Os mercenários do mercado editorial são os ghost writers: escritores profissionais pagos para escrever trabalhos que serão assinados por outras pessoas.
Esses redatores-fantasma são mestres do ofício: enquanto autores comuns se esforçam para forjar um estilo cativante e facilmente reconhecível, ghost writers são camaleões, capazes de emular diferentes vozes conforme as exigências da encomenda. Por exemplo: Tom Clancy, que escrevia best sellers com histórias de espionagem da Guerra Fria, ficou tão famoso que usou assombrações editoriais para multiplicar sua produção nos bastidores.
O tema veio à tona nesta quinta-feira (9), quando Bolsonaro pediu desculpas pela balbúrdia no Dia da Independência em uma nota oficial. A internet teve um ligeiro surto ao saber que o texto teve uma mãozinha – ou melhor, um braço inteiro – de Michel Temer. “Ele colaborou com algumas coisas na nota, eu concordei e publicamos”, disse o atual presidente à imprensa. Seu antecessor não foi um camaleão muito eficaz: a redação é exatamente a que se espera de um professor de Direito.
A internet veio abaixo ao descobrir que Temer redigiu a nota de desculpas de Bolsonaro. Mas a história dos ghost writers deixa claro: difícil é encontrar um poderoso que seja autor das próprias falas.
O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.
A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.
A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização
De 7 a 11 de setembro, vários milhares de mulheres de 150 nações indígenas se reuniram para marchar juntas em Brasília em favor dos direitos garantidos a elas na Constituição do Brasil e contra o limite do « marco temporal » e outras políticas anti-nativos do Presidente Bolsonaro. « Procuramos garantir nossos territórios para as gerações presentes e […]
Quando os pássaros aprendem a cantar? Um estudo publicado recentemente mostrou que esse processo se inicia bem cedo, quando as aves ainda são embriões dentro dos ovos. O estudo foi conduzido por cientistas da Flinders University, na Austrália, membros de um grupo de pesquisa chamado Bird Lab, que desenvolve trabalhos focados em aves.
Entre 2012 e 2019, eles estudaram embriões de cinco espécies: os pássaros Malurus cyaneus e Malurus elegans, do sul da Austrália; os tentilhões Geospiza fuliginosa, das Ilhas Galápagos; o pinguim azul (Eudyptula minor), encontrado na Austrália e Nova Zelândia; e a codorna japonesa (Coturnix japonica domestica), encontrada na Ásia Oriental.
As três primeiras espécies são conhecidas como aprendizes vocais e, como o nome indica, aprendem a produzir sons a partir da imitação. As duas últimas espécies, o pinguim e a codorna, não são consideradas dotadas da capacidade de aprendizagem vocal – elas não emitem sons imitando um “tutor”.
Embriões de várias espécies de pássaro reagem a sons externos, como o canto de outras espécies
Talvez seja chegado o momento finalmente do homem trabalhar… já que em matéria de fake news e rachadinhas ele é bem profícuo.
Diante do recuo (esperado) do mito ,a decepção dos seguidores é visível,mas…eles realmente esperavam mais do que isso de alguém que faz do seu governo um eterno falar mal dos outros e agredir a democracia?
Pra vender disco de protesto Todo mundo tem que reclamar Eu vou tirar meu pé da estrada
E vou entrar também nessa jogada E vamos ver agora quem é que vai guentar Porque eu fui o primeiro
E já passou tanto janeiro Mas se todos gostam eu vou voltar Tô trancado aqui no quarto
De pijama porque tem visita estranha na sala Aí eu pego e passo a vista no jornal Um piloto rouba um “Mig”Gelo em Marte, diz a Viking
Mas no entanto não há galinha em meu quintal Compro móveis estofados Me aposento com saúde Pela assistência social Dois problemas se misturam
A verdade do Universo A prestação que vai vencer Entro com a garrafa De bebida enrustida Porque minha mulher não pode ver Ligo o rádio e ouço um chato
Que me grita nos ouvidos Pare o mundo que eu quero descer Olhos os livros na minha estante
Que nada dizem de importante Servem só pra quem não sabe ler E a empregada me bate à porta
Me explicando que tá toda torta E já que não sabe o que vai dá pra mim comer Falam em nuvens passageiras
Mandam ver qualquer besteira E eu não tenho nada pra escolher Apesar dessa voz chata e renitente
Eu não tô aqui pra me queixar E nem sou apenas o cantor Que eu já passei por Elvis Presley
Imitei Mr. Bob Dylan I know Eu já cansei de ver o Sol se pôr Agora eu sou apenas um latino-americano
Que não tem cheiro nem sabor E as perguntas continuam sempre as mesmas Quem eu sou? Da onde venho? E aonde vou, dá?
E todo mundo explica tudo Como a luz acende como um avião pode voar Ao meu lado um dicionário Cheio de palavras que eu sei que nunca vou usar Mas agora eu também resolvi dar uma queixadinha
Porque eu sou um rapaz latino-americano Que também sabe se lamentar E sendo nuvem passageira Não me leva nem à beira Disso tudo que eu quero chegar -E fim de papo!