Vergonha pouca é bobagem….
Gente insana, seguindo um desajustado.
Falta completa de noção de realidade e falta do que fazer.
Meteoro Brasil, gente!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Vergonha pouca é bobagem….
Gente insana, seguindo um desajustado.
Falta completa de noção de realidade e falta do que fazer.
Meteoro Brasil, gente!

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Somos criados preciosos
Todos,sem exceção
O que muitos se esquecem
É que necessitamos lapidação
Há dias tão tenebrosos
Comigo não é diferente
Que bom seria um buraco
Para de tudo se esconder
Ou quem sabe uma nave
Entrar em órbita
Subir,sumir,esquecer…
Porém basta um instante
Já me vem à mente o óbvio
Tudo está certo,sempre
Paro, respiro… percebo
Vou é seguir em frente
No lapidar do espírito
Medos,dores e dúvidas
Nos fazem tirar a poeira
Que tolda nossa estrutura …
Então surge radiante
Nossa mais linda essência
Formada no seio do Cosmos
Forte,eterna,pungente
Digno e belo …
Este é o teu diamante 💎

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Mudam os tempos…mas devem mudar valores?
Professora Lúcia Helena Galvão nos convida a uma reflexão preciosa.

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Em agosto, mais de 70 barcos coloridos, feitos de papel partirão da pequena New Richmond, no rio Ohio, no canto sudoeste do estado, participarão da única corrida de barcos de papelão do mundo.
A corrida surgiu de uma ideia de dois moradores locais Shanna e Jim Morarity, que se inspiraram em um evento semelhante organizado pela Southern Illinois University Carbondale, que acontece desde 1974.
Nos primeiros anos, apenas cinco moradores participaram, construindo barcos na praia antes da corrida. Por volta de 2000, a regata passou a fazer parte do festival anual River Days de New Richmond.
Há 28 anos essa tradição atrai milhares de espectadores.
Lugares inusitados: O único museu de barcos de papel do mundo
Lugares inusitados: O único museu de barcos de papel do mundo
publicado originalmente em o baú do folclore

Metade das pessoas com diabetes já tentou algum tipo de terapia sem eficácia comprovada para a doença. É o que mostra uma revisão publicada no European Journal of Pharmacology em cima de 38 estudos conduzidos pelo mundo.
Para piorar, em 21% dos casos os indivíduos abandonaram o tratamento prescrito, e em 67% das situações o uso da abordagem alternativa não foi informado ao médico. “O achado indica problemas de comunicação entre profissional e paciente, que deveriam ter uma relação de cumplicidade”, diz o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, que já comentou o levantamento em sua coluna no site da VEJA SAÚDE.
Terapias alternativas fazem sucesso nessa turma, aponta estudo. Cuidado!
Tem diabetes? Atenção ao que não tem evidência
publicado originalmente em Veja saúde

Um fóssil de 890 milhões de anos encontrado no Canadá pode ser o mais antigo indício de vida animal já encontrado. Trata-se de um calcário entremeado por uma rede de minúsculos túneis, duas vezes mais estreitos que um fio de cabelo. Esse padrão, conhecido dos paleontólogos, é típico da fossilização de esponjas – sim, esponjas como o Bob Esponja –, que se alimentam filtrando a água do mar e disputam o título de animais mais antigos da Terra.
O consenso atual é que as primeiras formas de vida filtradoras surgiram a partir de 630 milhões de anos atrás, no período Ediacarano. Animais com estruturas de locomoção e comportamento predatório só vieram depois, com o início do Cambriano há 542 milhões de anos. A possibilidade de que já existissem esponjas há 890 milhões de anos abala os alicerces da paleontologia e foi recebida com uma dose saudável de ceticismo pelo comunidade científica.
Essas rede de tubos calcificados – talvez formada a partir dos filamentos flexíveis que estruturam esponjas-do-mar – veio 300 milhões de anos antes do período Ediacarano, quando formas de vida filtradoras se multiplicaram.
Fóssil de 890 milhões de anos pode ser mais antigo indício de vida animal
publicado originalmente em superinteressante
Vamos acompanhar com o Meteoro Brasil um aparato do que foi a CPI da covid em sua primeira parte…
Aguardamos ansiosos o desfecho desta que promete colocar em pratos limpos toda a sujeira que está por baixo dos panos deste desgoverno macabro.

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Camboriú SC Brasil
“O tempo é o melhor autor; sempre encontra um final perfeito.”
🌷Charles Chaplin

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Capitaneado pelo Instituto D’Or em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, um experimento demonstrou o poder da contação de histórias em crianças internadas na UTI de um hospital paulistano.
Os pequenos foram divididos em dois grupos: um ouviu histórias, o outro ficou com brincadeiras de adivinhação. Antes e depois, eram coletadas amostras da saliva para checar os níveis de cortisol e ocitocina, hormônios relacionados ao estresse e ao bem-estar.
“Foram observadas melhoras fisiológicas e emocionais em todos. Mas, nos que ouviam histórias, os efeitos foram duas vezes mais expressivos”, conta Guilherme Brockington, um dos autores. “Incentivamos a contação também em casa. Ela alivia o impacto psicológico da pandemia”, sugere.
Pesquisa inédita confirma os benefícios do atendimento humanizado aos pequenos hospitalizados
Histórias ajudam crianças em UTI
publicado originalmente em Veja saúde