“Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

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Calcula-se que até 5% da população possa sofrer com hiperidrose, condição caracterizada pelo suor excessivo. Embora não seja perigoso, o problema pode comprometer a qualidade de vida, mas tem jeito de amenizar o incômodo.
Entenda por que algumas pessoas suam demais e o que pode ser feito a respeito:
O suor é um mecanismo de regulação da temperatura corporal. Em toda a pele, temos sensores, chamados termorreceptores periféricos, que detectam as variações térmicas. Conectados ao sistema nervoso central, eles enviam mensagens ao cérebro.

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O hipotálamo, região cerebral responsável pela regulação da temperatura, recebe o sinal e envia estímulos às glândulas sudoríparas. Essas estruturas, por sua vez, captam líquido dos arredores e o bombeiam por um tubo que desemboca na epiderme, camada superficial da pele.

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Em quem tem hiperidrose, o mecanismo de produção do suor funciona mais do que deveria, tanto em situações normais — durante o exercício físico, ao comer itens apimentados ou viver uma emoção intensa — quanto inesperadamente, sem motivo claro.

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Pessoas com o problema tendem a suar demais mesmo quando não há nenhum gatilho em cena — e em locais bem específicos do corpo.
A condição é crônica, costuma aparecer no adulto jovem e permanecer durante a vida toda. A ciência ainda não sabe por que isso acontece e não existem fatores de risco conhecidos — exceto a presença de uma doença ainda oculta.
Suar é crucial ao organismo, mas a transpiração excessiva atrapalha o dia a dia. Entenda por que isso acontece e o que fazer para amenizar o suadouro
Por que algumas pessoas suam demais?
publicado originalmente em Veja saúde
“No silêncio é que descubro quantos sons produz minha mente. Percebo também o quão difícil é silenciá-la. Mais um exercício de equilíbrio no despertar para mim mesma. Tentando.”

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Vai uma pizza aí?… Delícia.
Pode fazer o cafezinho.
Isamara Amâncio aqui!

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Nosso programa semanal de biodiversidade, meio ambiente e ativismo.
Repórter Eco aqui!

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Camboriú SC Brasil
“Que todos os Deuses e Deusas
Os Devas, Orixás, e Sentinelas
Ascensionados e Seres de Luz
Que toda Egrégora do céu
Que todo povo mágico, ocidente e oriental
Que todos eles te benzam,
Te toquem e te curem
Te cubram com o manto da verdade
E preencham teu caminho de luz!”

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Quando os sintomas se manifestam fisicamente, sempre é sinal de doença espiritual?
Monja Coen aqui!

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Uma revisão da literatura médica publicada pelo grupo Nature acusa a hipertensão de também comprometer funções como memória e raciocínio.
“Já sabíamos que ela é a principal causa de AVC, tanto isquêmico quanto hemorrágico, eventos com sintomas agudos e capazes de deixar sequelas, mas agora temos evidências de que também ataca a microcirculação cerebral, provocando danos cumulativos e mais difíceis de detectar em longo prazo”, contextualiza o neurocirurgião Feres Chaddad, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Perda de memória recente, apatia, dificuldade progressiva para andar e se localizar e depressão são alguns dos sinais de alerta emitidos por quadros de demência. “É importante procurar ajuda, pois é possível agir antes da piora”, defende Chaddad. Não dá para ficar com aquele argumento de que “é coisa da idade”.
+ Leia também: As diretrizes atuais contra a hipertensão e as medidas preventivas
A hipertensão não está por trás apenas do AVC, mas de problemas na microcirculação cerebral:
1) Rígidos e enrijecidos

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Os vasos sanguíneos de quem tem hipertensão ficam enrijecidos com o tempo, por isso não funcionam tão bem.
2) Placas pelo caminho

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As artérias ainda são vítimas da inflamação e das placas de gordura, e trombos podem se desprender dali e obstruir vasos no cérebro.

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Eles interrompem o fluxo sanguíneo e levam à morte de um grupo de neurônios. Na microcirculação, causam danos cumulativos.
Depois dos 60 anos, hipertensos correm maior risco de demência
Pressão alta prejudica a cognição
publicado originalmente em Veja saúde
Um bálsamo para os ouvidos e a alma…
É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.
🌷 HARIBOL!

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