Monja Coen com sua amável presença, nos trazendo momentos únicos de sabedoria e conhecimento.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Monja Coen com sua amável presença, nos trazendo momentos únicos de sabedoria e conhecimento.

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“Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…”
🌻Clarice Lispector

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Camboriú SC Brasil

O ômega-3 pode ter ação contra a enxaqueca, segundo uma nova pesquisa. Publicado no periódico The British Medical Journal (BMJ), o estudo foi feito por pesquisadores americanos com 182 pessoas que relatavam enxaquecas frequentes. Elas foram divididas em três grupos e receberam diferentes estilos de alimentação.
Durante o experimento, os participantes anotaram o número e a intensidade das crises e quantas vezes precisaram recorrer a remédios para controlá-las. Quem seguiu a dieta com mais peixes gordurosos, que concentram altos níveis de ômega-3, apresentou uma redução de 30 a 40% nas dores.
“Esse ácido graxo age no sistema nervoso central, onde reduz moléculas inflamatórias envolvidas na fisiopatologia da enxaqueca”, explica a nutricionista Camila Caverni, da Sociedade Brasileira de Cefaleia. “Os efeitos são sentidos quando o consumo é diário.”
Quem sofre de enxaqueca precisa redobrar a atenção na hora de montar o prato:
O que deve entrar
LEIA TAMBÉM: Comida para proteger o cérebro
O que cortar
Em estudo, o benefício do nutriente foi notado após 16 semanas de consumo
Ômega-3 contra a enxaqueca
publicado originalmente em Veja saúde

O continente antártico nem sempre foi dominado pelas cores brancas e frias. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (20) no jornal acadêmico Polar Research mostrou que, durante o período Cretáceo, há 75 milhões de anos, a Antártida não só tinha florestas, como também enfrentava incêndios naturais.
A conclusão é baseada em um pedaço de madeira carbonizado encontrado em uma expedição no continente gelado realizada em 2016. Na época, pesquisadores do projeto Paleoantar estavam explorando a formação de Santa Marta, ao nordeste da ilha de James Ross, quando se depararam com o registro fóssil. Apesar de estar totalmente queimado em seu exterior, os cientistas conseguiram usar análises laboratoriais para descobrir que o fragmento era uma lasca de árvore queimada da família Araucariaceae.

Fóssil de madeira carbonizada encontrado por pesquisadores durante expedição na Antártida.
Diversos fatores que podem desencadear incêndios naturais, como a queda de raios e até a própria combustão natural. Neste caso, os cientistas sugerem que o incêndio tenha sido causado pela erupção de vulcões, que eram mais comuns na época.
O continente gelado já foi verde – e passou por queimadas causadas por vulcões. Veja o que revela a pesquisa realizada pelo projeto brasileiro Paleoantar.
Antártida enfrentava incêndios espontâneos há 75 milhões de anos
publicado originalmente em superinteressante

Cerca de 2 milhões de brasileiros sofrem de artrite reumatoide, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Falamos de uma doença autoimune que faz o próprio corpo atacar as articulações. Com isso, provoca inchaço, rigidez, dores nas juntas, além de poder deixar o indivíduo impossibilitado de fazer as tarefas mais simples do dia a dia, como pentear os cabelos.
Mas não precisa ser assim. Quando o tratamento começa a ser feito sobretudo nos primeiros três meses após o início dos sintomas, é possível impedir ou minimizar a progressão dessa condição inflamatória.
O problema é que na vida real isso não ocorre com frequência. Uma pesquisa feita pelo Instituto Ipsos a pedido da farmacêutica Janssen aponta que 54% dos pacientes demoram anos para chegar ao diagnóstico correto. Para o levantamento, foram ouvidos 144 brasileiros com artrite reumatoide e outras doenças autoimunes.
“Antes de chegar ao reumatologista, que é o profissional habilitado para identificar a doença e indicar o tratamento, essas pessoas passaram por cinco especialidades diferentes. Na saúde pública, isso pode levar anos”, afirma Dawton Torigoe, reumatologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e membro da SBR
Para mudar esse cenário, pessoas com sintomas, como inchaço, dor nas juntas e rigidez, devem visitar o médico certo para dar início ao tratamento eficaz
Demora no diagnóstico de artrite reumatoide reduz a qualidade de vida
publicado originalmente em Veja saúde
“Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima.”
🌷Buda

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Foto: dpa | Dean Lewins Por Norbert Suchanek para o “Neues Deutschland” Proteja a natureza! « Dificilmente existe um termo tão frequentemente usado em conexão com a natureza e a biodiversidade e ao mesmo tempo que é tão enganador como »natureza selvagem«. Apesar de numerosos estudos científicos que apontam para a influência e conhecimento dos povos indígenas, […]
Chega de “selva”: Para proteger a biodiversidade, os povos indígenas e o uso tradicional da natureza são necessários —
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro



Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil

Recentemente, novas opções de medicamentos para o tratamento da Covid-19 foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Muitas fórmulas que receberam o aval da entidade fazem parte do grupo dos anticorpos monoclonais.
Eles são feitos em laboratório e têm a função de mimetizar a ação dos anticorpos produzidos pelo nosso próprio corpo. Além disso, são programados para agir diretamente na proteína do vírus que possibilita a sua reprodução dentro do organismo. Por isso, mostram-se eficazes na hora de impedir que a infecção se agrave.
“Esses medicamentos imitam os anticorpos do tipo neutralizantes”, resume o biólogo Sergio Surugi de Siqueira, professor de Imunologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e membro titular da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).
Até a durabilidade desses anticorpos fabricados pode ser manipulada. “É possível dotá-los de uma vida biológica mais longa do que a dos nossos anticorpos naturais”, afirma Siqueira.
Eles são indicados para os primeiros dias de infecção, quando são detectados os sintomas iniciais. Ou seja, esse, sim, seria um tratamento precoce vantajoso, à base de remédios com ação benéfica realmente comprovada.
Cresce a lista de remédios dessa classe liberados pela Anvisa. Mas, devido ao alto custo e avanço da vacinação, eles devem ficar restritos a poucos grupos
O que são os anticorpos monoclonais aprovados para tratamento da Covid-19
publicado originalmente em Veja saúde