Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
Não me iludo Tudo permanecerá do jeito que tem sido Transcorrendo, transformando Tempo e espaço navegando todos os sentidos
Pães de Açúcar, Corcovados Fustigados pela chuva e pelo eterno vento Água mole, pedra dura Tanto bate que não restará nem pensamento
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei Transformai as velhas formas do viver Ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei
Pensamento Mesmo o fundamento singular do ser humano De um momento para o outro Poderá não mais fundar nem gregos nem baianos
Mães zelosas, pais corujas Vejam como as águas de repente ficam sujas Não se iludam, não me iludo Tudo agora mesmo pode estar por um segundo
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei Transformai as velhas formas do viver Ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei
Se Marte não será, como a Terra, território de perigosas disputas geopolíticas, como acontece agora na Ucrânia, devemos isso a um acordo internacional fechado no dia 27 de janeiro de 1967: o Tratado do Espaço Sideral.
Esse pacto baniu a instalação de armas de destruição em massa para além do nosso próprio planeta e estabeleceu que o espaço é terra de ninguém, e é de todo mundo. Nenhum país pode ser dono de partes da Lua ou de Vênus, por exemplo, e todas as nações têm direito de explorar o espaço cientificamente. Além disso, o tratado, assinado na época por 110 países, proibiu quaisquer exercícios militares em corpos celestiais – tudo que não tivesse fins explicitamente pacíficos.
O acordo ainda diz que a exploração espacial deve ser guiada por princípios de cooperação e assistência mútua – astronautas são obrigados a providenciar ajuda a seus pares de outros países, em caso de necessidade. Diretrizes como esta possibilitam, hoje, que a Roscosmos, da Rússia, e a Nasa, dos Estados Unidos, agências de nações rivais na geopolítica, trabalhem em parceria na Estação Espacial Internacional – o laboratório que opera na órbita da Terra, a uma altitude de 400 quilômetros daqui.
Mas o objetivo principal do Tratado do Espaço Sideral não era aproximar cientistas de superpotências para entender melhor o que há no infinito e além. Ele nasceu mesmo foi por causa dos terrores despertados pela Guerra Fria. E não era só paranoia.
A crise do Sputnik
Na segunda metade dos anos 1950, bem antes da assinatura do acordo, os EUA e seus aliados ocidentais já propunham, no âmbito das Nações Unidas, uma combinação multilateral que preservasse o espaço exclusivamente “para propostas pacíficas e científicas”. Mas por que justamente os americanos, então com fama recente de vitoriosos em duas Grandes Guerras, se preocupariam tanto na época com a “paz universal”? A resposta estava em Moscou.
Os soviéticos assombraram o Ocidente quando, em 1957, foram os primeiros a mandar, com sucesso, um satélite artificial para a órbita do nosso planeta: o Sputnik.
Ter um fruto da ciência do Homo Sapiens flutuando acima da gravidade terrestre, abrindo caminhos para a experiência humana através do cosmos, deveria ser motivo de celebração. Mas não é bem assim que as coisas funcionam aqui embaixo.
Acordo assinado há 55 anos impôs fins pacíficos à corrida espacial de americanos e soviéticos. E impediu que países ricos fossem donos de planetas.
Parece contraditório estimular uma pessoa com dores nas articulações a praticar exercícios físicos, mas a atividade é considerada benéfica e parte essencial do manejo dos sintomas da artrose.
Também conhecida como osteoartrose, a doença degenerativa surge a partir do desgaste do tecido que reveste as extremidades dos ossos (cartilagens) e é mais comum nas mãos, joelhos, quadril e região lombar.
De acordo com Ana Paula Simões, ortopedista e presidente da Sociedade Paulista de Medicina do Esporte, quem tem o diagnóstico da artrose deve trabalhar a musculatura para ganhar mais força e amortecer o movimento da articulação. Com isso, protege a “dobradiça” e evita que ela se desgaste ainda mais.
“O esporte é o melhor remédio para qualquer problema de saúde, e isso inclui a artrose”, explica a especialista, que também é professora instrutora e médica assistente do grupo de Traumatologia do Esporte pela Santa Casa de São Paulo.
O problema é que, muitas vezes, a dor causada pela inflamação — na fase aguda da doença — faz com que o paciente se afaste da atividade física com medo de machucar ainda mais a articulação.
“Mas isso é ruim pois a musculatura vai enfraquecer, pode haver ganho de peso e até uma piora do humor, agravando o problema”, avalia a ortopedista.
Sintomas e culpados
A condição pode acometer qualquer articulação do corpo, e manifestar sintomas semelhantes. Nos joelhos, por exemplo, costuma provocar estalos ao se mexer, dores, inchaço, limitação de movimentos e a sensação de “pontadas” ou “queimação”. Ainda, a pessoa pode sentir dores ao iniciarem um movimento, que passam em pouco tempo depois.
As causas do problema são variadas: excesso de peso, condições genéticas e até traumas físicos podem provocar um desgaste da cartilagem.
Prática ajuda no manejo da dor e melhora da qualidade de vida dos indivíduos com a doença degenerativa
“Quando compreendermos com clareza que nossa saúde física e mental estão intrinsecamente ligadas à nossa saúde e bem estar espiritual, muitas barreiras cairão por terra e poderemos então, finalmente, tomar as rédeas da nossa existência e promover para conosco e os demais a tão buscada evolução em todos os aspectos.”
Pesquisadores do MIT usaram um microscópio eletrônico para estudar o comportamento de tumores e encontraram um fenômeno assustador (1): células de câncer conectadas a células T, do sistema imunológico, por meio de tentáculos minúsculos, com 100 nanômetros (mil vezes mais finos do que um fio de cabelo).
O que eles viram em seguida é ainda mais perturbador: as células tumorais arrancam as mitocôndrias de suas vítimas, e sugam-nas por meio dos tentáculos. A mitocôndria é a “usina” de energia das células; por isso, os cientistas supõem que o tumor se alimente dessa estrutura, que serviria para acelerar o crescimento do câncer. E ao fazer isso, o tumor também se livra das células T, suas inimigas (normalmente, elas matam células tumorais assim que aparecem).
Os cientistas injetaram uma substância que inibe a formação dos tentáculos em ratos de laboratório que tinham câncer – e os tumores cresceram menos. A ideia agora é testar esse inibidor em humanos.
Fonte 1. Intercellular nanotubes mediate mitochondrial trafficking between cancer and immune cells. T Saha e outros, 2021.
Cientistas flagraram o processo, que supostamente serve para alimentar tumor.
Que seu dia seja um campo aberto e limpo, onde os momentos trazem a brisa fresca e também tempestade e nuvens, às vezes, até chuva de granizo…mas que, depois de passada a tormenta, renasce forte, com um solo mais rico, pronto para receber as sementes de fé e gratidão que você esteja disposto a semear.
“A vida deveria ser uma celebração contínua, um festival de luzes por todo o ano. Somente então você pode se desenvolver, você pode florir. Transforme pequenas coisas em celebração. Tudo o que você faz deveria expressar a si próprio; deveria ter a sua assinatura. Então a vida se torna uma celebração contínua.”