Da anatomia do cérebro ao seu funcionamento: o uso de tomografia e ressonância magnética aliado à cintilografia se populariza no diagnóstico de problemas como depressão e esquizofrenia.
Um dos pioneiros no país no uso da cintilografia de perfusão cerebral por tomografia por emissão de fóton único (Spect), o radiologista Roberto Levi Jales, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conta a origem da técnica: “Nos anos 1990, dois médicos americanos da Universidade da Califórnia observaram que as imagens do cérebro de pessoas com determinadas patologias seguiam diferentes padrões de cor após a administração de uma substância radioativa na veia: vermelho para transtorno bipolar, azul para esquizofrenia, por exemplo”.
O registro da atividade em certas áreas do cérebro sinaliza diferentes transtornos
O inventor sérvio Nikola Tesla sobrevive no imaginário popular como sinônimo de gênio louco e incompreendido. Contribuiu com a idealização das redes elétricas de corrente alternada que hoje abastacem praticamente todas as residências do mundo – e assinou um enorme número de patentes que lhe renderam fortuna razoável. Mesmo assim, morreu sozinho e endividado, morando em um quarto de hotel em Nova York.
Uma criação pouco conhecida de Tesla foi uma válvula. “Válvula”, no jargão dos engenheiros, é qualquer dispositivo que ora interrompe, ora permite a passagem de um gás ou líquido. O jeito mais basicão de fazer uma válvula é montar uma portinhola que deixa a água passar quando ela vem de uma direção – mas fecha sob a força da própria água quando o líquido vem da direção oposta. Veja o GIF abaixo:
É possível que o mecanismo desacelere a passagem da comida pelo sistema digestório – permitindo a máxima absorção de nutrientes.
Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de Covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.
Testes em laboratório mostram que variante Gamma não é neutralizada