Monica Buonfiglio em um vídeo muito bom …
As flores,incensos e óleos esseciais sempre fizeram parte da história da humanidade, vamos conhecer mais sobre esse assunto?

imagens do Pinterest

Espaço poético, rotineiro e alternativo
Monica Buonfiglio em um vídeo muito bom …
As flores,incensos e óleos esseciais sempre fizeram parte da história da humanidade, vamos conhecer mais sobre esse assunto?

imagens do Pinterest
Realmente esse desgoverno não é para amadores…
Exatamente aqueles (a maioria, pelo menos) que mais entendem e preservam a natureza, são os mais espezinhados por esses crápulas sem coração… é,querem acabar com tudo de bom que resta!
FORAAAAA BOLSONARO 🤡🤬

imagens da internet
🌷 Sozinho
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
🌷Fonte: Musixmatch
Compositores: Elias Muniz / Luiz Carlos
Letra de Sozinho © Peermusic Do Brasil Edicoes Musicais Ltda

imagens do Pinterest

Por Joenia Wapichana, deputada federal (Rede/RR), nascida na Raposa Serra do Sol, Sonia Bone Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e Ana Patté, integrante da Apib e do povo Xokleng O Supremo Tribunal Federal pode definir neste dia 30 os critérios definitivos para demarcação de terras indígenas, além de exorcizar […] […] […]
Somos todos Xokleng pelo meio ambiente e contra o “marco temporal” — — Barbara Crane Navarro
Cultura e informação com a BBC NEWS.
Vamos conhecer a visão científica do lado bom dos pesadelos!

imagens do Pinterest



A Faculdade de Medicina e o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) irão participar de uma rede global de pesquisa que pretende encontrar a cura definitiva para a infecção HIV, o vírus causador da aids, por meio de engenharia genética. A nova abordagem de combate ao vírus buscará o bloqueio completo do HIV dentro das células e sua posterior eliminação.
“As últimas décadas representaram avanços muito importantes no tratamento e controle do HIV e AIDS. Mas o paciente segue precisando se tratar continuamente e o risco de agravamento em caso de interrupção permanece. Esta nova abordagem significará um passo fundamental. Poderá ser, finalmente, a cura do HIV”, destacou o professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP, Esper Kallás, que coordenará o grupo brasileiro.
Estudo usará engenharia genética para bloquear o vírus na célula
USP participará de rede global para encontrar a cura do HIV
publicado originalmente em Veja

Poucos assuntos são tão badalados quanto os cuidados com a pele. Cremes, pomadas, sprays e tantos cosméticos que prometem reforçar a hidratação ou trazer uma solução para espinhas e rugas surgem com regularidade no mercado, tornando a estética uma das áreas campeãs de audiência.
Só que há outro lado, bem menos glamouroso mas nem por isso menos vital, que pede nossa atenção quando falamos em saúde da pele: a luta contra feridas e lesões crônicas, de difícil cicatrização e capazes de expor o corpo a várias complicações, e tantas vezes relegadas às quatro paredes dos hospitais. A boa notícia é que os especialistas nesse front vêm ganhando novas armas para vencer os antigos tormentos.
As feridas crônicas surgem de diversas formas. Podem começar, digamos, por dentro, a partir de doenças circulatórias ou do diabetes mal controlado, que atrapalham a cicatrização de qualquer corte ou picada de inseto, por exemplo. Assim como podem vir de fora, causadas por traumas físicos ou mesmo infecções.
Cortes, queimaduras, problemas circulatórios e diabetes estão entre as principais causas de feridas que não cicatrizam. Mas há um novo arsenal para sará-las
De cortes a queimaduras: inovação à flor da pele
publicado originalmente em Veja saúde
Quem resiste à um pudim?
Uma delícia de sempre,apresentada aqui por Isamara Amâncio 💖

imagens da internet

Os dentes entregam nosso estado de espírito: podem dar as caras tanto num momento de alegria como num esgar de sofrimento. Quem também aparece (ou padece) é a dentina, a camada que dá corpo a cada unidade da arcada dentária e fica recoberta pelo esmalte dental. Quando essa capa e o conteúdo são corroídos por algum problema, o sorriso tende a se esvair e a dor marca presença.
70% dos brasileiros chegam a ter algum grau de sensibilidade dentária, ligada à erosão do esmalte e à exposição da dentina.
30% de queda em cáries: foi o que registrou o governo brasileiro desde 2003. A encrenca pode comprometer a dentina e a vizinhança.
Foto de microscopia eletrônica expõe a dentina
Zoom: nos bastidores do sorriso
publicado originalmente em Veja saúde

Um estudo recente descobriu que a montanha mais alta da Suécia, chamada Kebnekaise, está diminuindo de tamanho por conta das mudanças climáticas. A Kebnekaise faz parte dos Alpes Escandinavos e tem dois picos: um ao sul, coberto por uma geleira em processo de derretimento, e outro ao norte – rochoso e, portanto, estável.
Em 14 de agosto deste ano, o pico sul da montanha estava a 2.094,6 metros de altitude. Essa é a altura mais baixa registrada desde a década de 1940, quando pesquisadores da Universidade de Estocolmo iniciaram as medições. A altura registrada agora também é dois metros mais baixa do que a altura registrada em agosto de 2020.
Os pesquisadores usam métodos fotogramétricos para mapear a geometria do cume. Eles consideram uma margem de erro de 0,2 metro e realizam as comparações acompanhando as diferenças de altura da geleira ao longo do ano. Normalmente, a altura do pico sul pode variar de dois a três metros entre o verão e o inverno, por exemplo, devido ao deslocamento da neve e derretimento do gelo com o clima quente.
A montanha Kebnekaise encolheu 2 metros em um ano devido ao derretimento da geleira que cobre seu pico sul. Agora, apresenta a altura mais baixa desde 1940.
Montanha mais alta da Suécia está encolhendo com as mudanças climáticas
publicado originalmente em superinteressante