Caatinga tem mais risco de desertificação com desmatamento e queimadas

A Caatinga, que abrange todo o nordeste e parte de Minas Gerais, é o único bioma que ocorre exclusivamente no Brasil. Apesar de sua importância climática e riqueza endêmica, parte do território corre o risco de virar um deserto. Essa foi uma das conclusões de uma análise feita pelo MapBiomas. 

Obtidos através de imagens de satélite da região entre os anos de 1985 e 2020, os dados mostram que 112 municípios da Caatinga (9%) classificados como Áreas Suscetíveis à Desertificação (ASD), com status “Grave” e “Muito Grave”, perderam 0,3 milhões de hectares de vegetação nativa — 3% de toda a vegetação nativa perdida no período. 

Além disso, a superfície de água do bioma teve uma retração de 8,27%. Ou seja, a Caatinga está mais seca. O levantamento ainda mostra um decréscimo de 40% nos cursos de água natural que fluem pela região. 

A Caatinga ainda teve uma perda de vegetação primária de 15 milhões de hectares, que representam 26,36%, na comparação entre 1985 e 2020. Apesar de registrar um aumento de 10,7 milhões de hectares de vegetação secundária, o saldo geral continua negativo. 

Além do desmatamento e da perda de água, o bioma sofre ainda com queimadas, com destaque para a região da fronteira agrícola entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, sendo que 87,28% do total de área queimada ocorreu em territórios baianos, piauienses e cearenses. 

Único bioma exclusivo do Brasil é mais eficiente em absorver CO2 do que outras regiões

Caatinga tem mais risco de desertificação com desmatamento e queimadas

publicado originalmente em Veja

Fordlândia: o vilarejo mal-assombrado

No ano de 1927 um dos maiores magnatas da indústria automobilística, Henry Ford, precisava de novas formas de possuir borracha, um dos ingredientes mais importantes para a sua empresa, já que comprar dos britânicos e asiáticos estava saindo muito caro, e Ford não gostava de desvantagens.

Foi então que ele pensou em um projeto no Brasil, um país com muitas seringueiras, árvore onde o látex é extraído e que mais tarde se torna a borracha. Podendo extrair a matéria-prima diretamente da fonte, é muito mais barato.

Para realizar seu plano, construiu uma vila no estado do Pará com casas, escolas, hospitais e outros edifícios. Tudo construído com o modelo norte-americano.

O projeto não foi finalizado por diversos motivos, mas seu principal erro foi contratar engenheiros agrônomos que não estavam familiarizados com o clima amazônico, ou seja, as plantações sofreram ataques de pragas e o trabalho de anos foi perdido.

Além disso, com o tempo a tecnologia trouxe uma maneira muito mais fácil e barata de fabricar borracha, o petróleo.

A vila construída por Henry Ford que hoje é mal-assombrada

Fordlândia: o vilarejo mal-assombrado

publicado originalmente em psantinati

Assista a “TORTA DE LIMÃO SUPER CREMOSA SEM GELATINA! FÁCIL – RÁPIDA – ASSIM VOCÊ NUNCA COMEU – Isamara Amâncio” no YouTube

Isamara Amâncio trazendo pra nós uma fantástica torta de limão… delícia total!

Vai um cafezinho aí?

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Crianças encontram fóssil de nova espécie de pinguim gigante na Nova Zelândia

O animal mais antártico que existe não surgiu na Antártica. Os fósseis mais antigos de pinguins datam de 60 milhões de anos, e foram encontrados na Nova Zelândia. Naquela época, a ilha estava grudada no continente gelado – um resquício do supercontinente Pangeia. Ao longo dos milhões de anos seguintes, o pedaço de terra que forma a Nova Zelândia foi “subindo” no mapa, como consequência do movimento das placas tectônicas. 

Por isso, não é surpresa encontrar fósseis de pinguins no país insular. A descoberta mais recente é a espécie Kairuku waewaeroa, descrita hoje (16) no periódico Journal of Vertebrate Paleontology. O fóssil foi encontrado em 2006 durante uma expedição escolar ao Kawhia Harbour, uma enseada na ilha do norte do país. As crianças escavaram restos fósseis do torso, pernas e asas do animal. Trata-se do fóssil mais completo de um pinguim gigante já descoberto.

O fóssil, escavado em 2006, só foi descrito recentemente por pesquisadores. O Kairuku waewaeroa chegava a medir 1,4 metros de altura.

Crianças encontram fóssil de nova espécie de pinguim gigante na Nova Zelândia

publicado originalmente em superinteressante

Conheça as fotos mais engraçadas do reino animal em 2021

Um clique fotográfico no momento e lugar certos pode render imagens incríveis – e, às vezes, bastante curiosas. Prova disso são as fotografias selecionadas para o Comedy Wildlife Photo Awards, um concurso que premia cliques engraçados de animais selvagens.

Todos os anos, o Comedy Wildlife Photo Awards presenteia a internet com as imagens (com o perdão do trocadilho) mais animais já tiradas. Na quarta-feira (1), o concurso anunciou as fotografias finalistas e abriu a votação para que o público escolhesse o vencedor de uma das categorias de premiação.

Mais de sete mil fotos foram inscritas e 42 foram escolhidas para votação final. Elas registram uma grande variedade de animais e vão, no mínimo, te arrancar um sorriso.

Todos os anos, o Comedy Wildlife Photo Awards premia as imagens mais cômicas da vida selvagem. Confira os finalistas de 2021.

Conheça as fotos mais engraçadas do reino animal em 2021

publicado originalmente em superinteressante

Cochilos não compensam horas de sono perdidas à noite, diz estudo

Quem nunca dormiu super mal e achou que um cochilo durante o dia compensaria os estragos das horas de sono perdidas? Pois é, mas pesquisadores do Laboratório de Sono e Aprendizagem da Universidade Estadual do Michigan (MSU) surgem na história com um balde de água fria: em estudo, eles mostraram que essa tática não funciona se a ideia é atenuar os déficits cognitivos após uma madrugada agitada.

“Há alguns anos já vem se discutindo e estudando a utilidade do cochilo de dia, mas esse estudo foi bem interessante porque ele analisou não só se a pessoa cochilou ou não, mas o estágio do sono alcançado”, comenta a médica Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. “A sensação de cansaço pode estar ligada à qualidade do cochilo e se os indivíduos conseguem entrar em níveis mais profundos do sono ou não. Por isso é importante ter esse registro”, explica.

Pesquisa americana indica que, se o cochilo for de qualidade, os prejuízos até são amenizados – mas a soneca não reverte totalmente o estrago

Cochilos não compensam horas de sono perdidas à noite, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Enya – Aniron (Extended) HD” no YouTube

Aniron 💜

O mor henion I dhu
O mor henion I dhu

Ely Syrian, o sila
Ely siriar, el sila

Ai!
Ai!

Eles foram
Aníron

Undomiel
UndomielTiriel arad ‘ala mor
Tiriel arad ‘ala mor

Minnon i dhu sad oltha
Minnon i dhu sad oltha

Ai!
Ai!

Eles foram
Aníron

Edhelharn
Edhelharn

Ai!
Ai!

Eles foram
Aníron

Edhelharn
Edhelharn

💜Fonte: Musixmatch

Compositores: Brennan Eithne Patricia / Ryan Roma Shane / Shore Howard / Ryan Nicholas John

imagens do Pinterest

Remédios para dormir: quando são necessários e quais os riscos?

A pandemia do coronavírus mudou hábitos, atingindo em cheio as noites de sono as pessoas. Com isso, cresceu a quantidade de gente que está se medicando (com e sem ajuda de um profissional) para afastar as crises de insônia. Mas o mau uso dessas substâncias pode piorar a qualidade do repouso e ainda afetar a saúde.

Quem não dorme bem certamente paga a conta no dia seguinte, como ressalta Claudio Martins, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Os reflexos se tornam lentos, a pessoa fica mais irritada do que o normal. Todos nós temos noites ruins, mas, quando isso se repete, é sinal de que o problema é crônico e está na hora de procurar ajuda de um médico”, pontua o psiquiatra.

Aumentou a procura de soluções para dormir bem na pandemia. Quando a higiene do sono não basta, medicamentos podem ajudar. Mas só com acompanhamento

Remédios para dormir: quando são necessários e quais os riscos?

publicado originalmente em Veja saúde

Cientistas capturam DNA de animais selvagens em amostras de ar

O DNA está por toda parte. Os seres vivos deixam um rastro de células à medida que interagem com o ambiente – a partir de pêlos, pedacinhos de pele, fezes ou muco, por exemplo. A esse material genético que se espalha por aí, os cientistas dão o nome de DNA ambiental.

Até agora, a maioria das pesquisas se concentrava na coleta e no estudo do DNA ambiental em meio aquático. Mas recentemente duas equipes de cientistas encontraram uma maneira de detectar esses vestígios invisíveis de material genético no ar, liberado por animais terrestres – e acredita-se que isso pode ser uma poderosa ferramenta para identificar animais em diversos ecossistemas.

Testes na Inglaterra e na Dinamarca validaram a técnica, que detecta fragmentos do chamado “DNA ambiental” – e pode ser útil para identificar e estudar animais em vários ecossistemas

Cientistas capturam DNA de animais selvagens em amostras de ar

publicado originalmente em superinteressante

Pesquisadores encontram anticorpos contra a Covid-19 em cervos nos Estados Unidos

Mais de um terço dos cervos do noroeste dos Estados Unidos podem ter sido infectados pelo Sars-CoV-2. Cientistas do Centro Nacional de Pesquisa em Vida Selvagem testaram 385 amostras de sangue de animais selvagens e encontraram os anticorpos em 152 delas. O artigo foi submetido à Nature e está disponível em forma de preprint, mas ainda não foi revisado por outros cientistas.

A coleta de sangue dos animais era uma atividade rotineira de vigilância de vida selvagem, feita entre janeiro e março de 2021. Como os anticorpos são produzidos em resposta à infecção, é provável que os cervos tenham entrado em contato com o vírus em algum momento da pandemia. Nenhum deles apresentava sintomas ou parecia estar doente.

Os anticorpos foram detectados em 40% das amostras em quatro estados americanos. Cientistas receiam que os animais silvestres se tornem fontes de mutações do coronavírus

Pesquisadores encontram anticorpos contra a Covid-19 em cervos nos Estados Unidos

publicado originalmente em superinteressante