Os primeiros televisores funcionavam por meio de um tubo néon e um disco giratório, também chamado de disco de Nipkow. Nessa época, as imagens tinham uma tonalidade avermelhada e eram bem pequenas.
Algum tempo se passou até o lançamento da TV de LCD, com tela de cristal líquido e iluminação por trás (backlight) com lâmpadas fluorescentes. Essa inovação tornou as cores mais vivas. A chegada da TV de LED melhorou a definição das cores com a iluminação de fundo.
Dando mais um passo no quesito tecnologia, o mercado lançou os miniLEDs, que trazem um nível ainda maior de detalhe e contraste, com cores mais precisas do que as das TVs de LED tradicionais.
Antes iluminada por LEDs clássicos, agora, com a LG QNED MiniLED, a TV ganha mais zonas de iluminação, filtro de cores com pontos quânticos e nanopartículas
Cerca de 700 mil pessoas morrem de câncer de fígado todos os anos no mundo – são quase 10 mil só no Brasil. Entre as principais causas para o desenvolvimento da doença estão as hepatites virais B e C. Ambas são bastante negligenciadas, até porque evoluem de forma silenciosa – assim como o próprio tumor de fígado.
Para ter ideia, uma pesquisa com quase 2 mil pessoas encomendada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) ao Datafolha constatou que mais da metade dos entrevistados (60%) nunca fez teste (ou não sabe se fez) para hepatite C nem para hepatite B (52%), sendo que muita gente declarou ter consciência de que os testes são gratuitos no Sistema Único de Saúde (SUS).
A questão é que, para 47% e 46% das pessoas, respectivamente, os testes parecem desnecessários porque elas não sentem necessidade/dor e por falta de interesse mesmo.
Por outro lado, a pesquisa aponta que o brasileiro está se vacinando para prevenir a hepatite B, a mais grave, e que não tem cura. Dois a cada três participantes garantiram ter recebido as três doses do imunizante. O perfil de quem já tomou, no entanto, é das classes econômicas mais altas. Ou seja, essa atitude precisa ser disseminada entre a população em geral.
Cabe lembrar que, enquanto a hepatite B pode ser prevenida com vacina, a hepatite C tem cura.
Pesquisa aponta que os brasileiros deixam de investigar essas doenças por falta de sintomas, mesmo com testes gratuitos disponíveis na rede pública
As praias não surgiram em um passe de mágica. A areia em que você faz sua caminhada é um conjunto de partículas de rocha, que sofreram erosão por conta dos ventos e chuvas. Os cursos d’água carregaram esse material até a costa, formando o imenso corredor bege em que tomamos Sol. Essa é uma operação que já dura bilhões de anos, e que pode ajudar os cientistas a entender detalhes sobre a origem dos continentes. Basta procurar pelos primeiros depósitos de areia para compreender detalhes sobre o passado.
Foi o que fizeram os pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália. Eles analisaram antigas formações de arenito – rocha sedimentar resultante da deposição de areias – encontradas em Singhbhum, no leste da Índia. Os cientistas fizeram a datação de grãos microscópicos de um mineral chamado zircão, que fica dentro do arenito. A partir daí, concluíram que o material teria se aglomerado entre 3,3 e 3,2 bilhões de anos atrás.
O período não remete apenas ao surgimento de uma das primeiras praias, mas também ao aparecimento dos primeiros continentes, refutando pesquisas anteriores que apontavam a emersão das massas terrestres para 2,5 bilhões de anos atrás. O estudo completo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Mas qual é a origem dessas massas de terra continentais? Na base da crosta terrestre existem rochas que, ao derreterem, formavam grandes continentes de granito (rocha magmática). Mas eles não emergiram de uma hora para outra: há indícios de que essa camada de granito foi ficando cada vez mais espessa e, à medida em que isso acontecia, ela se tornava mais suscetível a flutuar. Quando este cráton atingiu cerca de 50 quilômetros de espessura, tornou-se capaz de subir à superfície.
Massas terrestres teriam emergido do oceano há cerca de 3,2 bilhões de anos – a descoberta pode explicar o aumento de oxigênio na atmosfera e a formação de geleiras durante o período.
Desejo é realização antecipada. Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos. Como você pensa, você crê, e como você crê, será. Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que deseja hoje. Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao campo de cultura na gleba do mundo, […]
Marcas líderes, incluindo Tesco, Nestlé Reino Unido e Irlanda, Sainsbury’s, Nando’s, KFC Reino Unido e Irlanda, Morrisons e McDonald’s Reino Unido e Irlanda, assinaram o Manifesto de Soja do Reino Unido
Compromisso significa que os signatários do Reino Unido se comprometem a comprar soja livre de desmatamento, protegendo florestas e valiosa vegetação nativa
Os signatários representam cerca de 60% de toda a soja comprada no Reino Unido a cada ano
Hoje (9 de novembro de 2021), líderes da indústria do Reino Unido de 27 grandes empresas – todos os maiores varejistas de alimentos do Reino Unido (incluindo Tesco, Asda, Sainsbury’s, Waitrose, Marks & Spencer e Islândia), alguns dos maiores produtores de carne (incluindo Avara Foods, 2 Sisters Food Group, Cranswick, Pilgrim’s UK) e empresas e marcas de serviços alimentícios (como Danone UK e Irlanda, Nestlé UK e Irlanda, Nando’s, KFC UK e Irlanda e McDonald’s UK e Irlanda) uniram-se para assinar o Manifesto da Soja do Reino Unido. Isso os compromete a cortar o desmatamento e a destruição ambiental das cadeias de suprimento de soja do Reino Unido o mais rápido possível e até 2025, o mais tardar.
A fim de garantir um progresso rápido em direção a este objetivo, todos os signatários concordam em: 1. Estabelecer um compromisso robusto de desmatamento e livre de conversão – de modo que nenhuma soja que chegue ao Reino Unido seja responsável pelo desmatamento ambiental para a agricultura após janeiro de 2020
Marcas líderes, incluindo Tesco, Nestlé Reino Unido e Irlanda, Sainsbury’s, Nando’s, KFC Reino Unido e Irlanda, Morrisons e McDonald’s Reino Unido e Irlanda, assinaram o Manifesto de Soja do Reino Unido Compromisso significa que os signatários do Reino Unido se comprometem a comprar soja livre de desmatamento, protegendo florestas e valiosa vegetação nativa Os signatários […]
Em contextos específicos, algumas formigas podem passar do status de operária ao de rainha, posição também chamada gamergate. Agora, um estudo publicado na revista Cell sugeriu que uma única proteína pode controlar essa transição social, que envolve uma série de mudanças fisiológicas.
Vamos partir do início: formigas vivem em sociedades organizadas por castas. A figura central de uma colônia é a formiga rainha: uma fêmea fértil, responsável por gerar novos indivíduos para o formigueiro. Os machos cumprem sua parte na reprodução, ao acasalarem com a rainha. Enquanto isso, as formigas operárias trabalham duro – protegendo a colônia, garantindo alimentos e cuidando dos ovos da rainha. Elas são fêmeas inférteis e compõem a casta mais numerosa dos formigueiros.
Na maioria das espécies de formigas, não existe qualquer fenômeno parecido com ascensão social. Geralmente, quem nasce formiga operária contenta-se com seu destino e morre formiga operária. Mas existe uma espécie que é um pouco diferente: a formiga-saltadora-de-jerdon (Harpegnathos saltator).
O que acontece é que essas formigas podem trocar de função na colônia. Quando a rainha morre, as operárias começam a disputar a realeza entre si, atacando umas às outras. A vencedora torna-se uma gamergate (ou “pseudorrainha”) e assume o protagonismo do formigueiro. Ela deixa o trabalho de forrageamento de lado, adquire maior expectativa de vida e se torna fértil. Assim, sua missão de vida torna-se comandar a colônia e produzir ovos.
Durante as disputas pela liderança, as operárias passam por uma série de mudanças fisiológicas na tentativa de aproximarem seus corpos ao de uma rainha. Os ovários da formiga triunfante aumentam, e o cérebro encolhe até 25% em comparação ao seu tamanho original. Estudos anteriores já investigaram essa transição corporal e social da espécie, mas ainda não estava claro o que desencadeia tudo isso.
Em colônias de formigas-saltadoras-de-jerdon, operárias disputam a liderança após a morte da rainha. A transição social envolve mudanças fisiológicas – e pode ser desencadeada por uma única molécula.