O alívio das pessoas que já foram imunizadas é visível, assim como é gritante a diminuição de óbitos.
BBC NEWS em mais uma relevante reportagem!

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O alívio das pessoas que já foram imunizadas é visível, assim como é gritante a diminuição de óbitos.
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A necessidade dos agrotóxicos versus a saúde e o futuro da raça humana e do ecossistema… disputa injustiça e difícil.
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Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil
“A melhor fórmula para uma vida miserável é deixar de fazer as coisas pelas quais somos apaixonados.”
🌻Paulo Coelho

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Talvez você já tenha visto, nas latas de refrigerante diet ou em embalagens de outros alimentos com adoçante artificial, a seguinte frase: “Fenilcetonúricos: contém fenilalanina”. A fenilcetonúria é uma doença hereditária que torna o organismo incapaz de digerir o aminoácido fenilalanina – que se acumula no corpo e causa danos neurológicos.
Por isso, a pessoa não pode comer alimentos que o contenham, como carne, ovos e leite (além do adoçante). O medicamento BMN 307, que foi criado pelo laboratório americano BioMarin Pharma, prometia corrigir a mutação que provoca a doença: ele é feito com um vírus geneticamente modificado, que carrega e distribui uma versão consertada do gene PAH no organismo do paciente.
O remédio já estava na primeira fase de testes em humanos quando o BioMarin decidiu fazer um estudo de longo prazo em ratos, que tinham recebido o tratamento havia um ano. De sete animais analisados, seis estavam com câncer de fígado – o vírus havia se fundido com o genoma dos ratos, causando mutações e surgimento de tumores. Com isso, a Food & Drug Administration (a Anvisa dos EUA) mandou parar imediatamente os testes em humanos.
Droga gerou efeito catastrófico em ratos – que só foi descoberto após um ano.
FDA interrompe teste de remédio genético
publicado originalmente em superinteressante

Dentre todas as drogas conhecidas hoje, o tabaco é a que teve o maior impacto social e econômico na história da humanidade. Ele desempenhou papéis sagrados e medicinais entre os antigos maias, sendo também usado por grupos indígenas americanos. Quando os europeus chegaram à América, eles utilizaram a planta para impulsionar a economia colonial e permitir a expansão ocidental no chamado Novo Mundo.
Contudo, não se sabe ao certo como ou quando a planta chegou na América do Norte. Os cientistas acreditavam que o consumo de tabaco no continente havia começado cerca de 3 mil anos atrás. A conclusão é baseada em vestígios de nicotina encontrados em um cachimbo de cerâmica no Alabama.
Mas a história parece ser bem mais antiga: novas evidências publicadas na revista científica Nature Human Behavior na última segunda (11) sugerem que já se consumia tabaco há, pelo menos, 12 mil anos – 9 mil anos antes do que se supunha até então.
Sementes carbonizadas encontradas em uma antiga lareira nos EUA podem ser o indício mais antigo de uso da planta.
Humanos já usavam tabaco há 12 mil anos, sugere estudo
publicado originalmente em superinteressante

A Fiocruz está negociando a produção do molnupiravir no Brasil. O remédio, desenvolvido pela farmacêutica MSD (conhecida por Merck, Sharp & Dohme nos EUA e Canadá), já mostrou resultados positivos contra a Covid-19 e tem como principal vantagem seu oferecimento em cápsulas, o que possibilita o tratamento domiciliar. A notícia foi publicada nesta sexta (15) na Folha de S. Paulo.
O molnupiravir funciona da seguinte forma: ao ser metabolizado no organismo, ele se converte em uma molécula capaz de introduzir erros no código genético do Sars-CoV-2. Dessa forma, o vírus não consegue se replicar, o que evita o desenvolvimento de sintomas graves da doença.
Para testar o medicamento, pesquisadores da MSD acompanharam 775 adultos voluntários que estavam no começo da infecção por Covid-19. Metade deles recebeu placebo; a outra tomou o remédio. Todos os participantes do estudo tinham algum tipo de comorbidade e poderiam evoluir para quadros severos da doença.
Dentro o grupo que tomou placebo, oito pessoas acabaram morrendo; no que tomou a pílula, não foram registrados óbitos. O molnupiravir também diminuiu as chances de hospitalização em 48%. Devido a esses resultados, a MSD entrou com pedido de uso emergencial do medicamento no FDA (Food And Drug Administration), a Anvisa americana.
A Fiocruz está negociando a fabricação do antiviral, desenvolvido pela farmacêutica MSD. No futuro, ele poderia ser distribuído pelo SUS – mas ainda há controvérsias quanto ao seu uso.
Molnupiravir: pílula contra Covid-19 pode passar a ser produzida no Brasil
publicado originalmente em superinteressante

A mídia corporativa brasileira está mais uma vez “passando o pano” para um caso gravíssimo ocorrido na Terra Indígena Yanomami causando a morte de duas crianças da comunidade Macuxi Yano, região do Parima, que brincavam próximo a uma balsa de garimpo ilegalmente instalada no rio. As duas crianças, de idades de 5 e 7 anos, […]
Crianças Yanomami sugadas por dragas de garimpeiros ilegais: esse é o retrato mais fiel do governo Bolsonaro
publicado originalmente em blog do pedlowski
Pudim de chocolate 🍫😋
Delícia das delícias 😍…traga o café!
Isamara Amâncio aqui!

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