Vamos acompanhar com a BBC NEWS o calor na Índia ,e as soluções que têm dado uma aliviada nesses dias sufocantes.
Pessoas surpreendentes que conseguem ser otimistas e inovadoras em qualquer situação.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Vamos acompanhar com a BBC NEWS o calor na Índia ,e as soluções que têm dado uma aliviada nesses dias sufocantes.
Pessoas surpreendentes que conseguem ser otimistas e inovadoras em qualquer situação.

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Pelo jeito vamos morrer além de desgosto,fome e covid, também envenenados …os ruralistas estão em êxtase.
Bolsonaro escancara os agrotóxicos…me pergunto como as “famílias e as pessoas de bem” podem concordar com essa barbárie. É o raciocínio bolsonarista… desisti de compreender.
Bob Fernandes por aqui!
FORAAAAA BOLSONARO 🤡

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🌻Por enquanto…
Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente
Se lembra quando a gente
Chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber que o pra sempre sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém, só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa
Composição: Renato Russo

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Tudo que nos chega aos sentidos é absorvido por nosso espírito.
Professora Lúcia Helena Galvão em uma conversa clara e concisa.
Nova Acrópole aqui!

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“No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento…”
🦋Mario Quintana

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Neurocientista adverte: as telas são um perigo para os nossos filhos
“Constante bombardeio perceptivo; desmoronamento das trocas interpessoais (especialmente intrafamiliares); perturbação tanto quantitativa quanto qualitativa do sono; amplificação das condutas sedentárias; e insuficiência de estimulação intelectual crônica…”. Eis um resumo do que as telas podem fazer com as crianças nas palavras do neurocientista francês Michel Desmurget, autor do recém-lançado A Fábrica de Cretinos Digitais (Vestígio).
Como o título anuncia, aguarde pedradas — cada uma delas embalada em diversos estudos — contra a onipresença de celulares, tablets, videogames, internet e redes sociais na rotina dos mais jovens. O autor, que é diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França, recorre à sua experiência na neurociência cognitiva e a centenas de trabalhos feitos com crianças e adolescentes mundo afora para construir a tese de que o uso abusivo de telas está piorando o desenvolvimento físico, psíquico e emocional da nova geração.

–
A Fábrica de Cretinos Digitais
Autor: Michel Desmurget
Editora: Vestígio
Páginas: 352
E digamos que ele é bem convincente! Como pai de um bebê de 6 meses, fiquei assustado com o impacto de algumas horas diárias de vídeos ou joguinhos pelo celular na cabeça e no corpo da criançada. Desmurget não é um luddista que prega a destruição de smartphones e companhia. Ele reconhece o lado bom da tecnologia. Mas, e aí soa o alerta, as famílias (e as corporações da área) perderam a noção.
Em livro lançado no país, pesquisador francês rebate noções como a de “nativos digitais” e elenca os impactos do uso de telas no desenvolvimento infantil
Neurocientista adverte: as telas são um perigo para os nossos filhos
publicado originalmente em Veja saúde

Marte é frio e extremamente árido. Atualmente, não há água líquida no Planeta Vermelho, mas há cerca de 3,7 bilhões de anos o cenário era bastante diferente. A cratera Jezero, por exemplo, localizada no hemisfério norte de Marte, abrigava um grande lago, alimentado por um rio cujo delta desaguava ali.
Sabemos pouco sobre o lago, mas imagens de alta resolução fornecidas pelo robozinho Perseverance, da NASA, podem ajudar os cientistas. Elas revelam como a água ajudou a moldar a paisagem da cratera há bilhões de anos, além de fornecer pistas que podem guiar a busca por evidências de vida no planeta.
O Perseverance registrou imagens de falésias (paredões de rocha) que antigamente eram as margens do rio, hoje completamente seco. Uma equipe de pesquisadores analisou as imagens em um novo estudo e percebeu afloramentos de rochas que registram a evolução do fluxo de água por ali.
Imagens feitas pelo rover Perseverance mostram que a cratera Jezero era originalmente um lago abastecido por um rio, e que o fluxo nesse rio aumentou muito em algum ponto do passado.
Falésias em Marte revelam que antigo rio marciano era turbulento
publicado originalmente em superinteressante
Nossos amigos e guias espirituais.
Sempre tão amorosos com a humanidade, nos acompanham com carinho nesta jornada… outubro é o mês dos anjos…
Monica Buonfiglio nos trás mais sobre esse assunto que ela domina. 👼👼👼

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Olha que novidade legal!
Ciência e tecnologia a serviço da saúde e de um mundo melhor e mais saudável.
Canal Supren por aqui!

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Na última quinta-feira (7), o Congresso Nacional votaria um projeto de lei que previa liberação de R$ 690 milhões à ciência brasileira. O CNPq, principal órgão nacional de fomento à pesquisa, contava com esse dinheiro para pagar bolsas a pesquisadores. No entanto, após uma modificação na proposta, o dinheiro do CNPq desapareceu do dia para a noite.
O projeto de lei nº 16 (PLN 16) foi proposto em agosto deste ano. Originalmente, ele destinaria R$ 690 milhões ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Desse valor, R$ 655,4 milhões sairiam do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que é subordinado ao MCTI.
Esse é um fundo para o qual os outros órgãos de ciência podem pedir financiamento quando as contas apertam. O CNPq, por exemplo, precisa pegar dinheiro desse fundo para pagar bolsas de pesquisa (já que o orçamento “garantido” do CNPq só daria para pagar 13% das bolsas aprovadas).
Os outros R$ 34,6 milhões viriam de créditos suplementares (um reforço no orçamento que estoura o teto de gastos e por isso precisa ser aprovado no Congresso) e iriam para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), outro órgão subordinado ao MCTI. Esse dinheiro seria dedicado principalmente à produção de radiofármacos contra o câncer.
Recentemente o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) declarou que precisaria de 89,7 milhões para manter a produção de radiofármacos até dezembro – ou seja, os R$ 34,6 milhões não seriam suficientes. A produção desses medicamentos está interrompida desde o dia 20 de setembro, por falta de recursos.
Grande parte do dinheiro para pagamento de cientistas pelo CNPq, a maior agência de fomento do país, desapareceu da noite para o dia após canetada encomendada pelo Ministério da Economia.
Entenda o corte de R$ 600 milhões no orçamento da ciência brasileira
publicado originalmente em superinteressante