Medicamento para artrite poderá ser usado no tratamento de alopecia

Por Maria Clara Rossini

Poucas pessoas lembram quem ganhou o Oscar de Melhor Filme em 2022. Mas ninguém vai esquecer a grande treta da noite de cerimônia: Will Smith foi até o palco e deu um tapa em Chris Rock após o apresentador fazer uma piada com sua esposa, Jada Pinkett Smith. A brincadeira era sobre a perda de cabelo da atriz, consequência de uma doença chamada alopecia.

A alopecia areata, um dos tipos da doença, ocorre quando o sistema imune começa a atacar os folículos capilares, causando uma queda excessiva de pelos. A doença pode afetar qualquer região do corpo, mas é mais comum que ocorra no couro cabeludo. A alopecia pode ter origem genética ou ser causada por problemas na tireoide, estresse, traumas na região, infecções, entre outras razões.

O mecanismo da alopecia areata não é tão diferente da artrite. Nesse último caso, o sistema imune ataca, erroneamente, os tecidos das articulações. Uma nova pesquisa conduzida pela Universidade de Yale mostra que o tratamento dessas doenças também pode ser semelhante. Em um estudo clínico de fase três, a droga baricitinib (comumente usada no tratamento de artrite) mostrou bons resultados em um terço dos pacientes com alopecia areata.

O estudo analisou 1.200 pacientes que sofrem desse tipo da doença. Eles foram divididos em três grupos: um recebeu 2 miligramas de baricitinib, outro recebeu uma dose de 4 miligramas, e o último grupo recebeu um placebo. O tratamento foi feito ao longo de 36 semanas. A dose de 4 miligramas foi a que mostrou os melhores resultados.

Veja algumas fotos de antes e depois do tratamento.

Os pesquisadores analisaram a eficácia usando uma escala que vai de 0 (sem queda de cabelo) a 100 (perda de cabelo completa). No início do estudo, todos os participantes tinham uma nota de no mínimo 50. Ao final do tratamento, 35% dos pacientes que tomaram 4 miligramas apresentaram uma nota de 20 ou menos.

No grupo que tomou 2 miligramas, 20% dos participantes terminaram o período de teste com uma nota de 20 ou menos. No estudo, a equipe escreve que uma nota abaixo de 20 é considerada um resultado de tratamento significativo para pacientes com alopecia areata severa.

Alguns pacientes também reportaram efeitos colaterais, como acne, infecção no trato respiratório, dor de cabeça e níveis de colesterol elevados. Além disso, o mecanismo de ação da droga envolve “atrapalhar” o sistema imune, o que pode prejudicar o combate a outras ameaças. Pacientes com artrite que já fazem uso do medicamento podem estar mais vulneráveis a infecções.

O que o baricitinib faz é inibir uma proteína chamada Janus kinase, ou JAKs. Essas enzimas estão envolvidas em diversas áreas, inclusive o sistema imune. Os medicamentos inibidores, como o baricitinib, conseguem diminuir a resposta imunológica em alguns pacientes, permitindo que os folículos capilares voltem a crescer.

O possível novo tratamento não é uma bala de prata, mas mostrou resultados animadores em parte dos pacientes. Mais pesquisas são necessárias para avaliar a segurança e eficácia a longo prazo.

A droga baricitinib reduziu a queda de cabelo em um terço dos pacientes em estudo clínico. Entenda a doença que afeta a atriz Jada Smith.

Medicamento para artrite poderá ser usado no tratamento de alopecia

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Liberdade…por Fernando Sabino

“Liberdade é o espaço que a felicidade precisa.”

🌻Fernando Sabino

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Guia orienta sobre cuidados com o glaucoma durante a pandemia

Por Thais Manarini

A pandemia do coronavírus piorou o diagnóstico, tratamento e controle de muitas doenças, gerando apreensão em médicos de diversas especialidades. Oftalmologistas, por exemplo, estão especialmente preocupados com o avanço do glaucoma, que é a principal causa de cegueira evitável em todo o mundo. Devido à baixa adesão a exames oculares e check-ups, especialistas de 90 países ligados à World Glaucoma Association (WGA) elaboraram um guia completo com orientações aos pacientes com essa doença. Se o glaucoma estava bem controlado na última consulta, a WGA avisa que o adiamento do check-up por alguns meses provavelmente não afetará a visão. De qualquer maneira, ressalta que é preciso continuar com o uso de todos os colírios recomendados pelo médico. Agora, caso o indivíduo já tenha sido operado de glaucoma e note sintomas como perda de visão, dor ocular ou secreção, aí a visita ao oftalmo precisa acontecer o mais rapidamente possível. “ Check-ups regulares e comparações contínuas dos resultados dos exames ajudarão a determinar se o seu glaucoma está bem controlado ou se um tratamento adicional é necessário”, esclarece a WGA. A entidade alerta ainda que há casos em que lasers e colírios não são suficientes para controlar a doença – aí é recomendado não ficar adiando a cirurgia. Para baixar o material completo, clique aqui. [

Documento foi elaborado por oftalmologistas de 90 países

Guia orienta sobre cuidados com o glaucoma durante a pandemia

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Assista a “O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE LÚCIFER” no YouTube

Será mesmo que o diabo é tão feio quanto a religião pinta?

Qual o significado de “Lúcifer” ?

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Assista a “O SEGUNDO ANIMAL TERRESTRE MAIS RÁPIDO DO MUNDO! ANTILOCAPRA É UM ATLETA DA NATUREZA! BICHO INCRÍVEL” no YouTube

Curiosidades do mundo animal? Temos também!

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Março borgonha: fique atento aos sinais do mieloma múltiplo

Por Fabiana Schiavon

Março borgonha é o mês de conscientização para o mieloma múltiplo, um tipo de câncer hematológico (do sangue), do qual também fazem parte leucemia e linfoma. Entre os três, ele é o segundo com mais ocorrências no mundo, mas ainda é uma doença rara. Portanto, seus sintomas podem ser confundidos com outros males, mais comuns. “É preciso que o conhecimento da doença chegue a outras especialidades, como os ortopedistas, nefrologistas. Pela falta dele, o indivíduo acaba levando muito tempo para chegar ao hematologista ou oncologista que dará início o tratamento”, defende o médico Angelo Maiolino, professor de hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Uerj) e vice-presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH). Uma pesquisa feita pela farmacêutica Sanofi ouviu 1 500 pessoas em todo o país no fim de 2021 e constatou que 10% da população conhece alguém que teve mieloma múltiplo. Entre suas vítimas recentes, estão o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor e a jornalista Cristina Lôbo.

O que é mieloma múltiplo

A doença acomete regiões do corpo onde a medula óssea, estrutura que fica dentro de alguns ossos, é ativa. A medula óssea é o local onde se fabrica nossas células sanguíneas. Entre elas, estão os glóbulos brancos, que fazem parte do nosso sistema imunológico. O mieloma ataca diretamente os plasmócitos, um tipo de glóbulo branco. No lugar da célula saudável, surgem células malignas que se proliferam e passam a produzir anticorpos anormais, conhecidos como proteína M. “A doença faz a medula produzir um anticorpo sem função, que vai prejudicar o organismo do indivíduo, deixando-o mais suscetível a doenças”, explica Maiolino. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] Com o câncer já manifestado, 70% das pessoas podem ter uma lesão óssea, e ainda  dores, fraturas, anemia. Cerca de 30% dos diagnosticados sofrem de insuficiência renal. O mieloma é chamado de múltiplo porque provoca lesões em diversas partes. Entre os locais mais comuns, os ossos da coluna vertebral, crânio, pélvis, caixa torácica e áreas ao redor dos ombros e quadris. Pode ocorrer dele atingir apenas um ponto: os médicos chamam tecnicamente de plasmocitoma ósseo solitário.

Incidência

O mieloma múltiplo é considerado um tipo raro de câncer no sangue. Ele acomete, aproximadamente, 750 mil pessoas ao redor do mundo. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que há cerca de 4.560 casos anuais, com uma taxa de incidência de 2,1 casos por 100 000 habitantes na população geral. Cerca de 60% dos óbitos ocorrem em pessoas entre 60 e 79 anos. Há dados crescentes sobre a ocorrência em jovens e crianças. Para hematologistas, no entanto, os números na faixa etária podem ter aumentado porque as equipes de saúde estão mais alerta aos sinais. “O risco não aumentou, mas médicos que detectam insuficiência renal em uma pessoa jovem agora suspeitam do mieloma e pedem os exames”, exemplifica Maiolino.

Diagnóstico

Não existe uma política de rastreamento do mieloma, como a mamografia para o câncer de mama. A investigação começa em geral a partir dos sintomas ou de alterações sanguíneas. As primeiras suspeitas podem vir de um hemograma, e há um exame de sangue simples que já aponta alterações, a eletroforese de proteínas séricas. Também estão no rol diferentes tipos de exame de urina, a biópsia da medula-óssea (feita com anestesia local), radiografia óssea, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Fatores de riscos

O problema não está relacionado diretamente com uma condição de saúde ou hábitos de estilo de vida. “Não dá para associar diretamente como fazemos com o cigarro e o câncer de pulmão”, afirma Salvino. Entretanto, a  obesidade é um fator risco citado por alguns especialistas, o que pode ter a ver com o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados.

Hematologistas pedem que outras especialidades aprendam a suspeitar deste tipo de câncer, e associações lutam para que tratamento chegue à rede pública…

continua abaixo:

Março borgonha: fique atento aos sinais do mieloma múltiplo

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Zoom: no balanço das ondas

Por Diogo Sponchiato

Zoom: no balanço das ondas

Se tem um aparato útil para navegarmos por aí — sobre as águas e em terra firme —, ele fica no interior do ouvido. É o labirinto, uma estrutura diminuta cujas células ciliadas ajudam a captar o posicionamento e o movimento do nosso corpo em relação ao ambiente, transmitindo as coordenadas ao cérebro. Havendo boi nessa linha, podemos perder a rota e entrar em vertigem. 0,5 centímetro de diâmetro: é a dimensão do vestíbulo, um dos componentes do sistema que permite ao labirinto nos servir de GPS. 30% da população sofre de tonturas, segundo estimativa da OMS. Uma das causas são problemas no labirinto. 

Foto tirada com o microscópio mostra estrutura responsável pelo nosso equilíbrio

Zoom: no balanço das ondas

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Alma…por Mario Quintana

“A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe.”

✨Mario Quintana

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Assista a “Repórter Eco | 27/03/2022” no YouTube

Começando a semana com ativismo, natureza e meio ambiente.

Repórter Eco aqui!

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Magia…por Carl Sagan

“Um livro é a prova de que os homens são capazes de fazer magia.”

✨🧚Carl Sagan

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