“Um dia aprendi que sonhos existem para tornarem-se realidade. E, desde aquele dia, já não durmo pra descansar. Simplesmente durmo pra sonhar.”
💖 Walt Disney

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Um dia aprendi que sonhos existem para tornarem-se realidade. E, desde aquele dia, já não durmo pra descansar. Simplesmente durmo pra sonhar.”
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Ao contrário do que muita gente pensa, sair do consultório médico com um monte de pedido de exames e receitas de medicamentos não é necessariamente sinônimo de tratamento eficaz. O ideal é que os profissionais conheçam o histórico de cada indivíduo, acompanhem a evolução da sua jornada de saúde e encaminhem a apenas o que for de fato preciso.
Um modelo de cuidado que alinha a atenção primária (por meio do médico de família) à secundária (especialistas de forma geral) oferece um cuidado integral, acompanhando o indivíduo bem de perto e investindo na prevenção e proteção da sua saúde, podendo, assim, combater até 80% do surgimento e da evolução de males.
É exatamente isso que a rede de clínicas DaVita Serviços oferece aos seus pacientes em suas 16 unidades espalhadas pela região metropolitana de São Paulo.
Proporcionando os benefícios de um tratamento completo, com a conveniência de disponibilizar tudo em um só lugar, a empresa diversificou o mix de serviços. Para os pacientes que precisam de um atendimento mais rápido, por exemplo, com sintomas agudos, como um mal-estar ou um trauma leve, existe o Atendimento Imediato. Já visando o tratamento contínuo, há o método de Médico de Família.
O cuidado médico integrado consiste no acompanhamento do paciente de perto e investimento na prevenção dos males
Cuidado coordenado: modelo que alia a atenção primária à secundária
publicado originalmente em Veja saúde

Cuidar da comunidade de micro-organismos que moram em nosso aparelho digestivo já não é mais como antigamente. Pudera: a ciência vem desvendando que aquilo que acontece por ali tem implicações no corpo inteiro — da pele ao coração, do sistema imune ao nervoso. Só para ter ideia, 70% das nossas células de defesa se encontram no trato gastrointestinal, e até 90% da serotonina, neurotransmissor essencial ao nosso estado de bem-estar, é produzida nessas redondezas. Manter esse habitat em harmonia, portanto, faz diferença para o ecossistema do organismo todo. Então como cuidar dele? Alimentando e cultivando os moradores bem-vindos, recrutando novos aliados e evitando que malfeitores apareçam e as coisas desandem por lá. Foi para isso que nasceram os probióticos, produtos à base de bactérias estudadas por suas vantagens ao corpo humano. Quanto mais avança o conhecimento nesse campo, mais aparecem alimentos e suplementos destinados a zelar pela microbiota. Só que, aí, os probióticos já não estão sozinhos. O universo dos “bióticos” se expandiu tanto que conta agora com uma sucessão de prefixos: pre, sim, para, pos e psicobióticos (mais abaixo, destrinchamos cada uma dessas categorias). Em comum, todos esses produtos buscam aprimorar ou preservar algum aspecto daquela comunidade de olho em benefícios para nós, os hospedeiros. “A microbiota é peça-chave em nosso estado de saúde. Ela se desenvolve desde antes de o bebê nascer e pode sofrer mudanças ao longo dos anos. Tipo de parto, amamentação, estilo de vida… Tudo isso a influencia”, explica a bióloga Katia Sivieri, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara. Uma criança que vem ao mundo de parto normal tem um perfil de bactérias intestinais diferente de uma que nasce de cesárea. O mesmo acontece em função do aleitamento materno. E pesquisas indicam que, tanto no primeiro caso (parto normal) como no segundo (leite da mãe), o pequeno ficaria mais protegido de obesidade e doenças crônicas.
A família de produtos para a microbiota intestinal cresce com uma lista de prefixos e funções, que vão de modular a imunidade a preservar a saúde mental
Probióticos: um universo em expansão
publicado originalmente em Veja saúde

Na última terça (19), cirurgiões americanos afirmaram ter realizado com sucesso o transplante do rim de um porco a um paciente humano diagnosticado com morte cerebral – em suporte artificial de vida e sem possibilidade de recuperação. O feito inédito, considerado um marco por especialistas na área, foi relatado ao jornal USA Today.
A cirurgia foi realizada no dia 25 de setembro no centro médico Langone Health, da Universidade de Nova York. Segundo o médico Robert Montgomery, que liderou o procedimento, o paciente foi observado durante um período de 54 horas e nenhum sinal de rejeição foi detectado. Pelo contrário: o rim passou a funcionar normalmente, produzindo urina e eliminando creatinina, substância produzida pelos músculos e que é despachada por esse órgão.
O rim veio de um porco geneticamente modificado, desenvolvido pela empresa americana de biotecnologia Revivicor e aprovado pela FDA (agência regulatória dos EUA, semelhante à nossa Anvisa) em dezembro de 2020 para uso como alimento ou potencial fonte para tratamentos humanos.
Nos EUA, paciente com morte cerebral recebeu órgão de um animal criado a partir de edição genética – e que passou a funcionar imediatamente. Entenda.
Pela primeira vez, cirurgiões transplantam rim de porco em um humano
publicado originalmente em superinteressante
Agora e às vezes, enxergo com nitidez.
Olho e vejo tudo como é, claro e chato
Mas dura pouco, quase nada
Lá vou eu pra terra do nunca, outra vez
Neste lugar que só eu conheço
Posso ser de tudo um pouco
Ou tudo junto, dia, hora, ano ou mês
Parece coisa de louco?
Pode apostar que é sim
A terra do nunca é minha, caro colega
É uma doideira só…
Invenções da minha mente
Lá moro eu velha, moça e garotinha!
De dia começa a noite, ou a tarde…
E termina de manhãzinha…

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Mais de 1,5 bilhão de seres humanos convivem com a perda de audição, segundo a estimativa do projeto Global Burden of Disease em cima de dados colhidos em 2019. A iniciativa faz revisões e projeções de doenças pelo planeta com base em informações populacionais de centenas de países.
No caso do déficit auditivo, 62% dos indivíduos com o problema têm mais de 50 anos, e ao redor de 403 milhões de pessoas encaram prejuízos em nível moderado ou severo. Com o envelhecimento mundo afora, o trabalho prevê que, em 2050, haverá 2,45 bilhões de pessoas com perda de audição.
Isso conclama ações de prevenção e controle urgentes. Os pesquisadores encorajam medidas como o rastreamento de déficit auditivo na infância, o manejo de infecções capazes de comprometer o ouvido e o maior acesso a aparelhos auditivos e procedimentos como o implante coclear.

Levantamento internacional indica que uma em cada cinco pessoas no mundo sofre com algum grau de prejuízo para ouvir. Veja esta e outras notícias
Radar da saúde: uma pandemia de perda auditiva e outros destaques
publicado originalmente em Veja saúde
Um programa que a gente espera a semana inteira?….
Ecologia, resistência, paisagens lindas e gente que faz a diferença.
Repórter Eco por aqui!

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Monja Coen com sua amável presença, nos trazendo momentos únicos de sabedoria e conhecimento.

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“Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…”
🌻Clarice Lispector

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O ômega-3 pode ter ação contra a enxaqueca, segundo uma nova pesquisa. Publicado no periódico The British Medical Journal (BMJ), o estudo foi feito por pesquisadores americanos com 182 pessoas que relatavam enxaquecas frequentes. Elas foram divididas em três grupos e receberam diferentes estilos de alimentação.
Durante o experimento, os participantes anotaram o número e a intensidade das crises e quantas vezes precisaram recorrer a remédios para controlá-las. Quem seguiu a dieta com mais peixes gordurosos, que concentram altos níveis de ômega-3, apresentou uma redução de 30 a 40% nas dores.
“Esse ácido graxo age no sistema nervoso central, onde reduz moléculas inflamatórias envolvidas na fisiopatologia da enxaqueca”, explica a nutricionista Camila Caverni, da Sociedade Brasileira de Cefaleia. “Os efeitos são sentidos quando o consumo é diário.”
Quem sofre de enxaqueca precisa redobrar a atenção na hora de montar o prato:
O que deve entrar
LEIA TAMBÉM: Comida para proteger o cérebro
O que cortar
Em estudo, o benefício do nutriente foi notado após 16 semanas de consumo
Ômega-3 contra a enxaqueca
publicado originalmente em Veja saúde