Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
Sabe aquela verdade (teoricamente) absoluta de que todo alimento industrializado não é lá muito bom? Então, e se a gente disser que a história nem sempre é assim?
De uns tempos para cá, os ultraprocessados se popularizaram como alimentos “não saudáveis”, ricos em gorduras, açúcares e sal. Mas, especificamente nesses casos, estamos nos referindo aos ingredientes que compõem o produto, e não aos processos em si.
Confuso, né? Calma que vamos esclarecer tudo, tintim por tintim!
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Um pouco de história
Os alimentos processados têm feito parte da dieta humana desde tempos antigos. Cientistas da Universidade de Harvard relatam que a primeira técnica foi criada há cerca de 2 milhões de anos, com a descoberta da cocção. Mais tarde, surgiram outros métodos, tais como a fermentação, secagem e salga. Tais técnicas permitiram a formação e a sobrevivência de diversos grupos e comunidades.
Exemplos de processamento
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Precisamos falar sobre a produção da NotMayo
Afinal, os produtos da linha são ou não ultraprocessados? Sim, de acordo com as definições estabelecidas, os produtos da linha NotMayo são considerados ultraprocessados.
Entretanto, em sua composição são utilizados ingredientes de altíssima qualidade e cuidadosamente selecionados. Além de processos que conferem um importante valor nutricional ao produto – sem glúten, colesterol e gordura trans.
Outro diferencial positivo, é que a produção da NotMayo dispensa as etapas de cativeiro e abate de animais. A seguir, conheça os detalhes desse processo, que é bem semelhante ao feito em casa, mas em nível industrial.
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Pelo bem do planeta e das pessoas
Cinco fatores confirmam: ao consumir a NotMayo, você não perde nada em relação à experiência e ainda consome um produto com uma cadeia de produção consciente.
Os processos garantem a segurança, textura e sabor do produto, mas é importante ir além do termo e saber mais sobre a qualidade dos ingredientes usados
Fernando de Noronha é um destino interessante para quem gosta de ciência. Não só pela natureza exuberante, mas também porque esse foi o primeiro pedaço de chão brasileiro que Charles Darwin conheceu.
O criador da Teoria da Evolução passou só algumas horas no arquipélago, quando o navio HMS Beagle (o mesmo que o levou às Ilhas Galápagos) atracou em 20 de fevereiro de 1832.
Darwin tinha apenas 23 anos. Embarcou no HMS Beagle como “companheiro do capitão” (uma espécie de cargo na época). O tal capitão era um cientista, Robert Fitzroy, e aprovou o jovem naturalista para a vaga. Darwin aproveitaria a expedição para estudar a biologia e a geologia de terras pouco exploradas. A viagem durou cinco anos.
Noronha não impressionou o naturalista. Ele gostou mesmo quando o navio aportou em Salvador. Aí, sim, Darwin ficou sem palavras. Era a primeira vez que via uma de nossas matas por dentro. Ele comparou a garoa inglesa ao toró do Brasil: “Fui surpreendido por uma tempestade tropical. Procurei me abrigar debaixo de uma árvore, cuja copa cerrada seria impermeável à chuva comum da Inglaterra. Aqui, porém, após alguns minutos, uma pequena cachoeira descia pelo enorme tronco”.
Apesar da tromba d’água, ele não se abalou. Em seu diário de viagem, no dia 29 de fevereiro, escreveu que o dia havia transcorrido “deliciosamente”. Mais do que isso: “delícia é termo insuficiente para dar conta das emoções sentidas por um naturalista que, pela primeira vez, se viu a sós com a natureza no seio de uma floresta brasileira”.
O viajante passou o final de fevereiro e a primeira metade de março em Salvador. Sim: Darwin conheceu o Carnaval baiano. Mas, diferente de Feynman, odiou. Na segunda-feira de Carnaval, enquanto dava um rolê pela cidade, o naturalista foi atingido por bolas de cera cheias de água e ficou empapado com sacos de farinha jogados pelos foliões. “Difícil manter a nossa dignidade”.
Origem das espécies brasileiras
Salvador e Rio de Janeiro fizeram parte do itinerário do HM Beagle, navio que levou Darwin a conhecer o mundo. Entenda como as espécies brasileiras e o horror da escravidão o levaram à Teoria da Evolução
Indiscutivelmente, em todas as paisagens da Terra, observamos fardos e prisões que atormentam a vida… Algemas de ódio, cristalizando as trevas em torno das almas… Algemas de egoísmo, enregelando corações… Algemas de vingança, estabelecendo perturbações e discórdia… Algemas do azedume, provocando amargura e enfermidade… Algemas da ignorância, gerando chagas de penúria… Na vida social, permanece […]