“Que a dúvida me traga discernimento emocional, que a decepção me ensine que não sou dona de nada, que o choro que teima em molhar meu rosto, lave minh’alma e meu trajeto inteiro…e que no final das contas, me descubra humana, falha e plena de possibilidades.”
Seja no inverno ou no verão, a micose é algo que preocupa a todos. Porém, a chegada da estação mais quente do ano traz também as condições ideais para o desenvolvimento dos fungos, tornando as infecções ainda mais frequentes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, micose é uma infecção causada por fungos e que pode atingir a pele, as unhas e os cabelos.
A onicomicose (micose de unha) é um dos tipos mais frequentes. Nela, os fungos se alimentam da queratina, proteína que forma a maior parte das unhas. As dos pés são as mais afetadas, já que enfrentam ambientes úmidos, escuros e quentes mais facilmente do que as das mãos. Se não tratada, a unha se descola do leito e se torna mais espessa – também pode haver mudança em sua coloração e forma¹. Os fungos de uma unha infectada podem também se espalhar para meias e sapatos, infectando assim outras unhas e até a pele.
O verão está chegando e, com ele, as condições para o aparecimento de fungos nas unhas – causando a temida micose, que tem tratamento, mas possui prevenção
Apenas 19% dos brasileiros doam sangue regularmente. Esse é um dos dados colhidos em um levantamento feito pela farmacêutica Abbott no início deste ano.
Os números servem de reflexão para o Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado hoje, que visa mobilizar mais pessoas nessa causa. Medo do processo ou simplesmente falta de informação são os principais impeditivos para que 48% dos brasileiros não tenham o costume de visitar hemocentros.
A pesquisa ouviu 1 052 homens e mulheres entre 16 e 54 anos de todas as regiões do Brasil.
Sem sangue, pacientes graves em hospitais e pessoas com doenças crônicas correm risco de morte. “Não há substituto para o sangue. Na falta de estoque adequado, pacientes oncológicos têm seu tratamento adiado e cirurgias eletivas são canceladas ou adiadas para priorizarmos o atendimento de urgência, entre outras consequências”, afirma a médica Carlei Heckert Godinho, responsável pelo Hemocentro da Santa Casa de São Paulo.
O pior de tudo é que, segundo Carlei, é comum ver os bancos esvaziados. Se a situação já é naturalmente crítica, a pandemia piorou o cenário. De acordo com a pesquisa da Abbott, apenas 21% daqueles que doam afirmam ter mantido o hábito no período.
Comum no Brasil, falta de sangue nos bancos coloca a vida de muita gente em risco. Entenda como a doação funciona e o que acontece com o material coletado
A síndrome mão-pé-boca é causada pelo vírus Coxsackie, que ataca o aparelho digestivo. Ela é altamente contagiosa. Sua principal característica é a formação de pequenas bolhas na pele desses três locais do corpo – daí o nome da doença.
Pode acometer adultos, mas é mais frequente em crianças, principalmente nos menores de 5 anos. Os sintomas duram cerca de uma semana.
“A transmissão pode ocorrer dias antes do início da manifestação da doença até semanas após a infecção. O vírus transita por via respiratória ou pelas fezes da pessoa infectada”, explica Maíra Mastrocola de Campos Leite, pediatra e alergologista e imunologista pediátrica das clínicas Espaço Médico Descomplicado e Eludicar.
Vale lembrar que a falta de higiene das mãos pode contaminar superfícies, facilitando a transmissão também pelo contato com certos objetos.
Causada por um vírus, ela provoca pequenas bolhas pelo corpo e é mais frequente em crianças, principalmente as menores de 5 anos
“A velocidade da nossa evolução espiritual está intimamente ligada a nossa busca interna pela verdade pessoal…nunca será rápida demais, nem lenta em demasia. Nosso espírito sente e sabe quando e como despertaremos, a missão então, é estarmos sensíveis e atentos às nossas sutis necessidades de conhecimento e Luz , aproveitando cada momento que o Universo nos proporciona.”