Dos hormônios ao coração: quatro notícias quentes de um congresso médico

Endocrinologistas e cardiologistas, cujos caminhos estão frequentemente conectados, reuniram-se há pouco no evento médico Diacordis para trocarem experiências e se atualizarem. Entre várias discussões, quatro temas se destacaram – e eles podem ter impacto importante no dia a dia de muita gente. Confira:

Reposição hormonal para eles e para elas: quando fica perigoso?

Esse tipo de tratamento deve ter indicação correta e durar um tempo determinado. Quando fatores como esses não são respeitados, coração fica ameaçado.

Para as mulheres, a reposição de hormônios vira assunto durante a menopausa, já que ela é capaz de reduzir sintomas incômodos típicos dessa fase, a exemplo das famosas ondas de calor (os fogachos), ganho de peso e mudanças de humor. Alguns estudos, porém, chegaram a relacionar essa terapia a um maior risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares, levando o público feminino a ter dúvidas sobre as vantagens da reposição.

Com o tempo, os médicos foram percebendo que, na verdade, o tratamento deixa de ser bem-vindo quando dura mais de dez anos. Ou seja, é preciso saber a hora certa de parar. 

“A reposição é benéfica para o coração e para a prevenção da osteoporose no período em que a menstruação começa a falhar e os sintomas aparecem. Perto dos 60 anos, porém, o jogo muda, aí a saúde cardíaca entra em risco”, alerta o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), e organizador do Diacordis.

Uso de remédio para a gota contra o infarto e indicação de terapia de reposição hormonal foram alguns dos temas debatidos no encontro

Dos hormônios ao coração: quatro notícias quentes de um congresso médico

publicado originalmente em Veja saúde

Crânio encontrado na África do Sul sugere que Homo naledi sepultava seus mortos

Pela primeira vez, pesquisadores encontraram um crânio parcial infantil de um Homo naledi na África do Sul. A estrutura, que foi datada pelos cientistas em 250 mil anos, estava em uma fresta profunda e praticamente inacessível do sistema de cavernas Rising Star. Sua localização leva os cientistas a acreditarem que a peça foi colocada ali propositalmente, reforçando a hipótese de que este grupo de hominídeos já sepultava seus mortos. 

Para entender a história, é preciso voltar até 2015, quando foram encontrados as primeiras evidências de Homo naledi nesta mesma região. Mais de mil ossos cobriam o chão de uma das câmaras da caverna, sugerindo que o espaço havia servido como um cemitério no passado. Mas a hipótese foi colocada em xeque por outros cientistas, já que o Homo naledi possuía um cérebro de tamanho inferior ao dos humanos modernos e aparência primitiva – rudimentar demais para realizar rituais do tipo.

O crânio infantil levanta novamente essa possibilidade. Ele foi encontrado a 12 metros de distância desse primeiro material recuperado, mas estava em uma área de difícil acesso. Para chegar até o local, os paleontólogos tiveram que passar pela chamada Câmara do Caos, que está repleta de passagens claustrofóbicas que não chegam a ter nem um metro de largura e de altura. A pequenez do espaço faz questionar se alguém entraria ali sem segundas intenções. 

Os fragmentos de 250 mil anos são os primeiros a serem atribuídos a uma criança da espécie. O achado reforça a hipótese de que o sistema de cavernas Rising Star serviu como cemitério no passado.

Crânio encontrado na África do Sul sugere que Homo naledi sepultava seus mortos

publicado originalmente em superinteressante

Conceito…por Osho

“Esqueça essa história de querer entender tudo.
Em vez disso, viva,
em vez disso, divirta-se!
Não analise, celebre!”

🌻Osho

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Assista a “A MENTE: Conhecê-la e Dominá-la Reflexões Filosóficas | Prof. Lúcia Helena Galvão de Nova Acrópole” no YouTube

Nós seres humanos nos consideramos privilegiados por termos o cérebro mais desenvolvido do planeta…

Bom mesmo seria aprendermos a usar esse potencial, não é verdade?

Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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Assista a “ENERGIA & DINHEIRO” no YouTube

Uma aula sobre energia e sua relação com o dinheiro? Temos!

Meteoro Brasil aqui!

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Assista a “Repórter Eco | Especial COP26 | 07/11/2021” no YouTube

Mudanças climáticas, escolhas e decisões…o futuro do planeta em jogo.

Ecologia, atualidade e muito mais…

É o Repórter Eco!

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Assista a “FILOSOFIA E SAÚDE MENTAL – Lúcia Helena Galvão da Nova Acrópole” no YouTube

Professora Lúcia Helena Galvão com conselhos práticos e sábios para auxiliar no tratamento dos dilemas mentais e emocionais da atualidade.

Nova Acrópole aqui!

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Vitória…pelo Buda

“Por mais que na batalha se vença um ou mais inimigos, a vitória sobre si mesmo é a maior de todas as vitórias.”

🌷Buda

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Por que os cães inclinam a cabeça? Este estudo oferece pistas

Nossos amigos caninos fazem um monte de coisas adoráveis – e inclinar a cabeça para o lado enquanto olham para nós com certeza é uma delas. O comportamento parece indicar que o animal está confuso, mas ainda não se sabe ao certo por que eles fazem isso.

Agora, um estudo sugeriu que esse pode ser, na verdade, um sinal de atenção. Os pesquisadores levantaram essa hipótese por acaso durante o Genius Dog Challenge (“desafio do cachorro gênio”, em inglês), que consiste em uma série de experimentos transmitidos ao vivo nas redes sociais e reúne cães espertos e treinados do mundo inteiro.

Antes de falar sobre o estudo em si, vale entender um pouco sobre o comportamento canino. É comum que cachorros identifiquem com facilidade ações como “sentar” e “passear”, mas palavras relacionadas a objetos, por exemplo, demandam mais esforço por parte deles.

Contudo, alguns acabam se revelando craques nessa tarefa. Cachorros do Genius Dog Challenge, por exemplo, são capazes de reconhecer de 30 a 100 nomes de brinquedos.

Ao longo de meses de experimentos que verificavam a habilidade em memorizar palavras, os pesquisadores perceberam que os cães talentosos do Genius Challenge inclinavam a cabeça em 43% das vezes em que eram solicitados a pegar um brinquedo. Cachorros com habilidade comum, por outro lado, inclinavam a cabeça em só 2% das vezes.

Pesquisa com cães experts em reconhecer nomes de objetos sugere que comportamento pode ser sinal de concentração. Entenda.

Por que os cães inclinam a cabeça? Este estudo oferece pistas

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Marília Mendonça cantou as dores de ser mulher | Galãs Feios” no YouTube

É certamente uma tristeza quando se vai precocemente um talento em ascenção…de consolo fica o brilho de uma artista que estará na memória do Brasil pra sempre!

Galãs Feios em uma merecida homenagem a Marília Mendonça.

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