Autenticidade …pelo Dalai Lama

“Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro.”

🌻Dalai Lama

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Tempere sua rotina

Por Thais Manarini

Já houve um tempo em que era preciso embarcar em caravelas e encarar oceanos para apimentar a comida. Hoje, basta esticar as mãos, alcançar a prateleira, girar o moedor e dar aquele toque picante ao prato. Uma das principais razões a impulsionar as grandes navegações no início da era moderna, as especiarias atravessaram séculos como tesouros gastronômicos e, ao lado das ervas aromáticas, ganharam a fama mais recente de proteger nosso organismo. Agregam perfumes, cores, texturas e sabores a qualquer receita. “Os temperos abrem a cozinha para o mundo”, afirma a chef Heloisa Bacellar, de São Paulo. Com um pouco de cúrcuma, dá para passear pela culinária indiana, o manjericão nos transporta até a Itália e a hortelã remete às Arábias. A exemplo dos ingredientes em si, a lista de destinos e conexões é imensa. O coentro nos conduz a preparos típicos da Tailândia e de Portugal e, de volta para o Brasil, nos leva às panelas do Nordeste e do Norte. Nessas bandas, marca presença em tudo quanto é canto e entra na composição do cheiro-verde, mistura das mais brasileiras. A variedade da cozinha nacional, aliás, se reflete nesse tempero. 

+ LEIA TAMBÉM: Como cultivar ervas, temperos e outras plantas em casa

 “Em outras regiões do país, o cheiro-verde conta apenas com salsinha e cebolinha”, esclarece Tatiana Saldanha, professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Em parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Tatiana vem esmiuçando em laboratório essa dupla tão onipresente por aqui. “Apesar da popularidade, ainda não há muitos estudos sobre o uso do cheiro-verde na culinária”, contextualiza. Em um dos trabalhos recém-publicados pelo seu grupo, a professora e os colegas avaliaram os efeitos desse mix no preparo da sardinha. Quando o peixe passa pelo calor, sofre alterações químicas por trás da oxidação da sua fração gordurosa. Esse processo também ocorre em outros tipos de carne e gera substâncias envolvidas no aumento do risco de inflamação e outros danos nas células e nas artérias — um fenômeno ligado, por exemplo, a problemas cardiovasculares. Dentro da UFRRJ, uma das etapas da pesquisa reproduziu o que se passa no cotidiano de qualquer cozinha brasileira. Após ser temperado com salsinha e cebolinha, o peixe foi para a grelha. “Observamos que as ervas minimizaram significativamente a degradação do colesterol da sardinha”, relata Tatiana.O resultado vem dos compostos antioxidantes do cheiro-verde, caso dos ácidos fenólicos e dos carotenoides. São os mesmos que conferem algumas das características sensoriais tão apreciadas nesses vegetais abundantes em hortas, feiras e supermercados. Além de ser ótima pedida para temperar pescados, a mistura pode ser adicionada às mais variadas preparações, incluindo o arroz com feijão. Claro que o mundo da comida não gira só em torno do cheiro-verde. Então, se a culinária da sua casa ainda não se abriu a novas experiências e combinações, que tal imitar os antigos desbravadores? Não faltam opções e culturas a descobrir — de dentro e de fora do Brasil. Com um quê de sagrado, ervas e especiarias desfilam pela história envolvidas em lendas e celebrações. Entre os antigos, havia quem acreditasse que elas vinham diretamente do Jardim do Éden. Descendo para o mundo real, hoje se sabe que os temperos reúnem uma coleção de moléculas responsáveis pelo gosto e aroma peculiares — e ainda são capazes de resguardar o corpo humano. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “Algumas dessas substâncias são produzidas para preservar a própria espécie vegetal”, explica a nutricionista Camile Zanchett, da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Isso significa que protegem a planta das mudanças do clima, do sol, de insetos e outras pragas. É o caso dos terpenos e dos fenólicos: muitos deles são voláteis e alcançam facilmente nosso nariz, arrebatando o cérebro e dando água na boca. No prato em si, esses compostos realçam o sabor da comida. Por isso, são os melhores concorrentes e substitutos do sal, cujo abuso contribui para a hipertensão. Um experimento recente com um grupo de idosos reforça esse papel: a conclusão é que apostar em temperos naturais é um jeito de estimular as papilas gustativas e, aos poucos, deixar o saleiro de lado. “Com o avançar dos anos, nossa percepção de sabor se altera”, pontua a nutricionista Lara Natacci, colunista do site de VEJA SAÚDE. Daí a sacada de recorrer a ervas e especiarias nas refeições dos mais velhos. Não só dessa turma, diga-se. “Muitos brasileiros consomem quase o dobro de sal do que é recomendado”, lamenta Camile. 

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Pois saiba que os temperos vão além na defesa das artérias, como registra uma pesquisa da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Durante quatro semanas, 71 voluntários receberam um menu que incluía coentro, salsinha, pimenta, canela, alecrim e alho. Passando por um check-up depois, constatou-se uma redução significativa na pressão deles. “As espécies usadas nesse estudo são ricas em fitoquímicos que diminuem o risco cardiovascular”, comenta a nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo. 

Ervas e especiarias provam que diversidade é palavra-chave para montar o cardápio e testar preparos e sabores. Quem mais ganha com isso? O paladar e a saúde

Tempere sua rotina

publicado em Veja saúde

Para manter o aumento de temperaturas em até 1,5ºC, emissões devem atingir o pico em três anos

Por Maria Clara Rossini

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicou ontem (4) a terceira edição do sexto relatório que avalia as mudanças no clima do planeta – e o que devemos fazer para mitigá-las. O documento foi elaborado por 270 autores, de 65 países. Segundo eles, ainda é possível manter o aumento de temperatura global em até 1,5ºC – mas para isso, precisaríamos atingir o pico de emissões de gases do efeito estufa em três anos.

A temperatura do planeta já aumentou 1,1ºC desde 1900. Para evitar uma catástrofe climática, é necessário que esse aumento atinja, no máximo, 1,5ºC. O relatório concluiu que o mundo teria condições de atingir o pico de emissões em 2025. Em 2030, elas deveriam voltar aos níveis de 2019.

Outra meta que precisa ser atingida para não passar dos 1,5ºC é a redução do uso de outros combustíveis fósseis. O uso de carvão deve cair 95% até 2050, o de óleo deve cair 60% e o de gás em 45%.

Considerando os pareceres dos relatórios do IPCC e a reunião da COP26, que ocorreu em novembro de 2021, sabemos que é possível limitar o aumento de temperatura em até 1,5ºC – mas é improvável. A meta demandaria esforços políticos imediatos, além de gastos financeiros que poucos governos estão dispostos a pagar. Para atingir o objetivo, seria necessário gastar 2,3 bilhões de dólares anualmente no setor da eletricidade.

O relatório também apontou que apenas 10% das residências são responsáveis por 34% a 45% das emissões de gases do efeito estufa domésticos. Além dos esforços governamentais para reduzir emissões, os pesquisadores propõem mudanças nos comportamentos individuais, como usar veículos elétricos, adotar o teletrabalho, fazer mudanças na dieta e reduzir as viagens de avião. Isso poderia reduzir as emissões de gases entre 40% e 70% até 2050.

Essa é uma das conclusões do relatório mais recente do IPCC. Segundo os pesquisadores, 10% das residências são responsáveis por 45% das emissões de carbono

Para manter o aumento de temperaturas em até 1,5ºC, emissões devem atingir o pico em três anos

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Por que os tiranossauros tinham braços curtos? Estudo sugere nova hipótese

Por Maria Clara Rossini

Os minúsculos braços dos Tyrannosaurus rex costumam ser motivo de piada entre paleontólogos (e não paleontólogos também). Afinal, como um dos maiores predadores que já andou pela Terra tinha membros tão pouco ameaçadores?

A proporção é bizarra: cada braço do T-Rex media cerca de um metro, enquanto o corpo chegava a 14 metros de comprimento. É como se um humano de 1,80 metro tivesse braços de 12 centímetros.

A teoria mais comum diz que os braços do T-Rex são órgãos vestigiais. As pernas traseiras davam conta de sustentar o peso do animal, e a mandíbula gigante era suficiente para destroçar as presas. Assim, os braços perderam a função, e acabaram atrofiando.

Uma outra teoria diz que os braços poderiam auxiliar em ataques de presas a curta distância. O tiranossauro puxaria a presa pela boca e usaria os bracinhos de um metro para rasgar e perfurar o animal. Uma das principais evidências dessa teoria são as garras presentes nos braços, que chegam a 10 centímetros de comprimento.

A terceira teoria relaciona os braços à vida sexual dos animais. Eles usariam os pequenos membros para se agarrar às parceiras durante o sexo, numa posição semelhante à dos cães.

Agora, pesquisadores da Universidade da Califórnia sugerem que o tamanho dos braços evitava que eles fossem amputados por outros tiranossauros durante um banquete. Imagine a cena: vários T-Rex famintos devorando a carcaça de uma presa. As mandíbulas gigantes poderiam cortar os braços de outros tiranossauros por acidente. Com membros menores, as chances de acabar amputado diminuem.

A teoria mais comum diz que os membros se tornaram órgãos vestigiais. Mas uma pesquisa da Universidade da Califórnia aponta para um novo caminho.

Por que os tiranossauros tinham braços curtos? Estudo sugere nova hipótese

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O tempo… por Fernando Pessoa

“O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela.”

✨✨Fernando Pessoa

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Assista a “COM ÁGUA E FARINHA SEU CAFÉ DA TARDE FICA PRONTO!! EM MINUTOS!!” no YouTube

Fácil e gostoso é aqui mesmo!

Tô indo fazer um cafezinho…

Bete com carinho aqui!

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Assista a “O QUE É A INVEJA E COMO AFASTÁ-LA?” no YouTube

Bons pensamentos, sentimentos e ações…chaves para uma vida melhor.

Mas, e quando surgem outras situações no caminho?

Monica Buonfiglio aqui!

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Dia da Mentira: conheça 11 mitos sobre alimentação e emagrecimento

Primeiro de abril é considerado o Dia da Mentira. A antiga moda de pregar peças nos outros está caindo em desuso, mas outras mentiras, que de inofensivas não têm nada, seguem circulando com força por aí. A saúde é uma das áreas que mais sofre com fake news, com destaque para a alimentação e a perda de peso. Para te ajudar a separar o joio do trigo, a equipe de VEJA SAÚDE separou alguns conteúdos do site que esclarecem mitos sobre o assunto. De quebra, aproveite para ver nosso guia para fugir da desinformação. As notícias falsas colocam a saúde em risco e podem até matar.

1. Comer (ou deixar de comer) determinados alimentos cura o câncer

A preferência por alimentos integrais e in natura em detrimento dos ultraprocessados e refinados de fato pode diminuir o risco de alguns tipos de câncer. Mas não existe solução mágica no prato. A regra de ouro é garantir variedade, com espaço para todos os nutrientes. Isso vale para quem está em tratamento, para aqueles que já o concluíram e até para reduzir a probabilidade de o tumor aparecer. Leia mais sobre o assunto aqui.

2. Carboidratos fazem mal à saúde

Eles ganharam fama de vilões, mas são um nutriente fundamental para o organismo. O que faz mal é o exagero, em especial dos grãos refinados, como os da farinha de trigo branca, e do açúcar. Mas atenção: cortar os carboidratos de vez da dieta também pode trazer problemas. É o que explicamos nesta reportagem.

3. Alimentos sem glúten são mais saudáveis e/ou leves

É muito comum ver nas prateleiras e nas rodas de conversa alegações de benefícios sobre produtos sem glúten. Mas eles só devem ser utilizados por pessoas com doença celíacasensibilidade ou intolerância ao glúten, devidamente diagnosticadas por um médico. A exclusão desnecessária do nutriente da dieta pode trazer problemas de saúde e até atrasar o diagnóstico de doenças. Ah, e não é a retirada do glúten que emagrece, mas sim o fato de comer menos pães e massas, suas principais fontes. Saiba mais.

4. Alimentos podem “desintoxicar” o organismo

Obviamente, uma alimentação equilibrada e saudável faz o organismo funcionar melhor e, portanto, ser mais eficaz ao eliminar toxinas. O problema é a promessa por trás da dieta detox. Nas palavras do nosso colunista, o gastroenterologista Dan Waitzberg, da Universidade de São Paulo (USP): “A perda de peso resultante da restrição calórica por detox aumenta os níveis dos hormônios do estresse em mulheres, favorecendo o rápido reganho de peso, como demonstram pesquisas. Isso ajuda a explicar por que muitas pessoas viram reféns da dieta detox, vivendo num ciclo de perda e ganho de peso capaz de afetar a saúde. Até porque a restrição energética e nutricional típica dessas intervenções pode resultar em deficiências de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais. Quando essa estratégia se soma ao uso de medicamentos como laxantes, visando à eliminação das toxinas e ao emagrecimento, não raro causa desidratação, desequilíbrio eletrolítico e problemas intestinais, gerando graves consequências. Podemos concluir, então, que, para um efetivo processo de desintoxicação, não precisamos nos ater a uma dieta específica, mas, sim, a um estilo de vida saudável, que inclua regularmente o consumo de todos os alimentos antes citados. Não há uma dieta de curta duração que limpe o organismo de vez.” Leia o texto completo.

5. Dietas restritivas emagrecem mais

É um dos mitos mais persistentes (e danosos) do universo do emagrecimento. Apostar em dietas restritivas até promove uma perda de peso rápida, mas há vários efeitos colaterais, como o efeito sanfona, a dificuldade de manutenção em longo prazo, problemas psicológicos e desequilíbrios no organismo. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] Saiba mais sobre o assunto clicando aqui.

6. Tudo que é diet/light é melhor para quem precisa perder peso

Nem sempre. O light indica teor reduzido de gordura, enquanto diet é o produto que não leva açúcar. Só que, para compensar a ausência de um ingrediente importante, os fabricantes podem acabar acrescentando outros para garantir o sabor daquele item. Por exemplo: sem açúcar, mas com mais gordura. O mesmo alerta vale para produtos com rótulo “zero” alguma coisa. Além disso, estudos apontam que eles não necessariamente são capazes de evitar o ganho de peso.

7. Se eu me exercitar, não preciso cuidar da alimentação (e vice-versa)

Existe um consenso entre os especialistas de que é mais fácil alcançar o déficit calórico necessário ao emagrecimento cortando calorias da dieta. Mas os exercícios são quase igualmente importantes. Com a dieta, ocorre a quebra da gordura localizada no tecido adiposo. Mas não basta só tirá-la dali. Temos que gastá-la para que efetivamente saia do corpo. É aí que entra a atividade física. Além disso, o exercício também preserva a massa magra. E, em longo prazo, indivíduos que combinam as duas estratégias se saem melhor na manutenção do peso e da saúde como um todo. Leia mais no nosso dossiê sobre o tema.

8. Chás e ervas ajudam a emagrecer mais rápido

O caso da enfermeira Mara Abreu, de 42 anos, que faleceu depois de consumir um composto de ervas proibido pela Anvisa, e da cantora Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta, levantam um alerta antigo. Não dá para apostar em soluções mágicas ou mais “naturais” para perder peso rápido. Além das ervas vendidas de forma clandestina, é preciso atenção com o consumo de qualquer proposta “alternativa” para um problema complicado como a obesidade. Clique para ler mais.

9. Emagrecer é só questão de força de vontade

Uma das principais barreiras no tratamento adequado da obesidade é o estigma que acompanha a doença. É comum a pessoa acima do peso ser maltratada nos consultórios médicos e ouvir que “basta fechar a boca” para emagrecer. [bloco_busca_medicamentos] Esse preconceito não só está longe de ser verdade como ainda atrapalha o tratamento. Uma pesquisa com profissionais de saúde revelou que os estigmas estão muito presentes nos consultórios, impedindo conversas sérias e o engajamento do paciente.

10. Devo tomar suplementos para ser mais saudável

Em alguns casos, a suplementação de vitaminas e minerais realmente é necessária. A situação mais certeira é quando há alguma deficiência comprovada ou indicação feita pelo médico. Gestantes também precisam reforçar a ingesta de algumas substâncias. O problema é sair ingerindo cápsulas para melhorar a imunidade, evitar a queda do cabelo,tratar ou prevenir Covid-19 e até mesmo para compensar a falta de vegetais no cardápio.

11. Musculação não emagrece

Os exercícios de força também promovem o emagrecimento e são muito importantes para regular o metabolismo e a saúde como um todo. O que acontece é que a gordura é substituída por músculo, por isso o efeito não é tão perceptível na balança. Isso leva a uma percepção errônea sobre o papel do fortalecimento na perda de peso, alertam pesquisadores. Clique para ler uma matéria sobre um estudo que avaliou a questão.

Aproveite o primeiro de abril para esclarecer boatos que atrapalham sua saúde e pioram a qualidade do cardápio

Dia da Mentira: conheça 11 mitos sobre alimentação e emagrecimento

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Caridade…por Khalil Gibran

“Tu pouco dás quando dás de tuas posses. É quando dás de ti próprio que realmente estás dando. É belo dar quando solicitado; é mais belo ainda dar quando não solicitado; dar por haver apenas compreendido.”

🌻Khalil Gibran

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Não estrague o seu dia / Do not ruin your day

Não estrague o seu dia.A sua irritação não solucionará problema algum.As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.O seu mau humor não modifica a vida.A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.A sua tristeza […]

Não estrague o seu dia / Do not ruin your day

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