“Nasci em Porto Alegre a 2 de janeiro de 1949. Dois dias antes, uma benzedeira disse a minha mãe, ao passar um crucifixo em sua barriga grávida, que ela seria uma vidente muito famosa e respeitada. Minha mãe, então, procurou desenvolver essa capacidade, mas nunca conseguiu e acabou esquecendo a previsão. Só […]
Sim, você pode pegar o coronavírus depois de tomar as duas doses da vacina. E, quanto mais ele circula, maior a chance disso acontecer. Mas isso está longe de indicar que os imunizantes contra a Covid-19 não funcionam. Os resultados da disseminação da variante Delta em outros países só reforçam a importância da vacinação.
“As vacinas ainda protegem dessa mutante, especialmente para evitar hospitalizações e mortes. O que estamos vendo é uma queda na proteção contra a infecção. E isso é mais significativo em pessoas que só tomaram uma dose”, aponta a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente do Sabin Institute, nos Estados Unidos.
A chegada da variante Delta pode aumentar os casos de coronavírus entre vacinados, mas risco de morrer ou adoecer gravemente se imunizado é baixíssimo
“Uma espécie mal compreendida”. É assim que cientistas da Universidade de Bristol (Inglaterra) se referem às girafas no título de seu novo estudo. Isso porque tradicionalmente (até cerca do ano 2000), acreditava-se que esse mamífero não era muito chegado em estabelecer laços com seus semelhantes. Mas o que esses pesquisadores procuraram mostrar é que as girafas, na verdade, apresentam uma estrutura social complexa.
A pesquisa publicada na revista Mammal Review representa um esforço de Zoe Muller e Stephen Harris em revisar mais de quatrocentos artigos científicos sobre o comportamento e a organização social de girafas – abrangendo populações que vivem livremente em ambiente selvagem ou em cativeiro.
Pesquisadores revisaram mais de 400 estudos científicos para entender melhor o comportamento social das girafas. Eles defendem que o animal apresenta uma estrutura social pronta para ser desvendada.
Um belo dia resolvi mudar E fazer tudo o que eu queria fazer Me libertei daquela vida vulgar Que eu levava estando junto a você
E em tudo o que eu faço Existe um porquê Eu sei que eu nasci Sei que eu nasci pra saber
E fui andando sem pensar em voltar E sem ligar pro que me aconteceu Um belo dia vou lhe telefonar Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro Eu sinto prazer De ser quem eu sou De estar onde estou Agora só falta você Agora só falta você Agora só falta você Agora só falta você
E fui andando sem pensar em voltar E sem ligar pro que me aconteceu Um belo dia vou lhe telefonar Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro Eu sinto prazer De ser quem eu sou De estar onde estou Agora só falta você
Agora só falta você Agora só falta você Agora só falta você
O inóspito Deserto da Namíbia, no sudoeste africano, é o lar de uma planta bastante curiosa chamada tumboa. Ela impressiona os cientistas desde sua descoberta em 1859 porque, diferente de outras plantas características de climas áridos, ela cultiva grandes folhas verdes que ficam expostas ao sol.
Mas outra grande questão é a longevidade da planta, que pode viver por cerca de dois mil anos. Na língua africâner, por exemplo, a tumboa tem o comprido nome de “tweeblaarkanniedood”, que significa “duas folhas que não podem morrer”. (Isso mesmo, até duas folhas partem do tronco da planta. Com o passar do tempo, e pela ação dos ventos secos do deserto, elas se rompem em várias tiras e se enrolam.)
A longevidade extrema da tumboa – também chamada pelo nome científico de Welwitschia – levou uma equipe de pesquisadores a estudar seu genoma. Os resultados foram publicados recentemente na revista Nature Communications.
Cientistas estudaram a tumboa, planta característica do Deserto da Namíbia, para tentar entender sua longevidade extrema.