O mito do racismo reverso

Um artigo na seção de Opinião da Folha de S. Paulo, do dia 15 de janeiro, reacendeu o debate acerca de um mito que já deveria estar na lata de lixo da história há muito tempo. O antropólogo Antonio Risério, autor de obras como As Sinhás Pretas da Bahia (que dá ênfase à trajetória de negras escravistas), assinou um texto no jornal com o título: “Racismo de negros contra brancos ganha força com identidarismo”. 

Ao longo do artigo, que aponta um suposto projeto supremacista em movimentos negros, Risério elenca uma série de atos pontuais de violência, seja de indivíduos ou grupos negros, contra brancos, judeus e asiáticos. Também recupera histórias de lideranças negras que flertaram com o autoritarismo em momentos diferentes do passado. E assim justifica sua ideia de que há um perigoso racismo por parte dos negros que está ganhando envergadura como “discurso de esquerda”. 

O artigo, como o próprio autor deveria prever ao escrevê-lo, gerou uma grande polêmica nas redes sociais, com ataques de intelectuais (negros e brancos), de ativistas e de qualquer um que não seja cego à realidade de para que lado os ventos do racismo estrutural sempre sopraram. Também houve, obviamente, quem defendesse a tese e o teórico.

Essa disparidade de posicionamentos se explica porque dar sua opinião sobre qualquer assunto está na essência das redes sociais, é de graça e ao alcance de qualquer um. Se a opinião faz algum sentido, já é outra história. 

Racismo é via de mão única

Há, sim, negros preconceituosos. Há também negros violentos, sem dúvida. A violência e a hostilidade direcionada contra quem é diferente de nós não é uma característica que vem com a cor da pele, claro. Faz parte do que o Homo sapiens tem de humano e imperfeito. O racismo, entretanto, é algo que vai muito além disso. Está ligado a uma tradição de poder e privilégio, que sempre beneficiou o homem branco. Nunca o negro.

Um oceano de estudos deixa muito às claras quem sofre e quem não sofre racismo. E aí não é questão de opinião. São fatos provados pela ciência.

Equiparar hostilidade contra brancos a uma tradição de terror contra os negros e privação de seus direitos é negacionismo da lógica.

O mito do racismo reverso

publicado originalmente em superinteressante

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Pãozinho de queijo, uma delícia mineira que todos amam.

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Bain à la Grenouillère, Claude Monet

Bain à la Grenouillère é uma pintura de Claude Monet. O artista foi um dos fundadores do famoso movimento impressionista, que era uma resposta à arte acadêmica ensinada na academia de Belas Artes em Paris. Monet é considerado um dos principais artistas da corrente artística impressionista, tendo conhecido diversos outros pintores modernistas e influenciados muitos […]

Bain à la Grenouillère, Claude Monet

publicado originalmente em culturalizando

Meia colher de sopa de azeite ao dia para viver mais

Pessoas que consomem mais de sete gramas de azeite de oliva (ou meia colher de sopa) por dia estariam mais protegidas contra uma morte prematura por todas as causas e também por motivos específicos, como doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e câncer.

Essa é a conclusão de um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology. Nele, pesquisadores da Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos, analisaram dados de 60 582 mulheres e 31 801 homens coletados durante 28 anos.

Os participantes não tinham histórico de doenças cardiovasculares ou câncer no início do acompanhamento e, a cada quatro anos, completavam questionários sobre seu estado de saúde. Ao longo do tempo, 36 856 pessoas morreram.

Foi concluído que, em comparação a quem raramente ou nunca recorria ao azeite, os maiores consumidores do tempero (com ingestão acima de 7 gramas ao dia) apresentavam:

  • 19% menos risco de mortalidade geral ou por doença cardiovascular;
  • 17% menos risco de morte por câncer;
  • 29% menos risco de mortalidade por doenças neurodegenerativas;
  • 18% menos risco de morrer por causas respiratórias

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Os voluntários fãs do azeite usavam o óleo para temperar saladas e pratos prontos, assar ou fritar alimentos, além de adicioná-lo a alimentos como o pão.

Um estudo anterior, também de longa duração, já havia relacionado o consumo de 4 colheres de sopa desse alimento (ou 40 gramas por dia) à boa saúde cardiovascular. Outros trabalhos ainda reconhecem os efeitos do alimento no controle do colesterol, da glicose, da pressão arterial, do peso e até contra o declínio cognitivo.

No levantamento de Harvard, os pesquisadores frisam que a preferência por azeite foi ligada a uma menor probabilidade de morte quando comparada à utilização de itens como margarina, manteiga e maionese.

Ora, não adianta incluir o ingrediente proveniente da azeitona na dieta e se entupir de produtos que promovem o efeito contrário.

É importante lembrar que itens de origem animal, como a manteiga, são fontes de gordura saturada, cujo excesso é vinculado a um aumento no risco cardiovascular e a outros malefícios à saúde.

Em estudo, essa dose do tempero foi ligada a uma redução no risco de morte por várias causas. Mas hábito deve estar aliado a outros comportamentos saudáveis

Meia colher de sopa de azeite ao dia para viver mais

publicado originalmente em Veja saúde

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As baleias são mágicas e especiais.

Vamos mergulhar com elas neste vídeo incrível.

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Ação e reação…por Mágica Mistura

“Com certeza o caminhar é incerto… Não se sabe o que virá, porém nada é sem motivo. Contraditório, sem dúvida. Verdadeiro, acredito. A ação deflagrada é que define a reação vindoura.”

Mágica Mistura

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Obstáculo…por Clarice Lispector

“Sou um monte intransponível no meu próprio caminho. Mas às vezes por uma palavra tua ou por uma palavra lida, de repente tudo se esclarece.”

✨Clarice Lispector

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Muita gente não usa protetor solar, mesmo sabendo de sua importância

O uso do protetor solar é o método mais importante na prevenção do câncer de pele. Quase todo mundo sabe disso, mas apenas 69% levam esse hábito a sério, segundo pesquisa feita pela HSR Health em parceria com a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale). Foram ouvidas mil pessoas de todas as regiões do Brasil.

Incorporar essa prática no dia a dia é essencial, já que a exposição excessiva ao sol é a principal causa de tumores malignos nesse órgão. Estudos apontam que a utilização do produto nos primeiros 20 anos de vida reduz o risco de câncer de pele em 78%.

“Há outros fatores para o câncer de pele, mas eles são bastante específicos e ocorrem com imunossuprimidos, como pessoas que realizaram transplantes, passaram por radioterapia ou têm raros tipos de infecção de pele”, explica Gerson Geraldo de Paula, dermatologista da Abrale.

O sol proporciona inúmeros benefícios à saúde, mas, para aproveitar o lado bom desse astro é preciso se proteger com filtros solares, evitar a exposição entre 9 e 15 horas, além de usar camiseta, óculos e chapéu.

“Durante 15 ou até 20 minutos tiramos vantagem do sol para a saúde da pele e absorvemos a vitamina D e outros nutrientes. Ultrapassando esse limite, ele começa a ser prejudicial”, avisa de Paula.

Apenas 69% de mil pessoas entrevistadas afirmam que utilizam o filtro solar com regularidade; homens são os mais imprudentes

Muita gente não usa protetor solar, mesmo sabendo de sua importância

publicado originalmente em Veja saúde