A tonalidade da água no trecho do rio Tietê que passa pela cidade de Salto, no interior de São Paulo, preocupou os moradores neste domingo (29).
Em imagens gravadas e enviadas à TV TEM, um dos moradores diz que a água “parece petróleo”.
Apesar de ser impressionante, não é a primeira vez que as águas do Tietê ficam nessa cor. Em 2017 e 2014 o mesmo fenômeno foi registrado e cerca de 40 toneladas de peixes morreram.“A água estava parecendo piche, asfalto derretido. Muito feia a situação”, contou uma moradora em 2014.
‘Parece petróleo’, descreve um dos moradores da cidade de Salto
Depois do best-sellerO Peso das Dietas, da Editora Sextante (clique aqui para comprar), Sophie Deram volta às livrarias com Os 7 Pilares da Saúde Alimentar (clique aqui para comprar). E logo nas primeiras páginas avisa: “Se você acha que ‘fechar a boca e malhar’ é a fórmula mais eficiente para ter saúde e emagrecer, estou aqui para convencê-lo a rever esse conceito”.
A nutricionista, que tem doutorado com foco em obesidade e genética, trata de desfazer na obra confusões sobre o que é uma alimentação saudável, fala sobre a importância de comer sem culpa e explica por que defende que não se deve fazer dietas. “Elas aumentam a vontade de comer e o risco de engordar, além de prejudicarem a relação com o alimento”, justifica.
Exercitar o autoconhecimento para ter o controle da fome e desenvolver habilidades para lidar com as emoções sem descontar tudo no prato: eis algumas das reflexões propostas por Sophie a quem busca uma reconexão com as refeições.
Em novo livro, nutricionista apresenta manual para fazer as pazes com os alimentos e com o próprio corpo
Levantamento do MapBiomas mostra também que entre 1985 e 2020 a área de agropecuária cresceu em 5 dos 6 biomas brasileiros. No caso da soja, o total ocupado equivale ao estado do Maranhão Maloca de indígenas em isolamento voluntário na Terra Indígena Kampa e Isolados do Rio Envira. — Foto: Gleilson Miranda/Funai Apenas 1,6% da […] […]
Todo dia a insônia Me convence que o céu Faz tudo ficar infinito E que a solidão É pretensão de quem fica Escondido fazendo fita
Todo dia tem a hora Da sessão coruja Só entende quem namora Agora vão ‘bora
Estamos bem por um triz Pro dia nascer feliz Pro dia nascer feliz O mundo inteiro acordar E a gente dormir, dormir Pra o dia nascer feliz Ah, essa é a vida que eu quis O mundo inteiro acordar E a gente dormir
Todo dia é dia E tudo em nome do amor Ah, essa é a vida que eu quis Procurando vaga Uma hora aqui, a outra ali No vai e vem dos teus quadris
Nadando contra a corrente Só pra exercitar Todo o músculo que sente Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz É, pro dia nascer feliz O mundo inteiro acordar E a gente dormir, dormir Pro dia nascer feliz É, pro dia nascer feliz O mundo inteiro acordar E a gente dormir
Todo dia é dia E tudo em nome do amor Essa é a vida que eu quis Procurando vaga Uma hora aqui, a outra ali No vai e vem dos teus quadris
Nadando contra a corrente Só pra exercitar Todo o músculo que sente Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz Pro dia nascer feliz O mundo inteiro acordar E a gente dormir, dormir Pro dia nascer feliz Pro dia nascer feliz O mundo inteiro acordar E a gente dormir, é
Urânio e plutônio são os principais ingredientes de uma bomba atômica. Em 1938, cientistas alemães descobriram que poderiam fissionar o núcleo desses átomos instáveis, liberarando uma grande quantidade de energia no processo. No ano seguinte, nascia o programa nuclear da Alemanha nazista. Cientistas do país começaram a produzir cubos de urânio – que seriam usados em um reator nuclear para produzir plutônio –, mas o projeto nunca foi concluído.
Se a foto acima parece familiar, é porque o objeto é a cara do Tesseract – o cubo fictício que guarda a joia do infinito no Universo Cinematográfico da Marvel. Mas o nome oficial dele é “cubo de Heisenberg”, em homenagem ao físico que ajudou a criá-los. Werner Heisenberg trabalhava em um laboratório localizado embaixo de uma igreja, na cidade alemã de Haigerloch.
Em 1945, tropas americanas e britânicas encontraram 664 cubos nesse laboratório e os enviaram para os Estados Unidos. Só tem um problema: atualmente, os cientistas só sabem o paradeiro de doze deles. Muitos provavelmente foram usados em armas nucleares americanas, enquanto outros foram parar nas mãos de colecionadores. Não sabemos quantos desses cubos podem estar por aí.
Centenas de cubos de urânio foram produzidos durante o programa nuclear alemão – inclusive em um laboratório comandado pelo físico Werner Heisenberg.
A vivência e o inconformismo do físico Sérgio Mascarenhas (1928-2021) diante de um distúrbio que elevou sua pressão intracraniana foram o ponto de partida do que pode ser uma revolução na medicina. O professor rompeu um paradigma da neurociência — o de que o crânio é totalmente rígido — e lançou as sementes para a criação de uma tecnologia não invasiva capaz de inferir o volume e a pressão dentro da cabeça.
Antes do sensor, desenvolvido pela startup brain4care, a única forma de acessar esses dados era com um procedimento que fura o crânio. O novo dispositivo consegue flagrar, por meio de ondas específicas, alterações até mais sutis que sinalizam problemas.
“Hoje já visualizamos 20 diferentes aplicações para a tecnologia”, conta Plinio Targa, CEO da Brain4care. Além de desordens neurológicas como hidrocefalia e AVC, o sensor é estudado em contextos como anestesia e doenças cardíacas.
Uso da tecnologia, criada no Brasil, não será restrito a doenças neurológicas
Difícil imaginar o que nos aguarda no 7 de setembro…com certeza coisas vis e toscas,como é de se esperar da estética (?) Bolsonarista.
Cada dia mais fanatizados ,os seguidores do ‘mito’ continuam pedindo voto impresso, fechamento do STF e “liberdade”, Deus sabe pra quem… talvez para as mentes deles,massa de manobra das mais dignas de pena.