Vento, ventania, me leve para as bordas do céu Eu vou puxar as barbas de Deus Vento, ventania, me leve para onde nasce a chuva Pra lá de onde o vento faz a curva
Me deixe cavalgar nos seus desatinos Nas revoadas, redemoinhos Vento, ventania, me leve sem destino
Quero juntar-me a você e carregar os balões pro mar Quero enrolar as pipas nos fios Mandar meus beijos pelo ar
Vento, ventania, Me leve pra qualquer lugar Me leve para qualquer canto do mundo Ásia, Europa, América
Vento, ventania, me leve para as bordas do céu Pois vou puxar as barbas de Deus Vento, ventania, me leve para os quatro cantos do mundo Me leve pra qualquer lugar
Me deixe cavalgar nos seus desatinos Nas revoadas, redemoinhos Vento, ventania, me leve sem destino
Quero mover as pás dos moinhos E abrandar o calor do sol Quero emaranhar o cabelo da menina Mandar meus beijos pelo ar
Vento, ventania, Me leve pra qualquer lugar Me leve para qualquer canto do mundo Ásia, Europa, América (eh eh)
Me deixe cavalgar nos seus desatinos Nas revoadas, redemoinhos Vento, ventania, me leve sem destino
Quero juntar-me a você e carregar os balões pro mar Quero enrolar as pipas nos fios Mandar meus beijos pelo ar
Vento, ventania, agora que estou solto na vida Me leve pra qualquer lugar Me leve mas não me faça voltar
Me leve mas não me faça voltar Me leve mas não me faça não Vento, ventania Vento, ventania Oh oh, me leve mas não me faça voltar
Compositores: Alvaro Prieto Lopes / Bruno Leonardo Brugni Nunes / Carlos Augusto Pereira Coelho / Carlos Beni Carvalho De Oliveira / Elsio Da Silva / Miguel Flores Da Cunha
“Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas,o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós. Só podemos ir em frente e arriscar. Coragem! Avance firme e torne-se Oceano! “
Quando você pensa em um tigre dentes-de-sabre, a imagem que vem à sua cabeça é a de um felino com dentes assustadores que, de tão compridos, não cabem na boca. Geralmente, as representações artísticas do animal pré-histórico são assim – mas talvez estejam erradas.
Essa foi a conclusão de um estudo publicado na revista Quaternary Science Reviews. Seus autores defendem que ao menos uma espécie de tigre dentes-de-sabre (a Homotherium latidens, extinta há 10 mil anos) mantinha seus caninos escondidos quando estava de boca fechada.
A investigação partiu de um insight do paleoartista Mauricio Antón, um dos autores do estudo. Em 2016, ele estava assistindo a um vídeo que havia feito no delta do rio Okavango (Botsuana), em que um leão bocejava. Então, ele percebeu: “O lábio inferior estava se contraindo enquanto a boca se fechava. E, antes que ela se fechasse por completo, o lábio envolvia a ponta dos caninos.”
Aquela imagem clássica, de um tigre pré-histórico com dentões que se projetam para fora da boca, talvez não seja realista. É o que afirma um novo estudo, que analisou a anatomia de várias espécies de felino.
“Nossa mente é uma aquarela. Um lugar que pode ser mágico e colorido, ou desbotado e dolorido. Cada vez que o fantasma da dúvida vier te atormentar, permita-se preencher seus pensamentos com bons sentimentos, vibrações, lembranças felizes. Ponha uma música que ama e ponha-se a dançar, vibre Gratidão e o Universo te responderá com bençãos infinitas.”