Assista a “CONHEÇA A ORIXÁ NANÔ no YouTube

Monica Buonfiglio nos desvenda lendas e curiosidades sobre a Orixá Nanã.

Cultura e diversidade nunca são demais ✨🧚‍♂️

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NÃO ao estratagema de « Marco Temporal » – Uma aberração!

« Marco temporal é um caminho do inimigo da floresta junto com meu povo. Marco temporal para mim significa roubar mais a minha terra Yanomami. Roubar mais as nossas terras que já foram demarcadas, homologadas e registradas pelo governo brasileiro. » Porta-voz e xamã  Yanomami Davi Kopenawa Desde 22 de agosto, mais de 6.000 indígenas de 176 […]

NÃO ao estratagema de « Marco Temporal » – Uma aberração!

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Assista a “BOLSONARO DIZ TER TRÊS ALTERNATIVAS PARA FUTURO PRÓXIMO” no YouTube

Além de péssimo administrador, Bolsonaro também é profeta …vejam só!

Meteoro Brasil e notícias quase frescas,porque aqui no Bozoquistão ninguém consegue dar conta de tanta novidade negativa todos os dias…

Assistam,com um bom antiácido para aliviar…

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Técnica permite rastrear origem dos “tesseracts” nazistas da 2ª Guerra

Urânio e plutônio são os principais ingredientes de uma bomba atômica. Em 1938, cientistas alemães descobriram que poderiam fissionar o núcleo desses átomos instáveis, liberarando uma grande quantidade de energia no processo. No ano seguinte, nascia o programa nuclear da Alemanha nazista. Cientistas do país começaram a produzir cubos de urânio – que seriam usados em um reator nuclear para produzir plutônio –, mas o projeto nunca foi concluído.

Se a foto acima parece familiar, é porque o objeto é a cara do Tesseract – o cubo fictício que guarda a joia do infinito no Universo Cinematográfico da Marvel. Mas o nome oficial dele é “cubo de Heisenberg”, em homenagem ao físico que ajudou a criá-los. Werner Heisenberg trabalhava em um laboratório localizado embaixo de uma igreja, na cidade alemã de Haigerloch.

Em 1945, tropas americanas e britânicas encontraram 664 cubos nesse laboratório e os enviaram para os Estados Unidos. Só tem um problema: atualmente, os cientistas só sabem o paradeiro de doze deles. Muitos provavelmente foram usados em armas nucleares americanas, enquanto outros foram parar nas mãos de colecionadores. Não sabemos quantos desses cubos podem estar por aí.

Centenas de cubos de urânio foram produzidos durante o programa nuclear alemão – inclusive em um laboratório comandado pelo físico Werner Heisenberg.

Técnica permite rastrear origem dos “tesseracts” nazistas da 2ª Guerra

publicado originalmente em superinteressante

Sensor mede pressão dentro da cabeça sem furo nem dor

A vivência e o inconformismo do físico Sérgio Mascarenhas (1928-2021) diante de um distúrbio que elevou sua pressão intracraniana foram o ponto de partida do que pode ser uma revolução na medicina. O professor rompeu um paradigma da neurociência — o de que o crânio é totalmente rígido — e lançou as sementes para a criação de uma tecnologia não invasiva capaz de inferir o volume e a pressão dentro da cabeça.

Antes do sensor, desenvolvido pela startup brain4care, a única forma de acessar esses dados era com um procedimento que fura o crânio. O novo dispositivo consegue flagrar, por meio de ondas específicas, alterações até mais sutis que sinalizam problemas.

“Hoje já visualizamos 20 diferentes aplicações para a tecnologia”, conta Plinio Targa, CEO da Brain4care. Além de desordens neurológicas como hidrocefalia e AVC, o sensor é estudado em contextos como anestesia e doenças cardíacas.

Uso da tecnologia, criada no Brasil, não será restrito a doenças neurológicas

Sensor mede pressão dentro da cabeça sem furo nem dor

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Irmãos Weintraub retornam pra passar vergonha e os piores vídeos | Galãs Feios” no YouTube

Difícil imaginar o que nos aguarda no 7 de setembro…com certeza coisas vis e toscas,como é de se esperar da estética (?) Bolsonarista.

Cada dia mais fanatizados ,os seguidores do ‘mito’ continuam pedindo voto impresso, fechamento do STF e “liberdade”, Deus sabe pra quem… talvez para as mentes deles,massa de manobra das mais dignas de pena.

Galãs Feios e os “Piores Vídeos da Semana”.

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Assista a “BALNEÁRIO CAMBORIÚ TENTA RECONSTRUIR PRAIA QUE ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA ENGOLIU” no YouTube

Opinião cada um tem a sua, há de se respeitar. Sou natural de Balneário Camboriú e moro na vizinha Camboriú, portanto sei do que estou falando .Tive uma infância e juventude muito legais nessa cidade…a natureza era maravilhosa e a água também.

De anos para cá virou um misto de mau gosto com ostentação e futilidades…mas, é o preço do progresso.Ou não?!

Não vou nem dizer o que penso do alargamento da faixa de areia… há anos atrás quando colocaram uma iluminação faraônica na praia,tinham de tirar os bichinhos mortos de patrola … acho que isso é auto explicativo.

Meteoro Brasil!

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Cannabis medicinal é liberada nas Paralímpiadas por agência antidoping

O uso de produtos à base de canabidiol ou CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa — nome científico da maconha —, foi liberado aos atletas paralímpicos pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

A decisão é um alívio para os esportistas. O CBD ajuda a reduzir inflamações, relaxar os músculos e controlar dores. “A substância apresenta todas essas vantagens em relação à recuperação física dos atletas e ainda tem menos efeitos colaterais do que os medicamentos tradicionais”, explica a médica Maria Teresa Jacob, de Campinas (SP), membro da International Association for Canabinoid Medicines (IACM). Sem falar que, segundo a especialista, auxilia no combate à insônia e melhora o foco.

Nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, esportistas podem manter tratamento à base de canabidiol, que alivia sintomas crônicos, como dores e ansiedade

Cannabis medicinal é liberada nas Paralímpiadas por agência antidoping

publicado originalmente em Veja saúde

Um cardápio mais PANC: conheça as plantas alimentícias não convencionais

Guilherme Ranieri morou em sítio desde pequeno e sempre gostou de plantas. Curioso sobre um matinho que dava uma linda flor, ele acabou descobrindo que aquela espécie, popularmente chamada de major-gomes, era comestível. Como qualquer leigo, fez a indagação mais instintiva de todas: “Eu posso mesmo comer isso aqui?”.

Depois de algumas pesquisas, entendeu que não só podia como devia. Aliás, aquele alimento fresquinho tinha tudo para substituir, na mesa do jantar, as alfaces compradas no supermercado da cidade.

Ao perceber que estava rodeado por comida boa e negligenciada, Ranieri resolveu se apropriar daquilo em nome da saúde e da sustentabilidade. E sua vida mudou: o que era hobby virou profissão, e, à frente do blog Matos de Comer, o produtor orgânico ainda dá aulas e atua com a implementação de jardins comestíveis.

Isso mesmo: imagine ter no quintal ou na varanda um jardim que, além de embelezar sua casa, ainda oferece comida!

Matinhos pisoteados pelas ruas poderiam estar na geladeira enriquecendo a dieta e contribuindo para um sistema alimentar mais sustentável

Um cardápio mais PANC: conheça as plantas alimentícias não convencionais

publicado originalmente em Veja saúde

“Nova cloroquina”: entenda a polêmica por trás da proxalutamida

Após a cloroquina, azitromicina e ivermectina, surge o quarto cavaleiro do apocalipse: a proxalutamida. Assim como seus antecessores, trata-se de um medicamento normalmente usado para outra doença que está sendo promovido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a covid-19 – mesmo sem eficácia comprovada. 

A droga, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Suzhou Kintor, é um bloqueador hormonal desenvolvido com o intuito de tratar o câncer de próstata. O medicamento ainda se encontra em fase de testes, e não é liberado pra comercialização em nenhum lugar do mundo. Ou seja: nem as pessoas com câncer de próstata, que são de fato o público-alvo do produto, têm acesso a ele.

Porém, o endocrinologista Flavio Cadegiani, que atua na clínica de emagrecimento Corpometria Institute, em Brasília, considerou que seria uma boa ideia testar a proxalutamida no Brasil para casos graves de covid-19. 

Vale dizer que países como China, Reino Unido e França, que exploraram mais profundamente o reposicionamento de drogas (ou seja, o uso do remédio para fins que não o original), já haviam descartado a proxalutamida contra a covid-19. Mas este ainda não é o ponto. O grande problema é que os experimentos no Brasil – já no estágio dos testes clínicos, quando o remédio é usado em humanos –, estavam sendo conduzidos sem autorização da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o que é proibido. 

O medicamento – um bloqueador hormonal usado contra câncer de próstata – foi testado no Brasil contra covid-19 sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. E houve erros de metodologia graves nos ensaios clínicos.

“Nova cloroquina”: entenda a polêmica por trás da proxalutamida

publicado originalmente em superinteressante