Milênios antes de os tênis de corrida surgirem, nossos antepassados já andavam em alta velocidade por aí. Não por esporte: eram tempos de caça ou caçador. Em meio à concorrência com outros animais, o ser humano também pulava, escalava e escapava dos obstáculos pelo caminho. Para ter sucesso em suas jornadas diárias, nossa espécie dependia de uma tecnologia avançada que já vinha de fábrica: os próprios pés.
Mas, com o avançar dos séculos, os calçados que foram inventados inicialmente para protegê-los do frio ou de pedras e espinhos se converteram em algo a mais. Andamos dentro de casa de chinelo, vamos ao escritório de sapato e ainda nos exercitamos com tênis que potencializam nossas habilidades naturais. Daí que os pés não precisam mais fazer o trabalho duro de antigamente. E isso pode se tornar um problema.
Eles nos levam para cima e para baixo e, em geral, não ganham a devida atenção. Mas podem e devem receber cuidados — e tem até exercícios para essa dupla
“A Terra está com febre!” A frase é do líder indígena, escritor e ambientalista Ailton Krenak, convidado do 36º episódio do Política ao Quadrado. Além de trazer reflexões sobre o custo do atual modelo de consumo e de desenvolvimento para o planeta, o convidado falou sobre vida, morte e sonhos. Ao explicar as contradições do fenômeno […]
Nas favelas, no senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a constituição Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?
No Amazonas, no Araguaia-ia-ia Na Baixada Fluminense Mato Grosso, Minas Gerais E no nordeste tudo em paz
Na morte eu descanso Mas o sangue anda solto Manchando os papéis Documentos fiéis Ao descanso do patrão
Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?
Terceiro mundo se for Piada no exterior Mas o Brasil vai ficar rico Vamos faturar um milhão Quando vendermos todas as almas Dos nossos índios num leilão.
Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?
Nunca é demais lembrar que a ignorância é mãe dos preconceitos ,e que partindo deste princípio, só o conhecimento nos dará clareza e justiça para mudar os paradigmas.
Meteoro Brasil nos trás narrativas contundentes sobre um tema que não pode nem deve ser minimizado.
Reunir uma dentista, cavalos e um grupo de pessoas acima de 60 anos parece não fazer tanto sentido num primeiro momento. Mas tudo fica mais claro e interessante quando se conhece o estudo feito por Ednéia de Mello, doutoranda em odontologia na Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, junto à Associação de Equoterapia Vassoural (AEV).
Dezesseis voluntários de até 79 anos foram convidados a realizar sessões sobre o cavalo — sempre com instrutores ao lado — duas vezes por semana durante três meses. A ideia era avaliar o impacto da equoterapia na capacidade funcional e no sistema estomatognático.
“Esse sistema desempenha funções como mastigação, sucção, deglutição fonoarticulação e respiração, e seu desequilíbrio pode envolver outras cadeias musculares, afetando até a postura”, explica Ednéia.
Pesquisa brasileira constata efeitos positivos na mobilidade, no equilíbrio postural e até na mastigação
“A cada dia o sol ilumina um mundo novo. Aquilo que chamamos de rotina está repleta de novas propostas e oportunidades. Hoje em algum lugar um tesouro te espera .Pode ser um pequeno sorriso, pode ser uma grande conquista , não importa. A vida é feita de pequenos e grandes, ela está sempre nos testando, nos oferecendo combates que nos educam e glorificam. Descubra a alegria de ser essa pessoa linda e uma surpresa para você mesmo. Afinal, a melhor maneira de servir à DEUS é indo ao encontro de seus próprios sonhos.”
Confira a seguir a pesquisa da plataforma de aluguel que mostra os maiores problemas enfrentados na hora de mudar de casa — e também as dicas para não passar por eles.
BUROCRACIA E DOCUMENTOS
Imprevistos na análise de documentos são frequentes. “Programar tudo com antecedência ajuda muito. Se o RG estiver desatualizado ou em mau estado, já é motivo para atrasar o processo”, diz José Osse, chefe de comunicação do QuintoAndar, que fez a pesquisa em parceria com a Offerwise e ouviu 1500 pessoas. Quase 40% já tiveram perrengues nessa fase.
A ENTREGA DAS CHAVES
Deixaram a chave do apartamento com um porteiro e ele esqueceu de avisar o funcionário do outro turno sobre a mudança: canseiras como essa são comuns e causam frustrações na hora de descarregar os móveis. Para evitá-las, é preciso reforçar o planejamento, checar tudo com antecedência ou optar por plataformas ou imobiliárias que façam a intermediação do aluguel e a gestão das chaves.
ANTECIPE A CHEGADA
Certos detalhes só são lembrados ou descobertos ao chegar à casa nova: pode fazer a mudança aos domingos? O elevador de carga suporta o peso e o tamanho dos móveis? O imóvel foi limpo recentemente? Fatores como esses podem dar dor de cabeça ou até impossibilitar a mudança. Das pessoas ouvidas, 34,9% disseram que tiveram problemas para limpar, encaixotar ou transportar móveis.
O DRAMA DO CARRETO
“Existe uma infinidade de prestadores de serviços, mas pouca informação, o que causa problemas. Na minha última mudança, o transportador não queria levar a geladeira”, conta José. Antes de pagar pelo transporte, faça um levantamento, verifique se a empresa tem muitas reclamações on-line e confira se a opção escolhida oferece todas as etapas desejadas, como serviço de empacotamento de objetos. Na pesquisa, 62,3% dos entrevistados tiveram problemas para limpar ou embalar móveis.
POR TRÁS DAS PAREDES
Infiltrações, falhas hidráulicas e mau funcionamento elétrico, os principais problemas para 47,2% e 35,6% dos entrevistados, podem ser descobertos antes de finalmente se mudar. “É sempre bom abrir os armários e sentir o cheiro. Se tiver odor de umidade ou mofo, há algo errado. Na parte elétrica, se a casa ainda tem as tomadas com dois furos em vez de três, é sinal de que não mexem na estrutura elétrica há um bom tempo.” Sem esse olhar atento, complicações podem surgir logo nos primeiros meses.
A VERDADE VEM À TONA
É difícil prever pesadelos como um vizinho que pratica sapateado de madrugada, mas é possível evitar descobertas desagradáveis, como uma reforma feita às pressas. “Se a casa toda tem marcas de pintura em pontos estratégicos, precisa perguntar o motivo antes de fechar o contrato. Pode ser que tinha um problema que foi resolvido… Ou está escondido.” Conversar com futuros vizinhos ajuda a entender o ritmo do prédio e o histórico de reformas do local.
Levantamento de plataforma de aluguel mostra as maiores dores de cabeça na troca de endereço; veja o que fazer para evitá-las
Depois de recomendar a suspensão da vacinação contra a covid-19 para adolescentes sem comorbidades, de 12 a 17 anos, o Ministério da Saúde voltou a estimular a imunização. A pasta se retratou depois de críticas de entidades médicas e de manifestações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) corroborando a segurança da vacina da Pfizer nessa faixa etária.
Especialistas esclarecem as dúvidas levantadas em meio à polêmica.
“Os adolescentes são um grupo considerado de baixo risco para as formas graves de covid-19, isso é fato. Entretanto, eles transmitem da mesma forma que os adultos. Ou seja, se pensamos em atingir a imunidade coletiva, é preciso que eles também sejam vacinados”, afirma Eduardo Jorge Fonseca, médico pediatra e membro do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
“Está claro que reduzimos casos de morte e hospitalização por causa da aceleração da vacina”, completa o especialista.
Outro ponto importante, segundo o membro da SBP, é que a mortalidade e o risco de desenvolvimento de formas graves da covid-19 entre adolescentes brasileiros são maiores em comparação a outros países. “Isso se deve a problemas do nosso sistema de saúde e da própria realidade socioeconômica”, explica o médico.
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O medicamento é um antibiótico, o mais utilizado da classe das fluoroquinolonas (levofloxacino e moxifloxacino também fazem parte), que age inibindo uma enzima que promove a multiplicação de bactérias.
Ele é indicado para uma lista bem diversa de infecções bacterianas, das simples às mais complexas. Falamos de infecções abdominais, de pele, no trato urinário, nos ossos, nas articulações e até as broncopulmonares.
Como tomar o ciprofloxacino?
“Há a forma oral, de uso mais comum, e a injeção intravenosa, considerada naqueles pacientes com baixa absorção gastrointestinal, que sofrem de diarreia, por exemplo, e que geralmente estão internados”, explica médica infectologista Marina Campelo Jabur, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Unimed Sorocaba, no interior paulista.
Esse antibiótico é eficaz contra uma vasta gama de infecções. Mas seu uso deve ser feito com cautela devido ao risco de resistência bacteriana