conduzidas escavações por pesquisadores da Universidade de Manchester (Inglaterra) e da English Heritage, uma organização pública que cuida do patrimônios histórico inglês.
A Pedra de Arthur é uma tumba com mais de 5 mil anos e um dos maiores monumentos pré-históricos da Inglaterra. Pesquisadores estão atrás de pistas sobre quem a construiu.
Abelhas têm um tipo de comunicação peculiar. Para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das flores com mais néctar, elas executam uma espécie de dança.
Funciona assim: a abelha se remexe a partir de um ponto, desenhando uma espécie de semicírculo. Em seguida, percorre de novo o mesmo trecho reto e volta em outro semicírculo, mas desta vez pelo lado oposto. Observando o gingado da colega, as outras operárias sabem dizer a distância, a direção e até a qualidade da fonte de alimento anunciada.
Essa linguagem despertou o interesse de pesquisadores da área da robótica, que se inspiraram na técnica para criar um novo tipo de comunicação entre máquinas.
Um primeiro robô traça uma forma no chão e, assim como nos insetos, a orientação da forma e o tempo para desenhá-la informam a um segundo robô a direção e a distância. A técnica pode ser usada em situações em que o trabalho do robô é necessário, mas as comunicações tradicionais por rede não são tão viáveis, como em uma zona de desastre ou no espaço.
Com base nessa comunicação entre os insetos, os robôs entendem a direção e distância do objetivo – e acertam em 90% das vezes.