Por Joenia Wapichana, deputada federal (Rede/RR), nascida na Raposa Serra do Sol, Sonia Bone Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e Ana Patté, integrante da Apib e do povo Xokleng O Supremo Tribunal Federal pode definir neste dia 30 os critérios definitivos para demarcação de terras indígenas, além de exorcizar […] […] […]
A Faculdade de Medicina e o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) irão participar de uma rede global de pesquisa que pretende encontrar a cura definitiva para a infecção HIV, o vírus causador da aids, por meio de engenharia genética. A nova abordagem de combate ao vírus buscará o bloqueio completo do HIV dentro das células e sua posterior eliminação.
“As últimas décadas representaram avanços muito importantes no tratamento e controle do HIV e AIDS. Mas o paciente segue precisando se tratar continuamente e o risco de agravamento em caso de interrupção permanece. Esta nova abordagem significará um passo fundamental. Poderá ser, finalmente, a cura do HIV”, destacou o professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP, Esper Kallás, que coordenará o grupo brasileiro.
Estudo usará engenharia genética para bloquear o vírus na célula
Poucos assuntos são tão badalados quanto os cuidados com a pele. Cremes, pomadas, sprays e tantos cosméticos que prometem reforçar a hidratação ou trazer uma solução para espinhas e rugas surgem com regularidade no mercado, tornando a estética uma das áreas campeãs de audiência.
Só que há outro lado, bem menos glamouroso mas nem por isso menos vital, que pede nossa atenção quando falamos em saúde da pele: a luta contra feridas e lesões crônicas, de difícil cicatrização e capazes de expor o corpo a várias complicações, e tantas vezes relegadas às quatro paredes dos hospitais. A boa notícia é que os especialistas nesse front vêm ganhando novas armas para vencer os antigos tormentos.
As feridas crônicas surgem de diversas formas. Podem começar, digamos, por dentro, a partir de doenças circulatórias ou do diabetes mal controlado, que atrapalham a cicatrização de qualquer corte ou picada de inseto, por exemplo. Assim como podem vir de fora, causadas por traumas físicos ou mesmo infecções.
Cortes, queimaduras, problemas circulatórios e diabetes estão entre as principais causas de feridas que não cicatrizam. Mas há um novo arsenal para sará-las
Os dentes entregam nosso estado de espírito: podem dar as caras tanto num momento de alegria como num esgar de sofrimento. Quem também aparece (ou padece) é a dentina, a camada que dá corpo a cada unidade da arcada dentária e fica recoberta pelo esmalte dental. Quando essa capa e o conteúdo são corroídos por algum problema, o sorriso tende a se esvair e a dor marca presença.
70% dos brasileiros chegam a ter algum grau de sensibilidade dentária, ligada à erosão do esmalte e à exposição da dentina.
30% de queda em cáries: foi o que registrou o governo brasileiro desde 2003. A encrenca pode comprometer a dentina e a vizinhança.
Um estudo recente descobriu que a montanha mais alta da Suécia, chamada Kebnekaise, está diminuindo de tamanho por conta das mudanças climáticas. A Kebnekaise faz parte dos Alpes Escandinavos e tem dois picos: um ao sul, coberto por uma geleira em processo de derretimento, e outro ao norte – rochoso e, portanto, estável.
Em 14 de agosto deste ano, o pico sul da montanha estava a 2.094,6 metros de altitude. Essa é a altura mais baixa registrada desde a década de 1940, quando pesquisadores da Universidade de Estocolmo iniciaram as medições. A altura registrada agora também é dois metros mais baixa do que a altura registrada em agosto de 2020.
Os pesquisadores usam métodos fotogramétricos para mapear a geometria do cume. Eles consideram uma margem de erro de 0,2 metro e realizam as comparações acompanhando as diferenças de altura da geleira ao longo do ano. Normalmente, a altura do pico sul pode variar de dois a três metros entre o verão e o inverno, por exemplo, devido ao deslocamento da neve e derretimento do gelo com o clima quente.
A montanha Kebnekaise encolheu 2 metros em um ano devido ao derretimento da geleira que cobre seu pico sul. Agora, apresenta a altura mais baixa desde 1940.