Mais de 200 pacientes com retocolite ulcerativa e doença de Crohn participaram do levantamento, que trouxe achados preocupantes: 83% faltaram às consultas, quase 50% deixaram de fazer exames laboratoriais e em torno de 20% não conseguiram obter seus medicamentos.
Segundo os autores, houve uma queda de 60% no volume de colonoscopias realizadas no HC. E também vieram à tona repercussões psicológicas: sintomas de ansiedade e depressão foram relatados por 80% dos indivíduos.
Estudo mostra impacto da covid-19 no acompanhamento de portadores de Doença de Crohn e retocolite ulcerativa
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Na “Utopia” de Thomas More, publicada em 1516, ouro e pedras preciosas não têm valor. Na verdade, eles têm o peso do […]
A inteligência artificial já ajuda a rastrear obstruções e outras encrencas nas artérias do coração, situação que pode culminar em um infarto. Tradicionalmente, o comprometimento desses vasos é calculado pelo escore de cálcio.
“No método convencional, a tomografia precisa ser feita com um eletrocardiograma para sincronizar a captura de imagens com a pausa entre os batimentos cardíacos. Só que, nas tomografias de tórax comuns, coração e artérias aparecem borrados por causa do movimento”, relata Felipe Kitamura, head de Inovação em Operações Diagnósticas da Dasa.
Ele participou da validação de um algoritmo desenvolvido pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, capaz de enxergar a calcificação das artérias mesmo desfocadas. “É uma maneira de ampliar o rastreio da doença coronariana, ainda mais agora, com muitas tomografias sendo feitas para Covid-19”, comenta.
Máquinas são ensinadas a medir grau de endurecimento das artérias em tomografias