Casa de banho romana do século 5 é encontrada sob dunas de areia na Espanha

Recentemente, arqueólogos da Universidade de Cádiz, na Espanha, trabalharam em escavações na costa sudeste do país, na região de Andaluzia – e acharam um “tesouro”. Escondido sob dunas de areia, estava um grande complexo de banho romano do século 5 d.C.

O antigo local encontrado pelos arqueólogos fica próximo ao vilarejo de Caños de Meca. Segundo a equipe, a estrutura está bem preservada. As paredes têm 4 metros de altura, e estima-se que o lugar já teve uma área de 10 mil metros quadrados.

Locais projetados para banhos públicos, relaxamento e atividades sociais eram comuns na Antiga Roma. Os pesquisadores encontraram também artefatos dos séculos 12 e 13.

Casa de banho romana do século 5 é encontrada sob dunas de areia na Espanha

publicado originalmente em superinteressante

Você odeia o barulho de gente comendo? Cientistas podem ter descoberto por quê.

Para algumas pessoas, sentar-se à mesa para comer com familiares e colegas pode ser um grande desafio. Os sons de respiração, mastigação e deglutição parecem inofensivos, mas são capazes de tirar do sério aqueles que sofrem com a chamada misofonia – condição que causa uma reação negativa aos sons.

A misofonia não é só uma palavra bonitinha para descrever quem se irrita com quem devora um pacote de salgadinhos de boca aberta. É coisa série, e as pessoas que vivem com o problema tendem a ficar extremamente irritadas ao ouvir qualquer barulhinho do dia a dia, tendo desde enjoos até comportamentos agressivos. 

De acordo com uma nova pesquisa, o problema pode estar ligado a um bug nas regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de sons e dos movimentos da boca e da garganta. Entenda.

Você odeia o barulho de gente comendo? Cientistas podem ter descoberto por quê.

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Com terapia genética, cientistas restauram parcialmente a visão de homem cego

A partir da terapia optogenética, adicionou-se proteínas sensíveis à luz na retina do voluntário. É a primeira vez que uma recuperação parcial é bem-sucedida.

Recentemente, uma equipe de cientistas conseguiu restaurar parcialmente a visão de um homem cego a partir de estimulação luminosa e da construção de proteínas que captam a luz em um de seus olhos. É a primeira vez em que a técnica, chamada de terapia optogenética, conseguiu alcançar a recuperação parcial funcional da visão.

Com terapia genética, cientistas restauram parcialmente a visão de homem cego

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Cães podem detectar Covid-19 em menos de um segundo

Cachorros treinados conseguiram identificar se uma pessoa estava infectada, cheirando pedaços de máscaras e roupas usadas por ela, com precisão de 94,3%.

A capacidade olfativa dos cães já é nossa conhecida, e eles já são nossos aliados para encontrar drogas e explosivos. Mas o “melhor amigo do homem” também é capaz de farejar algumas doenças, e, recentemente, pesquisadores descobriram que os cães também podem detectar o coronavírus com bastante precisão. Um estudo inglês fez testes com seis cães treinados e descobriu que eles podiam detectar a Covid-19 em roupas usadas por pessoas infectadas com até 94,3% de precisão – identificando corretamente 94 em 100 pessoas infectadas. O teste PCR, o mais preciso que existe, apresenta sensibilidade de cerca de 97%.

Cães podem detectar Covid-19 em menos de um segundo

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Galáxia espiral mais antiga já detectada tem 12,4 bilhões de anos

O sistema se formou 1,4 bilhão de anos após o Big Bang. Seu estudo pode ajudar pesquisadores a compreenderem a evolução da Via Láctea e do próprio Sistema Solar.

O Big Bang, expansão cósmica que deu origem ao universo, ocorreu há 13,8 bilhões de anos. As galáxias, claro, foram se formando depois disso. Mas os cientistas não sabem dizer com precisão quando esses sistemas se formaram ou como isso ocorreu. Essas são duas questões clássicas da astronomia. 

Galáxia espiral mais antiga já detectada tem 12,4 bilhões de anos

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Trabalho excessivo causa 745 mil mortes por ano, indica estudo da OMS

Quem trabalha mais de 55 horas por semana tem 35% mais riscos de sofrer derrame, e 17% mais chances de morrer por doenças cardíacas isquêmicas.

Trabalhar demais é uma das causas de morte de milhares de pessoas por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Um estudo realizado pela organização constatou que quem trabalha mais de 55 horas por semana possui mais riscos de sofrer derrames e doenças cardíacas isquêmicas – causadas pela coagulação e suspensão da circulação local do sangue.

Trabalho excessivo causa 745 mil mortes por ano, indica estudo da OMS

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Shrek, lançado há 20 anos, foi inspirado em um livro infantil de 1990

No dia 18 de maio de 2001, 20 anos atrás, chegava aos cinemas dos EUA o filme que iria revolucionar a indústria da animação. Shrek, uma sátira aos contos de fadas, tornou-se o primeiro vencedor do Oscar de Melhor Filme de Animação, em 2002. O sucesso garantiu ainda três sequências, especiais de natal, spin-off e até musical da Broadway. 

Isso você já sabe. O fato menos conhecido é que, na mesma noite em que o filme levou a estatueta de Melhor Animação, ele concorria também ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Pois é: a ideia do ogro rabugento e seu amigo burro não veio da cabeça dos diretores Andrew Adamson e Vicky Jenson. Na verdade, isso saiu da mente escritor e ilustrador americano William Steig, em 1990, aos 83 anos de idade. 

O ogro criado pelo ilustrador William Steig soltava laser pelos olhos e tem uma história diferente do enredo do filme, que revolucionou as animações.

Shrek, lançado há 20 anos, foi inspirado em um livro infantil de 1990

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Inflamação é uma das principais características da depressão, indica estudo

Uma pesquisa feita com cerca de 86 mil pessoas no Reino Unido apontou uma associação entre depressão e inflamação. Os cientistas mostraram que indivíduos com a doença psiquiátrica apresentam níveis mais altos de inflamação em seu organismo. A pesquisa foi realizada por pesquisadores da King’s College London, que analisaram a presença da proteína C reativa […]

Inflamação é uma das principais características da depressão, indica estudo

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Colonização extinguiu metade das cobras e lagartos de arquipélago no Caribe

A partir de fósseis, pesquisadores analisaram a perda de biodiversidade das ilhas de Guadalupe. A queda no número de espécies coincide com a chegada dos franceses no século 17.

Uma pesquisa publicada na última quarta-feira (19) mostrou que a perda da biodiversidade em Guadalupe, no Caribe, é muito maior do que se acreditava. A partir do estudo de fósseis, cientistas puderam analisar o histórico da biodiversidade da região e perceberam que uma extinção de 50% a 70% das espécies de cobras e lagartos aconteceu após a chegada dos colonizadores europeus, no século 17.

Colonização extinguiu metade das cobras e lagartos de arquipélago no Caribe

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Fóssil de planta de 280 milhões de anos é identificado no Brasil

As cicadáceas sobreviveram a duas extinções em massa e serviam de alimento para dinossauros. Descoberta pode ajudar a entender sua evolução até hoje.

Recentemente, uma pesquisa publicada na revista Review of Paleobotany and Palynology revelou a descoberta do fóssil de uma planta de 280 milhões de anos atrás – muito anterior aos primeiros dinossauros. Ela viveu em uma região do antigo supercontinente Gondwana onde, hoje, localiza-se a Bacia do Paraná.

Fóssil de planta de 280 milhões de anos é identificado no Brasil

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