Opinião cada um tem a sua, há de se respeitar. Sou natural de Balneário Camboriú e moro na vizinha Camboriú, portanto sei do que estou falando .Tive uma infância e juventude muito legais nessa cidade…a natureza era maravilhosa e a água também.
De anos para cá virou um misto de mau gosto com ostentação e futilidades…mas, é o preço do progresso.Ou não?!
Não vou nem dizer o que penso do alargamento da faixa de areia… há anos atrás quando colocaram uma iluminação faraônica na praia,tinham de tirar os bichinhos mortos de patrola … acho que isso é auto explicativo.
O uso de produtos à base de canabidiol ou CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa — nome científico da maconha —, foi liberado aos atletas paralímpicos pela Agência Mundial Antidoping (Wada).
A decisão é um alívio para os esportistas. O CBD ajuda a reduzir inflamações, relaxar os músculos e controlar dores. “A substância apresenta todas essas vantagens em relação à recuperação física dos atletas e ainda tem menos efeitos colaterais do que os medicamentos tradicionais”, explica a médica Maria Teresa Jacob, de Campinas (SP), membro da International Association for Canabinoid Medicines (IACM). Sem falar que, segundo a especialista, auxilia no combate à insônia e melhora o foco.
Nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, esportistas podem manter tratamento à base de canabidiol, que alivia sintomas crônicos, como dores e ansiedade
Guilherme Ranieri morou em sítio desde pequeno e sempre gostou de plantas. Curioso sobre um matinho que dava uma linda flor, ele acabou descobrindo que aquela espécie, popularmente chamada de major-gomes, era comestível. Como qualquer leigo, fez a indagação mais instintiva de todas: “Eu posso mesmo comer isso aqui?”.
Depois de algumas pesquisas, entendeu que não só podia como devia. Aliás, aquele alimento fresquinho tinha tudo para substituir, na mesa do jantar, as alfaces compradas no supermercado da cidade.
Ao perceber que estava rodeado por comida boa e negligenciada, Ranieri resolveu se apropriar daquilo em nome da saúde e da sustentabilidade. E sua vida mudou: o que era hobby virou profissão, e, à frente do blog Matos de Comer, o produtor orgânico ainda dá aulas e atua com a implementação de jardins comestíveis.
Isso mesmo: imagine ter no quintal ou na varanda um jardim que, além de embelezar sua casa, ainda oferece comida!
Matinhos pisoteados pelas ruas poderiam estar na geladeira enriquecendo a dieta e contribuindo para um sistema alimentar mais sustentável
Após a cloroquina, azitromicina e ivermectina, surge o quarto cavaleiro do apocalipse: a proxalutamida. Assim como seus antecessores, trata-se de um medicamento normalmente usado para outra doença que está sendo promovido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a covid-19 – mesmo sem eficácia comprovada.
A droga, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Suzhou Kintor, é um bloqueador hormonal desenvolvido com o intuito de tratar o câncer de próstata. O medicamento ainda se encontra em fase de testes, e não é liberado pra comercialização em nenhum lugar do mundo. Ou seja: nem as pessoas com câncer de próstata, que são de fato o público-alvo do produto, têm acesso a ele.
Porém, o endocrinologista Flavio Cadegiani, que atua na clínica de emagrecimento Corpometria Institute, em Brasília, considerou que seria uma boa ideia testar a proxalutamida no Brasil para casos graves de covid-19.
Vale dizer que países como China, Reino Unido e França, que exploraram mais profundamente o reposicionamento de drogas (ou seja, o uso do remédio para fins que não o original), já haviam descartado a proxalutamida contra a covid-19. Mas este ainda não é o ponto. O grande problema é que os experimentos no Brasil – já no estágio dos testes clínicos, quando o remédio é usado em humanos –, estavam sendo conduzidos sem autorização da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o que é proibido.
O medicamento – um bloqueador hormonal usado contra câncer de próstata – foi testado no Brasil contra covid-19 sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. E houve erros de metodologia graves nos ensaios clínicos.
O sono é um momento de descanso e recuperação. Mas o que ainda não está claro para os cientistas é como o fluxo sanguíneo cerebral, importante para remover resíduos e fornecer oxigênio e nutrientes, muda enquanto estamos dormindo. Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Japão, se dedicou a investigar isso. Em seu estudo, eles encontraram novas evidências de aumento do fluxo sanguíneo e renovação cerebral durante o sono REM: a fase em que acontecem os sonhos.
A equipe estudou camundongos durante os estados de vigília e sono, visualizando o movimento dos glóbulos vermelhos do sangue nos capilares cerebrais – vasos sanguíneos muito finos responsáveis pela distribuição e recolhimento do sangue nas células.
Em estudo com camundongos, o fluxo sanguíneo cerebral, importante para fornecer oxigênio e nutrientes, aumentou durante essa fase do sono, em que acontecem os sonhos.
« Estamos na iminência do STF julgar o assim chamado Marco Temporal. É uma coisa quase inacreditável que se tenha que chegar ao Supremo para definir uma realidade que não tem lógica », afirma Dom Adriano Ciocca, Bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), a respeito do julgamento sobre demarcação de terras indígenas que acontece […]
Exatamente aqueles (a maioria, pelo menos) que mais entendem e preservam a natureza, são os mais espezinhados por esses crápulas sem coração… é,querem acabar com tudo de bom que resta!