“Nossas inclinações podem definir o rumo do nosso destino, procuremos então, inclinarmo-nos sempre mais para a verdade, o bem, e o bom. Tenho certeza de que as dores virão, mas com boas vibrações ficará mais fácil superá-las .”
Uma coalizão formada por mais de 40 países se comprometeu a retirar totalmente o carvão mineral (o mais poluente dos combustíveis fósseis) da sua matriz energética ao longo das décadas de 2030 e 2040. A iniciativa foi anunciada durante a COP26, conferência da ONU sobre a crise climática que acontece na Escócia.
“Nações de todos os cantos do mundo se uniram em Glasgow para declarar que o carvão não terá papel algum no futuro da nossa geração de energia. Os compromissos ambiciosos adotados por nossos parceiros internacionais demonstram que o fim do carvão já está à vista”, declarou Kwasi Kwarteng, secretário de negócios do Reino Unido, país anfitrião da conferência.
Assim como acontece no caso dos demais combustíveis fósseis, a queima do carvão leva a emissões de CO2 (dióxido de carbono), gás que retém o calor perto da superfície da Terra. A questão é que as usinas de carvão mineral possuem alta intensidade de emissões mesmo quando comparadas às que usam gás natural, outra fonte de energia de origem fóssil.
O carvão é o mais poluente dos combustíveis fósseis, com alta intensidade de emissões de CO2. EUA e China ficaram de fora do acordo.
Gestantes infectadas com a bactéria causadora da sífilis podem transmitir a doença aos bebês. A chamada de “sífilis congênita” atrapalha o desenvolvimento do feto, levando a malformações, lesões de pele e mesmo aborto ou morte do bebê. Dados do Ministério da Saúde destacam uma mortalidade de 40% entre as crianças afetadas.
Em 2020, foram identificados 22 065 casos no Brasil. Uma taxa de 7,7 para cada 100 mil pessoas, de acordo com dados do Boletim Epidemiológico da pasta, divulgado no início de outubro, durante o lançamento da Campanha Nacional de Combate à Sífilis.
Embora indique uma melhora em comparação com os números de 2019, quando a incidência da sífilis congênita foi de 8,5, não significa necessariamente uma redução real. Os diagnósticos podem ter sido prejudicados pela pandemia da covid-19, de acordo com Igor Marinho, infectologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.
“Nos últimos 10 anos, a tendência tem sido um aumento no número de casos. [A queda] pode estar relacionada ao subdiagnóstico, mas também temos que lembrar que o grau de exposição das pessoas também diminuiu [no ano passado], já que deixaram de sair tanto e, por isso, um ‘controle’ da doença. Mas a tendência até aqui sempre foi de aumento”, explica.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, todos os anos, 12 milhões de pessoas sejam diagnosticadas com sífilis. Com a congênita, são 1,6 milhões. “A doença se apresenta como uma epidemia no mundo nos últimos 20 anos. Apesar dos esforços no pré-natal, ainda há esse risco”, completa Marinho.
Exame no pré-natal é a principal forma de descobrir a doença nas gestantes e evitar a transmissão ao bebê
Após decreto de própria lavra, Jair Bolsonaro tornou-se Grão-Mestre da Ordem Nacional do Mérito Científico, e Marcos Pontes, chanceler. Enquanto isso, a ciência brasileira continua em estado comatoso Pode-se dizer o que for do presidente Jair Bolsonaro, mas não se pode negar que ele seja capaz de produzir momentos do mais puro e fino cinismo. […]