Idosos que mantém cérebro ativo podem adiar em cinco anos o Alzheimer

Atividades simples e cotidianas como ler, escrever, jogar cartas ou montar quebra-cabeças podem atrasar em cinco anos o princípio da doença de Alzheimer. E o mais surpreendente: os benefícios são visíveis mesmo quando tais hábitos são iniciados aos 80 anos. É o que revelou um estudo publicado na Neurology, periódico da Academia Americana de Neurologia.

Os pesquisadores concluíram que o atraso da demência é resultado de atividades de estimulação cognitiva em idades mais avançadas, e não no início da vida. Isso após acompanhar 1 978 pessoas com idade média de 80 anos e que não apresentavam a doença no início do estudo.

Leitura e jogos estão entre as atividades que podem atrasar as manifestações clínicas da demência

Idosos que mantém cérebro ativo podem adiar em cinco anos o Alzheimer

publicado originalmente em Veja saúde

Hábito de tomar café pode reduzir risco de arritmia, diz estudo

Vira e mexe o café é ligado a benfeitorias à saúde – desde que apreciado com moderação. No ano passado, um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e do Instituto Norueguês de Saúde Pública, encontrou uma relação entre tomar a bebida e uma maior expectativa da vida – com vantagens para o tipo filtrado. Agora, dados publicados no periódico Jama Internal Medicine sugerem que o café teria um efeito protetor quando o assunto é arritmia cardíaca.

Apesar de algumas limitações, trata-se de uma pesquisa robusta. Os quase 400 mil participantes foram selecionados a partir de um banco de dados genético britânico, o UK Biobank, o que colabora para uma diversidade de pessoas envolvidas.

A bebida sempre gerou desconfiança quando o assunto é o impacto no coração. Mas está cada vez mais claro que o consumo moderado é protetor

Hábito de tomar café pode reduzir risco de arritmia, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde

As 10 práticas essenciais para combater a pandemia de Covid-19

Um ano e sete meses após a descoberta do novo coronavírus, na China, o mundo ainda enfrenta novas ondas da pandemia. Um misto de desconhecimento (por se tratar de uma doença nova) com medo e ansiedade fez com que pessoas e profissionais da saúde tomassem medidas que, hoje, provaram-se equivocadas. Para dar esse esse alerta e indicar o que realmente tem respaldo científico em termos de prevenção e tratamento, estudiosos da campanha Choosing Wisely, que promove o uso racional de recursos na área da saúde e a medicina baseada em evidências, publicaram 10 recomendações básicas para conter a Covid-19. O compilado saiu no periódico Nature Medicine.

Recomendações são baseadas em uma análise robusta de evidências científicas. O objetivo do documento é evitar práticas que podem agravar a pandemia

As 10 práticas essenciais para combater a pandemia de Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

Frutas contra o diabetes

A descoberta vem da Universidade Edith Cowan, na Austrália, onde foi analisada a relação entre ingestão de frutas e presença de diabetes entre 7 675 pessoas. Após cinco anos de acompanhamento, na turma em que o alimento fazia parte do cardápio, houve redução de 36% no risco de a doença dar as caras.

Nesses indivíduos, notou-se uma melhor sensibilidade à insulina, o que se traduz em maior capacidade de as células retirarem o açúcar do sangue e transformá-lo em energia.

O consumo de pelo menos duas porções por dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença

Frutas contra o diabetes

publicado originalmente em Veja saúde

Comedores seletivos: os difíceis para comer

Criança que não come nenhum tipo de fruta ou verdura. Adolescente que não deixa passar verde no prato. Adulto que resiste a toda e qualquer salada. Quem disse que a seletividade alimentar é só coisa da infância? Pelo contrário, esse comportamento pode se perpetuar pela juventude e a fase adulta, trazendo consequências desagradáveis.

Sim, o comedor seletivo pode crescer! É o que atesta o primeiro estudo que se debruça sobre o avanço da seletividade alimentar ao longo da vida. Realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o trabalho foi de longa duração e coletou dados com os pais de 61 jovens sobre seus hábitos alimentares aos 2, 7, 9 e 11 anos de idade. Tempos depois, os participantes, todos já com 23 anos, se autoavaliaram para fechar a pesquisa.

Esse perfil pode trazer desafios para o desenvolvimento na infância e se estender e afetar a vida adulta. Faça um teste para saber se é o seu caso

Comedores seletivos: os difíceis para comer

publicado originalmente em Veja saúde

Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas

Da anatomia do cérebro ao seu funcionamento: o uso de tomografia e ressonância magnética aliado à cintilografia se populariza no diagnóstico de problemas como depressão e esquizofrenia.

Um dos pioneiros no país no uso da cintilografia de perfusão cerebral por tomografia por emissão de fóton único (Spect), o radiologista Roberto Levi Jales, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conta a origem da técnica: “Nos anos 1990, dois médicos americanos da Universidade da Califórnia observaram que as imagens do cérebro de pessoas com determinadas patologias seguiam diferentes padrões de cor após a administração de uma substância radioativa na veia: vermelho para transtorno bipolar, azul para esquizofrenia, por exemplo”.

O registro da atividade em certas áreas do cérebro sinaliza diferentes transtornos

Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas

publicado originalmente em Veja saúde

Frio pode contribuir para ocorrência de infarto, alertam especialistas

Dias mais frios podem contribuir para a ocorrência de infarto em pacientes que apresentam fatores de risco, como aqueles que têm lesões nas coronárias ou são hipertensos.

A cardiologista Rica Buchler, diretora de reabilitação cardíaca do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, alerta que o acompanhamento médico e o controle de condições preexistentes podem reduzir os riscos.

Ela explica que, no frio, na tentativa de manter a temperatura do corpo, os vasos sanguíneos se contraem, diminuindo de diâmetro. É a chamada vasoconstrição. “Essa situação pode levar ao infarto e piorar a hipertensão em pacientes com predisposição”, acrescenta.

O ideal é evitar se expor a mudanças muito bruscas de temperatura e estar em dia com o acompanhamento médico

Frio pode contribuir para ocorrência de infarto, alertam especialistas

publicado originalmente em Veja saúde

Guia reúne dicas para sensibilizar empresas sobre casos de depressão

O trabalho é o lugar em que a gente passa a maior parte do tempo e, ainda bem, tem crescido a preocupação em cuidar da depressão nesse ambiente. Afinal, ignorar os sinais e não buscar o tratamento dessa doença pode causar a piora do quadro – e casos graves aumentam o risco até de suicídio.

Para ter ideia, um em cada cinco brasileiros acaba pedindo pensão por invalidez por causa de transtornos mentais. O impacto disso pesa inclusive no bolso: o Brasil é o segundo país com maior perda financeira ligada à depressão no serviço. São US$ 63,3 bilhões (mais de R$ 37 trilhões), segundo estudo de 2016 da London School of Economics – ficamos atrás apenas dos Estados Unidos. 

A depressão é a principal causa médica de incapacitação. Guia pretende reduzir o preconceito sobre a doença no trabalho e facilitar a busca por ajuda

Guia reúne dicas para sensibilizar empresas sobre casos de depressão

publicado originalmente em Veja saúde

Julho amarelo: diagnóstico de hepatite C cai pela metade na pandemia

O número de testes e tratamentos realizados contra a hepatite C caiu entre 40 e 50% durante a pandemia de coronavírus. O alerta é feito pelo Instituto Brasileiro de Estudos do Fígado (Ibrafig), que lançou recentemente uma campanha de conscientização sobre as hepatites virais.

A iniciativa, batizada de “Não vamos deixar ninguém para trás”, visa incentivar o diagnóstico e tratamento de portadores dos tipos B e C da doença. Seu objetivo é reverter os prejuízos causados pela chegada da Covid-19.

No mês da conscientização das hepatites virais, entidade lança campanha para população voltar a fazer teste rápido e tratamento. Saiba mais sobre a doença

Julho amarelo: diagnóstico de hepatite C cai pela metade na pandemia

publicado originalmente em Veja saúde

Três novidades no combate ao câncer de próstata

câncer de próstata é o segundo tipo da doença mais comum entre os homens no Brasil, com 65 mil novos diagnósticos ao ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). E, tirando o câncer de pulmão, esse é o que mais causa mortes entre a população masculina do mundo.

Só no Brasil, estima-se que a doença faça 15 mil vítimas anualmente. Felizmente, estão surgindo inovações para ajudar a combater o problema e reduzir esses números.

“Com novos tratamentos, damos oportunidades para indivíduos com casos mais avançados e, além disso, muito está sendo feito para avaliar melhor a enfermidade em seu início”, destaca a médica especialista em Medicina Nuclear Camila Mosci, coordenadora da Medicina Nuclear do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

Conheça inovações que trazem esperança no diagnóstico e tratamento de um dos tumores mais comuns e mais perigosos para os homens

Três novidades no combate ao câncer de próstata

publicado originalmente em Veja saúde