Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
Subo neste palco, minha alma cheira a talco Como bumbum de bebê, de bebê Minha aura clara só quem é clarividente pode ver, pode ver.
Trago a minha banda, só quem sabe onde é Luanda saberá lhe dar valor, dar valor Vale quanto pesa pra quem preza o louco bumbum do tambor, do tambor
Fogo eterno pra afugentar O inferno pra outro lugar Fogo eterno pra constituir O inferno Fora daqui, fora daqui Fora daqui, fora daqui
Venho para a festa, sei que muitos têm na testa O deus-sol como sinal, o sinal Eu como devoto trago um cesto de alegrias de quintal, de quintal Há também um cântaro, quem manda é deusa-música pedindo pra deixar, pra deixar
Derramar o bálsamo, fazer o canto cantar, o cantar, o cantar Fogo eterno pra afugentar O inferno pra outro lugar Fogo eterno pra constituir O inferno
Fora daqui, fora daqui Fora daqui, fora daqui
Subo neste palco, minha alma cheira a talco Como bumbum de bebê, de bebê Trago a minha banda, só quem sabe onde é Luanda saberá lhe dar valor, dar valor
Nas duas faces de Eva A bela e a fera Um certo sorriso De quem nada quer
Sexo frágil Não foge à luta E nem só de cama Vive a mulher
Por isso não provoque É cor-de-rosa choque Não provoque É cor-de-rosa choque Não provoque É cor-de-rosa choque Por isso não provoque É cor-de-rosa choque
Mulher é bicho esquisito Todo mês sangra Um sexto sentido Maior que a razão
Gata borralheira Você é princesa Dondoca é uma espécie Em extinção
Por isso não provoque É cor-de-rosa choque Não provoque É cor-de-rosa choque Não provoque É cor-de-rosa choque Por isso não provoque É cor-de-rosa choque Não provoque É cor-de-rosa choque Não provoque É cor-de-rosa choque Por isso não provoque É cor-de-rosa choque